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sábado, 19 de julho de 2025

26 de Julho: veja as cidades brasileiras que vão comemorar o dia da rebeldia cubana

Comemoração do dia da rebeldia em Cuba | Foto: Rádio Rebelde

Por Sturt Silva 

O 26 de Julho é uma das datas mais importantes para Cuba e para toda esquerda latino-americana. Há 72 anos, no dia 26 de julho de 1953, Fidel Castro e outros revolucionários cubanos tentaram tomar os quartéis Moncada, em Santiago de Cuba, e Carlos Manuel de Céspedes, em Bayamo, estratégicos para obter armamentos para derrubar a ditadura de Fulgencio Batista (1952-1959).

A tentativa foi frustrada e vários combatentes foram capturados e assassinados. Fidel foi preso e condenado a 15 anos de prisão. Como advogado, fez ele próprio sua defesa, que ficou conhecida como 'A história me absolverá'.

No entanto, o ato tornou os guerrilheiros conhecidos e populares, e ajudou a aumentar a oposição ao governo fantoche dos EUA que tinha subido ao poder depois de um golpe de estado em 1952.

A data da operação passou a denominar o grupo revolucionário, liderado por Fidel: “Movimento Revolucionário 26 de Julho” (MR 26-7). 

Em maio de 1955, depois de forte pressão popular, Fidel Castro e os demais revolucionários que permaneciam encarcerados, foram libertados e prosseguiram com a luta contra o regime vigente até o triunfo da Revolução, quatro anos mais tarde. 

Assista: Moncada, o início da Revolução Cubana

Depois da Revolução de 1959, a data foi convertida em feriado nacional e, neste dia, rememora-se os revolucionários que foram assassinados em nome da causa social na qual acreditavam. Já o acontecimento passou a ser considerado o início da Revolução Cubana. 

Historicamente, o Movimento Brasileiro de Solidariedade a Cuba, através das Associações Culturais José Martí e demais entidades políticas e culturais, organizam vários eventos para celebrar a data histórica, e neste ano especificamente, os 70 anos do assalto aos quartéis Moncada e Carlos Manuel de Céspedes. 

Veja onde serão as comemorações do dia da rebeldia cubana pelo Brasil:

quarta-feira, 24 de julho de 2024

26 de Julho: veja as cidades brasileiras que vão comemorar o dia da rebeldia cubana

Dia da Rebeldia Cubana | Arte: MST

Por Sturt Silva 

O 26 de Julho é uma das datas mais importantes para Cuba e para toda esquerda latino-americana. Há 71 anos, no dia 26 de julho de 1953, Fidel Castro e outros revolucionários cubanos tentaram tomar os quartéis Moncada, em Santiago de Cuba, e Carlos Manuel de Céspedes, em Bayamo, estratégicos para obter armamentos para derrubar a ditadura de Fulgencio Batista (1952-1959).

A tentativa foi frustrada e vários combatentes foram capturados e assassinados. Fidel foi preso e condenado a 15 anos de prisão. Como advogado, fez ele próprio sua defesa, que ficou conhecida como 'A história me absolverá'.

No entanto, o ato tornou os guerrilheiros conhecidos e populares, e ajudou a aumentar a oposição ao governo fantoche dos EUA que tinha subido ao poder depois de um golpe de estado em 1952.

A data da operação passou a denominar o grupo revolucionário, liderado por Fidel: “Movimento Revolucionário 26 de Julho” (MR 26-7). 

Em maio de 1955, depois de forte pressão popular, Fidel Castro e os demais revolucionários que permaneciam encarcerados, foram libertados e prosseguiram com a luta contra o regime vigente até o triunfo da Revolução, quatro anos mais tarde. 

Assista: Moncada, o início da Revolução Cubana

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Depois da Revolução de 1959, a data foi convertida em feriado nacional e, neste dia, rememora-se os revolucionários que foram assassinados em nome da causa social na qual acreditavam. Já o acontecimento passou a ser considerado o início da Revolução Cubana. 

Historicamente, o Movimento Brasileiro de Solidariedade a Cuba, através das Associações Culturais José Martí e demais entidades políticas e culturais, organizam vários eventos para celebrar a data histórica, e neste ano especificamente, os 71 anos do assalto aos quartéis Moncada e Carlos Manuel de Céspedes. 

Veja onde serão as comemorações do dia da rebeldia cubana pelo Brasil:

sábado, 22 de julho de 2023

Veja as cidades brasileiras que vão comemorar o 26 de Julho, dia da rebeldia cubana


Antigo quartel Moncada em Santiago de Cuba | Foto: Cuba Arte

Por Sturt Silva 

O 26 de Julho é uma das datas mais importantes para Cuba e para toda esquerda latino-americana. Há 70 anos, no dia 26 de julho de 1953, Fidel Castro e outros revolucionários cubanos tentaram tomar os quartéis Moncada, em Santiago de Cuba, e Carlos Manuel de Céspedes, em Bayamo, estratégicos para obter armamentos para derrubar a ditadura de Fulgencio Batista (1952-1959).

A tentativa foi frustrada e vários combatentes foram capturados e assassinados. Fidel foi preso e condenado a 15 anos de prisão. Como advogado, fez ele próprio sua defesa, que ficou conhecida como 'A história me absolverá'.

No entanto, o ato tornou os guerrilheiros conhecidos e populares, e ajudou a aumentar a oposição ao governo fantoche dos EUA que tinha subido ao poder depois de um golpe de estado em 1952.

A data da operação passou a denominar o grupo revolucionário, liderado por Fidel: “Movimento Revolucionário 26 de Julho” (MR 26-7). 

Em maio de 1955, depois de forte pressão popular, Fidel Castro e os demais revolucionários que permaneciam encarcerados, foram libertados e prosseguiram com a luta contra o regime vigente até o triunfo da Revolução, quatro anos mais tarde. 

Assista: Moncada, o início da Revolução Cubana


Depois da Revolução de 1959, a data foi convertida em feriado nacional e, neste dia, rememora-se os revolucionários que foram assassinados em nome da causa social na qual acreditavam. Já o acontecimento passou a ser considerado o início da Revolução Cubana. 

Historicamente, o Movimento Brasileiro de Solidariedade a Cuba, através das Associações Culturais José Martí e demais entidades políticas e culturais, organizam vários eventos para celebrar a data histórica, e neste ano especificamente, os 70 anos do assalto aos quartéis Moncada e Carlos Manuel de Céspedes. 

Veja onde serão as comemorações do dia da rebeldia cubana pelo Brasil:

sábado, 30 de julho de 2022

São Paulo: Ato comemora o dia da rebeldia cubana

Ato em São Paulo, no dia 29 de julho, em solidariedade a Cuba | Foto: Murilo da Silva/Vermelho

Por Murilo da Silva no Vermelho 

Aconteceu na sexta-feira (29), na sede nacional da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), em São Paulo, o ato em solidariedade a Cuba e ao povo cubano. Na ocasião, aproximadamente cem pessoas se reuniram para um debate seguido de apresentação musical cubana. A mesa do debate foi composta pelo cônsul-geral de Cuba em São Paulo, Pedro Monzón, o membro da Coordenação Estadual do MST em São Paulo, Marcelo Buzetto, a integrante do Movimento Paulista de Solidariedade a Cuba (MPSC) Vivian Mendes e como convidado especial, Frei Betto.

Leia também: 10 cidades brasileiras comemoram o 26 de Julho, dia da rebeldia cubana

O encontro organizado pelo MPSC acontece no ensejo das comemorações do “26 de julho”, dia em que o processo revolucionário, liderado por Fidel Castro, investiu contra o quartel Moncada e marcou o início do Movimento Revolucionário 26 de Julho (MR26). A partir da data os rebeldes cubanos iniciaram o processo que viria a desaguar na vitória em 1° de janeiro de 1959. Todos os anos a data é celebrada não só pelos cubanos, mas pelos amigos da causa cubana.

Dia da Rebeldia Nacional

No encontro, o cônsul de Cuba agradeceu a todos pelo ato e por todas as iniciativas de apoio. “Sentimos que a solidariedade no âmbito material é muito importante, mas a companhia espiritual é mil vezes mais importante.”

Em sua fala, Pedro Monzón explicou que em 26 de julho de 1953 foi o ano que se comemorou o centenário de nascimento do apóstolo cubano da independência José Martí, ocasião em que um grupo de rebeldes encabeçados por Fidel Castro atacou importantes baluartes militares da tirania do ditador Fulgêncio Batista, na zona oriental de Cuba: os quartéis militares Moncada e Cespedes.

Cônsul-geral de Cuba em São Paulo, Pedro Monzón | Foto: Murilo da Silva/Vermelho

“Mesmo que esta ação tenha terminado em derrota, na realidade constituiu o início da última etapa da luta pela independência do país que começou em 1868. Naquela longínqua data o objetivo dos rebeldes foi colocar fim ao domínio colonial espanhol, no qual estivemos submetidos por mais de 400 anos. De fato, Cuba foi a última colônia a separar-se do controle espanhol”, salientou Monzón.

terça-feira, 26 de julho de 2022

10 cidades brasileiras comemoram o 26 de julho, dia da rebeldia cubana

Comemoração do dia da rebeldia cubana, em Santiago de Cuba/2015 - Foto: Rádio Rebelde

 Por Sturt Silva 

O 26 de julho é uma das datas mais importantes para Cuba e para toda esquerda latino-americana. Em 26 de julho de 1953 Fidel Castro e outros revolucionários tentaram tomar aos quartéis Moncada, em Santiago de Cuba, e Carlos Manuel de Céspedes, em Bayamo, estratégicos para obter armamentos para derrubar a ditadura de Fulgencio Batista. 

A tentativa foi frustrada e vários combatentes foram capturados e assassinados. Fidel foi preso e condenado a 15 anos de prisão. Como advogado, fez ele próprio sua defesa, que ficou conhecida como 'A história me absolverá'.

No entanto, o ato tornou os guerrilheiros conhecidos e populares e ajudou a aumentar a oposição ao governo fantoche dos EUA que tinha subido ao poder depois de um golpe de estado em 1952.

A data da operação passou a denominar o grupo revolucionário liderado por Fidel, “Movimiento Revolucionario 26 de Julio” (MR 26-7). 

Em maio de 1955, depois de forte pressão popular, Fidel Castro e os demais revolucionários que permaneciam encarcerados foram libertados e prosseguiram com a luta contra o regime vigente até o triunfo da Revolução, quatro anos mais tarde. 

Assista:

Depois da Revolução, a data foi convertida em feriado nacional e, neste dia, rememora-se os revolucionários que foram assassinados em nome da causa social na qual acreditavam. Já o acontecimento passou a ser considerado o início da Revolução Cubana. 

Neste ano, o Movimento Brasileiro de Solidariedade a Cuba, através das Associações Culturais José Martí e demais entidades políticas e culturais, organizam vários eventos para celebrar a data histórica. 

Veja onde serão as comemorações do dia da rebeldia cubana pelo Brasil:

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Dia da rebeldia cubana comemorado no Rio de Janeiro

Público da festa cubana no Rio de Janeiro - 27 de julho de 2019 | Foto: Comitê Carioca
Do Comitê Carioca

No último sábado (27), o Comitê Carioca de Solidariedade a Cuba e a Casa "Raízes do Brasil" realizaram, em Santa Tereza, a já tradicional festa cubana em homenagem ao 26 de julho - Dia da Rebeldia Cubana. 

O dia 26 de julho marca a data do assalto ao Quartel de Moncada e de Carlos Manuel de Céspedes, onde os revolucionários cubanos pretendiam conseguir armas para combater a sanguinária ditadura de Fulgêncio Batista em 1953. Ali foram mortos, presos e torturados aqueles que seriam seis anos depois, os vencedores com o triunfo da Revolução: o Movimento 26 de Julho (M-26-7). 

Ali ficou preso também Fidel Castro que, já advogado, fez a própria defesa com base no que mais tarde seria um famoso livro: "A história me absolverá".

Por isso se diz que 1953 não ocorreu uma derrota e sim o preâmbulo do grande feito histórico: a Revolução Cubana. 

Ato político

O evento se iniciou com a fala da Presidente da Rede Internacional de Intelectuais, Artistas e Movimentos Sociais em defesa da Humanidade (REDH) - Capítulo Brasil - Marília Guimarães, que contou um pouco da realidade de Cuba, país que viveu por dez anos.

Logo em seguida, o cubano Jesus que vive no Brasil explicou um pouco da questão do bloqueio que o governo dos EUA impõe a Cuba há sessenta anos.

Beto Santos, militante do MPA (Movimento dos Pequenos Agricultores) que administra a Casa, prestou homenagem ao resistente povo cubano e à sua Revolução que inspira toda a América Latina.

O Cônsul da Venezuela no Rio de Janeiro, Edgar Marin, também se solidarizou com Cuba e o criminoso bloqueio que agora se estende à Venezuela atingindo principalmente o povo venezuelano que segue resistindo às sucessivas tentativas de golpes por parte do governo Trump e de países submissos da região. 

Por fim o presidente regional do PCdoB, João Batista, fez uma chamada à solidariedade a Cuba em tempos de recrudescimento do bloqueio à Ilha socialista.

domingo, 28 de julho de 2019

Realizado ato de solidariedade a Cuba em São Paulo

Cônsul de Cuba em São Paulo, Pedro Monzon, participou do evento | Foto: CTB
Por Sturt Silva 

Na última sexta-feira (26), foi realizado em São Paulo, ato em homenagem aos 66 anos do assalto ao quartel Moncada de Santiago de Cuba, ocorrido em 26 de julho de 1953. 

A ação revolucionária, liderada por Fidel Castro, embora derrotada pelo ditador Fulgêncio Batista, foi considerada o estopim da revolução socialista, que acabou eclodindo no réveillon de 1959. A data, feriado nacional em Cuba, é conhecida como o “Dia da Rebeldia Nacional”.

O evento foi organizado pela CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) e o CES (Centro de Estudos Sindicais) e aconteceu na sede do Sindicato dos Eletricitários. Foi um de muitos atos que aconteceram essa semana no Brasil para comemorar a data.
Público do ato em São Paulo | Fotos: CTB

sexta-feira, 26 de julho de 2019

Há 66 anos, grupo liderado por Fidel Castro plantava a semente da Revolução Cubana

Ataque ao Quartel Moncada, em 1953, é considerada o embrião do processo revolucionário que triunfaria em 59
Por Thiago Ângelo no Brasil de Fato

Em 26 de julho de 1953, um grupo de até então desconhecidos guerrilheiros foi responsável por organizar a insurgência que é considerada o embrião da Revolução Cubana. O assalto ao Quartel Moncada, como o marco ficou conhecido, completa 66 anos nesta sexta-feira (26).

A ação foi protagonizada por um pequeno contingente formado por 131 jovens militantes. Fidel Castro, Abel Santamaria e Raúl Castro lideraram a empreitada. O levante, que acabou falhando, tinha como objetivo desencadear a luta armada contra a ditadura de Fulgêncio Batista (1952-1959).

O cônsul de imprensa de Cuba em São Paulo, Antonio Mata Salas, explicou em entrevista ao Brasil de Fato que Fidel Castro, aos 25 anos, considerava "necessário iniciar um pequeno motor que ajudasse a dar partida no motor maior: as massas. Esse pequeno motor foi a ação armada contra o quartel Moncada em Santiago de Cuba”.

O levante fracassou porque o fator surpresa, fundamental para o sucesso da ação, acabou não funcionando. No entanto, embora a ofensiva não tenha saído vitoriosa, Mata considera que ela acendeu o pavio que levou, mais tarde, ao triunfo da Revolução Cubana.

“Cinco anos, cinco meses e cinco dias depois da ação de Moncada, teve êxito a derrubada da tirania de Batista, [que era] apoiada pelos EUA. Assim, o revés de 26 de julho se converteu em vitória”, conta.

26 de Julho: dia da rebeldia cubana é comemorado em Brasília

Ato pelo dia da rebeldia cubana em Brasília | Foto: Aliuska Gomez 
Da Prensa Latina 

Na última quarta-feira (24), diplomatas de Cuba, Venezuela, Nicarágua, Angola, Bolívia e outros países, políticos brasileiros, representantes de movimentos sociais, solidários e cubanos residentes no Brasil comemoraram, em Brasília, o 66º aniversário do assalto ao Quartel Moncada, dia nacional da rebeldia cubana. 

Continuaremos o legado dos protagonistas de 26 de julho de 1953 e "como eles também estamos dispostos a sermos heróis ou mártires quando a Revolução precisar", disse Alexis Gonzalo, em nome da Associação Nacional de Residentes Cubanos no Brasil (Ancreb), no início do ato político-cultural para a data, realizado no teatro dos bancários, na capital do Brasil. 

O cubano denunciou o bloqueio brutal e desumano dos Estados Unidos que, há 59 anos, atinge a ilha socialista: "dilacerou muitas vidas, mas não nos derrotou".  Também condenou o fortalecimento desse cerco com novas medidas ditadas por Washington para sufocar o guerreiro povo cubano.

Após as palavras do presidente da Ancreb, o grupo musical Sabor de Cuba interpretou as lendárias canções "Yolanda", "Hasta siempre Comandante" e "Guantanamera". 
Evento também denunciou o bloqueio dos EUA contra Cuba | Fotos: Blog Hoy
Minutos depois foi feita uma apresentação sobre a data e Alejandro Malmierca, da Embaixada de Cuba no Brasil, falou sobre o feito de Moncada, que inspirou a retomada da luta armada, em 2 de dezembro de 1956, até alcançar a independência definitiva de Cuba, em 1 de janeiro de 1959, com o triunfo da Revolução.

quarta-feira, 24 de julho de 2019

26 de julho, dia da rebeldia cubana: onde comemorar no Brasil

Ato pelo dia da rebeldia cubana em Santiago de Cuba | Foto: Reuters/TeleSUR
Do Dicas sobre Cuba

No próximo dia 26, sexta-feira, celebra-se em Cuba o Día de la Rebeldía Nacional. Há 66 anos, Fidel Castro liderava o assalto aos quartéis Moncada, em Santiago de Cuba, e Carlos Manuel de Céspedes, em Bayamo, estratégicos para obter armamentos para a guerrilha revolucionária que se opunha à ditadura de Fulgencio Batista.

A conjuntura da época era marcada pela crise econômica, que relegou milhares à informalidade, à precarização e à fome, e pela instabilidade política, na qual os EUA patrocinaram um golpe de Estado para posicionar, novamente, um governante alinhado aos seus interesses neocoloniais na ilha.

Contudo, a operação contra os quartéis não obteve sucesso: dezenas de guerrilheiros morreram, a maior parte não em combate, mas após serem brutalmente torturados.

No entanto, a conquista de grande apoio popular aos guerrilheiros e a intensificação da oposição ao governo foram consequências políticas do assalto aos quartéis que Bastista não esperava.

A data da operação passou a denominar o grupo revolucionário liderado por Fidel, “Movimiento Revolucionario 26 de Julio” (MR 26-7). Em maio de 1955, depois de forte pressão popular, Fidel Castro e os demais revolucionários que permaneciam encarcerados foram libertados e prosseguiram com a luta contra o regime vigente até o triunfo da Revolução, quatro anos mais tarde.

Depois da Revolução, a data foi convertida em feriado nacional e, neste dia, rememora-se os revolucionários que foram assassinados em nome da causa social na qual acreditavam e o acontecimento que é considerado o ponto inaugural do período de lutas contra o imperialismo e à tirania de Batista.

No Brasil, o movimento de solidariedade a Cuba, através das Associações Culturais José Martí, organiza eventos para celebrar o 26 de julho. Saiba onde participar:

terça-feira, 23 de julho de 2019

26 de julho: dia da rebeldia nacional em Cuba

Ato pela comemoração do dia da rebeldia cubana em Santiago de Cuba | Foto: Yaciel Pena
Por Maria Leite 

“O que foi sedimentado em sangue, deve ser edificado com ideias”

A revolução cubana começou em 26 de julio, quando do assalto ao Quartel Moncada? Ou no dia primeiro de janeiro de 1959, depois a fuga do tirano Batista? Ou teve início nos vários levantes ocorridos na primeira metade do século XX, - as revoluções inacabadas -, que não atingiram seus objetivos, mas contribuíram para a construção da identidade dos cubanos? Uma corrente de historiadores defende que a revolução cubana começou em 1511, quando o cacique Hatuey, o primeiro rebelde das Américas, pegou em armas contra os colonizadores. 

Fidel Castro havia manifestado em diferentes ocasiões o rechaço à inoperância da oposição legal ao regime de Batista, que se limitava, em plena guerra fria, às denúncias no âmbito do congresso. Foi a partir deste contexto que Fidel e um pequeno destacamento, autodenominado Generación del Centenario, de diversas procedências geográficas e sociais, adotaram a estratégia insurrecional. Cem anos após o nascimento de Martí, para o grupo de jovens, atacantes de Moncada, era inaceitável tolerar passivamente que reinasse o despotismo e a entrega das riquezas da pátria cubana, sem atos de rebeldia, que o próprio Apóstolo da Independência demonstrara desde sua juventude. 

Dada a tradição de lutas anticolonialistas, que sempre caracterizou a parte oriental da Ilha, os insurgentes decidiram tomar os quartéis de Santiago. Do grupo, composto por 135 atacantes, 65 deles foram mortos, a maioria feitos prisioneiros e torturados. Fidel e um punhado de homens lograram alcançar as montanhas, porém em primeiro de agosto de 1953 foram presos pelo exército de Batista. Depois de dois meses de confinamento em solitárias, o jovem advogado de 27 anos decide assumir sua própria defesa, no manifesto conhecido como “A história me absolverá”.

quinta-feira, 26 de julho de 2018

Assalto ao quartel de Moncada: As razões revolucionárias

65 anos do ataque ao Moncada e Carlos Manuel Céspedes | Arte: Brasil de Fato
Por Wevergton Brito Lima no Resistência

O assalto ao Quartel de Moncada, em 26 de julho de 1953, portanto completando nesta quinta-feira 65 anos, foi um dos principais acontecimentos que antecederam a revolução cubana. A ação envolveu 131 jovens (eram 135 mas quatro desistiram pouco antes). Eles foram organizados e liderados por Fidel Castro, Abel Santamaría e Raúl Castro, e tinham por objetivo desencadear a luta armada contra a ditadura de Fulgêncio Batista.

Antes de partir para a ação, Fidel fez um último discurso a seus camaradas:

“Companheiros: Poderemos vencer dentro de poucas horas ou sermos vencidos, mas em todo caso, ouçam bem, companheiros, o movimento triunfará de qualquer forma. Se vencermos amanhã, será mais cedo do que Martí esperava. Se ocorrer o contrário, nosso gesto servirá de exemplo ao povo de Cuba, para tomar a bandeira e seguir adiante, o povo nos apoiará no oriente e em toda a ilha. Jovens do Centenário do Apóstolo! Como em 68 e 95, aqui no oriente damos o primeiro grito de Liberdade ou Morte! Vocês já conhecem os objetivos do plano. Sem dúvida alguma é perigoso, e todo aquele que saia comigo esta noite deve fazê-lo por sua vontade absoluta. Ainda está em tempo de decidir. Alguns terão que ficar por falta de armas, aqueles que estão determinados a ir, deem um passo à frente (foi este o momento em que quatro desistiram, Nota do Autor). A consigna é não matar, a não ser como última necessidade“.

A heroica iniciativa resultou em uma derrota militar. O Quartel de Moncada abrigava mil homens fortemente armados e o fator surpresa, fundamental para o sucesso da ação, por uma série de imprevistos não se concretizou. Outros 28 jovens atacaram, conforme os planos, o quartel Carlos Manuel de Céspedes, em uma ação que igualmente fracassou. Mesmo assim, o assalto aos quartéis Moncada e Céspedes foi o motor impulsionador e inspirador das ações futuras que redundaram na Revolução Cubana.

Seis revolucionários morreram no momento da ação. Outros 55, feitos prisioneiros ou capturados em seguida, foram torturados e assassinados, entre eles o segundo no comando do ataque, Abel Santamaria, de 25 anos.

Poucos rebeldes conseguem escapar da furiosa onda repressiva. Fidel e Raúl afinal são presos e condenados, assim como outros companheiros, a pesadas penas de prisão. No entanto, a simpatia popular cresce em torno dos jovens patriotas e em 1955 os presos políticos são anistiados e exilam-se no México, onde formam o Movimento 26 de Julho.

Regressam a Cuba em Dezembro de 1956, a bordo do iate Granma e dão início à guerrilha contra o regime a partir da Sierra Maestra. A Revolução triunfa em 1º de janeiro de 1959.

Para Fidel, não haveria revolução sem Moncada:

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Ato de Solidariedade a Cuba denuncia bloqueio e exige devolução de Guantánamo

Ato faz parte da Campanha Internacional da Federação Sindical Mundial (FSM) em defesa de Cuba, inaugurada hoje em todo mundo

Por Érika Ceconi do portal CTB

A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) realizou, nesta quarta-feira (26) no auditório do Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente (Sintaema) em São Paulo o “Ato Político em Solidariedade a Cuba”. A atividade faz parte da Campanha Internacional da Federação Sindical Mundial (FSM) em defesa de Cuba inaugurada hoje.

Em todo o mundo, as entidades sindicais filiadas e amigas da FSM realizaram ações para denunciar o bloqueio político e econômico dos Estados Unidos e seus aliados contra a ilha caribenha e a devolução do território de Guantánamo ao povo cubano.


Representantes de diversas categorias, lideranças políticas e sociais da juventude, pacifistas, mulheres, negros entre outros prestigiaram a iniciativa na capital paulista que contou com a presença do cônsul cubano, Antonio Mata Salas.

O diplomata fez um histórico da resistência cubana durante mais de meio século de bloqueio e denunciou as recentes declarações feitas pelo presidente norte-americano Donald Trump contra Cuba.


Em nome da CTB, o vice-presidente Nivaldo Santana destacou: “Nosso compromisso é lutar pelo internacionalismo proletário. Este ato representa nossa constante solidariedade a Cuba”, frisou Santana durante sua fala no encerramento do ato.

11 cidades brasileiras celebram o 26 de julho, marco inicial da Revolução Cubana

Comemoração do dia da rebeldia cubana, em Santiago de Cuba/2015 - Foto: Rádio Rebelde
Do Bloco

Também conhecido como Dia da Rebeldia Cubana, o 26 de julho é uma das datas mais importantes para Cuba e toda América Latina. Em 26 de julho de 1953 Fidel, Raul e outros revolucionários tentaram tomar de assalto o Quartel de Moncada, em Santiago de Cuba. A tentativa foi frustrada e vários combatentes foram capturados e assassinados. Fidel foi preso e condenado a 15 anos de prisão. Como advogado, fez ele próprio sua defesa, que ficou conhecida como 'A história me absolverá'.

Assista:


Em 1955 Fidel e outras combatentes do Quartel de Moncada exilados no México organizam o Movimento Revolucionário 26 de Julho; somam-se a eles outros revolucionários. Entre eles estava Ernesto Che Guevara. A bordo do iate Granma, em 2 de dezembro de 1956, retornam à Cuba clandestinamente e dão início a luta armada pelas montanhas de Sierra Maestra para a derrubada da ditadura de Fulgência Batista.

Em 1º de janeiro de 1959 triunfa a revolução cubana, Fulgêncio Batista foge e os revolucionários liderados por Fidel, Raul, Camilo, Che, Célia Sanchez tomam o poder e dão início ao governo socialista de Cuba, desenvolvendo fortemente áreas fundamentais com saúde, educação, direitos sociais, cultural, esporte, dentre outras.

Veja onde serão as comemorações do 26 de julho pelo Brasil:

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Entidades sindicais organizam atos no Brasil para denunciar bloqueio dos EUA a Cuba


Por Érika Ceconi do portal CTB 

O secretário de Relações Internacionais da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e secretário-geral adjunto Federação Sindical Mundial (FSM), Divanilton Pereira, realizou uma visita ao Consulado de Cuba em São Paulo, no último dia 4 de julho, para planejar as ações que serão realizadas no país contra o bloqueio político e econômico dos EUA à ilha caribenha - que este ano completou 55 anos.

A atividade irá inaugurar a Campanha Internacional de Solidariedade à Cuba que a FSM realizará no decorrer deste ano em todo o mundo. A data escolhida marca o início da Revolução Cubana quando os rebeldes fizeram o Assalto ao Quartel de Moncada em Santiago no dia 26 de julho de 1953.

Assista: 26 de julho de 53, assalto ao Moncada: O início da Revolução Cubana

A cônsul de Cuba em São Paulo, Nelida Hernandéz Carmona, apoiou a iniciativa. “Esta data é muito importante para o povo cubano”, declarou. Segundo ela, esta solidariedade internacional se faz necessária principalmente após as recentes declarações do presidente estadunidense Donald Trump que afirmou o cancelamento da política de aproximação dos Estados Unidos com Cuba, acordo firmado durante a gestão de Barack Obama.

Leia também:
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Movimento brasileiro de solidariedade a Cuba lança Moção de repúdio contra medidas de Trump
Raúl Castro: Cuba não tem que receber lições dos Estados Unidos

Nelida destacou ainda a urgência do fim do bloqueio político e econômico contra Cuba e a devolução do território de Guantánamo – localizado a cerca de 800 quilômetros de Havana – onde os EUA mantêm uma prisão desde 2002.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

A rebeldia que irradia: Mostra "Fidel é Fidel" vai até dia 13 de agosto em Brasília

Inaugurada no último dia 26, mostra é uma homenagem aos 90 anos de Fidel Castro


Inauguração de "Fidel é Fidel". Foto: Embaixada de Cuba
Do site do MPA

Na noite da última terça-feira, 26 de julho, dia em que se comemora a Rebeldia Nacional Cubana, deu-se por aberta a Mostra Fotográfica “Fidel es Fidel” [Fidel é Fidel], do cinegrafista cubano Roberto Chile, em comemoração ao 90º aniversário do Comandante em Chefe, Fidel Castro Ruz e o 63º aniversário do Dia da Rebeldia Nacional, no Teatro dos Bancário em Brasília. Na oportunidade se fizeram presente representantes do parlamento, dos movimentos populares, amigos e parceiros do comandante e de Cuba.

As obras expostas retratam a imagem em movimento do líder cubano, a vida, o legado, a memória registrada em papel, vídeo e na vida daqueles que o conheceram. Imortalizando o significado desses momentos decisivos da história, marcando no tempo o símbolo épico de um líder revolucionário. Descrito como guerrilheiro, soldado das ideias agudas, afiadas, provocantes, Fidel é Fidel, não há o que tirar ou ignorar. Desde os dias da Serra, o verde-oliva foi o sinal mais visível do guerreiro sem descanso. “Às vezes, por motivos de protocolo, tinha que vestir guayabera ou o clássico terno preto, mas logo voltava a usar as roupas da campanha, a mesma das dragonas com losango rubro negro entre laureis, Santo e sinal do líder revolucionário”, relata ele mesmo em uma das gravações exposta que leva o nome da mostra.

"Fidel é Fidel". Foto: Embaixada de Cuba
Além da abertura da mostra, o ato também celebrou o 90º aniversário de Fidel e 63º aniversário do Dia da Rebeldia Nacional. Onde a embaixadora de Cuba no Brasil, Marielena Ruiz Capote, destacou o legado de Fidel e a solidariedade internacionalista: “inspirador de muitos outros processos revolucionários”.

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63 anos do assalto ao Moncada é comemorado em Manaus
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Dia da rebeldia cubana é comemorado em Brasília com abertura da mostra "Fidel é Fidel"

Ato em homenagem ao "26 de julho" - dia da rebeldia cubana - também homenageou Fidel Castro

Marielena Ruiz Capote -embaixadora de Cuba - durante o evento

Com a presença de representantes do governo do Distrito Federal (DF); do grupo parlamentar de Amizade Brasil-Cuba; da frente parlamentar de solidariedade com Cuba da Câmara Legislativa do DF; das direções nacionais dos partidos PCdoB, PT, PDT, PSOL, PCB e Refundação Comunista; membros dos movimentos populares e sindicais; da Associação Nacional de cubanos residentes no Brasil; da Associação Nacional de médicos graduados em Cuba; da Brigada médica cubana no Brasil e de membros do corpo diplomático se celebrou no teatro dos bancários, no último dia 26, ato central pelo dia da rebeldia cubana, que este ano se dedicou a homenagear o Comandante Fidel Castro, líder da Revolução Cubana, pelos seus 90 anos a ser completados no próximo 13 de agosto.

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Na cerimônia se inaugurou a exposição “Fidel es Fidel” (Fidel é Fidel), de Roberto Chile. 

Atos similares se realizaram em São Paulo, Bahia, Manaus e Rio de Janeiro, onde se encontra uma parte da delegação cubana que participará dos jogos olímpicos Rio-2016.

Tradução e adaptação: Sturt Silva/Blog Solidários.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

26 de Julho: dia da rebeldia cubana é comemorado em Salvador

Celebração do "26 de Julho" na Bahia. Foto: Médicos de Cuba no Brasil
Da Brigada de médicos cubanos no Brasil 

O Consulado de Cuba em Salvador, uma representação da brigada médica cubana no Brasil, atletas do judô e taekwondo de Cuba, que se preparam na Bahia para os jogos olímpicos do Rio de Janeiro, festejaram o "26 de Julho" - mais conhecido como o dia da rebeldia cubana – na capital baiana. 

A celebração mostrou que os cubanos sentem-se orgulhosos com a data que marcou o início da independência definitiva de Cuba, finalmente conquistada com a Revolução de 1959. 

Além dos cubanos, compareceram na celebração, os amigos de Cuba, a Associação Cultural José Martí, os cubanos residentes em Salvador, o secretário estadual de esportes do estado, Álvaro Gomes, e demais autoridades baianas. 

A Cônsul de Cuba na Bahia, Laura Pujol, explicou o significado que tem o “26 de Julho” para os cubanos e manifestou alegria de poder compartilhar isso com os atletas e os médicos naquele dia. Já Rafael Manso, presidente da Federação cubana de Judô, agradeceu a oportunidade de celebrar em família essa bonita data, saudou os médicos cubanos por excelente trabalho realizado e reafirmou o compromisso da delegação cubana de representar Cuba com honra e dignidade.

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26 de Julho: Realizada em Manaus comemoração pelo 63º aniversário do assalto ao quartel de Moncada



Com a presença de amigos de Cuba, médicos cubanos do Programa Mais Médicos e residentes cubanos na região, o Consulado Geral de Cuba em Manus comemorou o dia nacional da rebeldia cubana.

O programa da celebração incluiu a apresentação de um vídeo sobre a organização dos ataques aos quartéis Moncada e Carlos Manuel de Céspedes, onde foi exposta a situação em Cuba no momento dessas ações. Posteriormente, o Cônsul Geral, Turcios Esquivel (foto), explicou a importância do movimento na luta final de Cuba para sua plena independência, o julgamento dos revolucionários e a alegação de Fidel, conhecido como História me absolverá, onde se traçou o programa da Revolução. 

Na atividade interveio também o Cônsul Geral da Venezuela, Faustino Torella, que dedicou emocionadas palavras para as ações de 26 de julho de 1953 e leu a mensagem do presidente Nicolás Maduro ao povo cubano pela data. 

A celebração também foi propícia para lembrar que nos próximos dias o organizador dessas ações, o Comandante-em-Chefe Fidel Castro Ruz, completa seu 90º aniversário, que será comemorado com alegria e felicidade por todos os revolucionários do mundo.

Edição: Blog Solidários.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Movimento Paulista de Solidariedade a Cuba: Viva Fidel, Viva Cuba, Viva o Socialismo!

Viva o 26 de Julho, dia da Rebeldia Cubana!


Comemoração do dia da rebeldia cubana, em Santiago de Cuba/2015

Em 26 de julho de 1953, sob uma violenta ditadura militar, revoltados com a miséria, o analfabetismo, as péssimas condições de vida do povo, um grupo de lutadores, liderados por Fidel Castro e Abel Santamaria, assaltaram o quartel de Moncada e Carlos Manuel de Céspedes em Cuba. Neste combate muitos foram mortos e presos, inclusive Fidel.

Durante seu julgamento, Fidel fez sua própria defesa que ficou conhecida como "A história me absolverá". Anistiado em 1955, ele, seu irmão Raul e outros companheiros e companheiras como Camilo Cienfuegos e Che Guevara, além da primeira mulher guerrilheira Célia Sánchez criaram o Movimento 26 de julho, uma organização que triunfou 6 anos depois, em 1º de janeiro de 1959, pondo fim à ditadura de Fulgêncio Baptista e tomando o poder junto do povo cubano.

Desde então a Revolução Cubana vem construindo o caminho socialista que hoje inspira todos os povos pela sua lealdade aos princípios e ideais de justiça, igualdade, liberdade, soberania e solidariedade entre os trabalhadores de todo o mundo.

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