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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Fidel Castro: Exemplo aos revolucionários de todo o mundo

Fidel Castro e Hugo Chávez numa pintura de Hélder Becerra
Do Fuzil contra Fuzil

Neste 13 de agosto de 2015, o Comandante Fidel Castro Ruz completa seus 89 anos. É imperativo a qualquer anti-imperialista e comunista sincero não só saudar, como também reconhecer a importância desse grande homem para a História da libertação dos povos, e, principalmente, para América Latina. Ainda mais se considerarmos que esse continente segue, à parte de Cuba, sob a dominação mais cruel e parasitária do Imperialismo estadunidense.

Como revolucionário, Fidel Castro foi capaz de compreender, de maneira exata, ainda que inicialmente sem assumir o marxismo-leninismo, que Cuba deveria superar a velha relação de dominação existente, e que isso só poderia ocorrer através de uma revolução levada a cabo por seu povo, com armas nas mãos. Também, posteriormente, compreendeu que somente o nacionalismo não seria suficiente para garantir a independência almejada em um país semi-colonial. Assim, levantou alto a bandeira do comunismo "debaixo dos narizes" do imperialismo, como afirmou em um histórico discurso. O país de analfabetos, da subjugação cotidiana e da miséria converteu-se no país de um povo culto e que não teme dar sua vida por sua independência. Converteu-se no primeiro país a reivindicar o socialismo na América.

Se os povos fazem sua História por caminhos tortuosos e de muitos combates, o povo cubano pode contar com um verdadeiro Comandante para liderá-lo nessas duras batalhas. Fidel, não só compreendeu seu contexto, como foi  capaz de vislumbrar e conduzir esse povo pelo caminho revolucionário, caminho que, em última instância, é invencível.

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Razões para ser fidelista (em homenagem aos 89 anos de Fidel Castro)
50 verdades de Fidel Castro

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Raúl Castro: livro narra história de um homem em Revolução

Capa do livro. Por Granma

No livro "Raúl Castro: um homem em Revolução” ("Raúl Castro: un hombre en Revolución”, título em espanhol), Nicolai S. Leonov, amigo pessoal do atual presidente cubano, tenta criar uma das obras que, com mais objetividade, trata da personalidade do estadista. A obra não somente aborda a vida pessoal do general do Exército, mas constitui uma compilação dos feitos que marcaram a Ilha nas últimas décadas.

Conta Leonov, em seu texto, que, em março de 1978, durante a celebração do 20º aniversário da Segunda Frente Oriental, escutou dizerem para Raúl: "fomos capazes de fazer a história, mas, até o presente, fomos incapazes de escrevê-la”. Com este livro, anuncia o autor desde as primeiras páginas, "preencherei este vazio”.

E com este objetivo construiu uma obra que nasce em maio de 1953, quando conheceu o atual presidente dos Conselhos de Estado e Ministros de Cuba, a bordo do barco Andrea Gritti. Então, Leonov viajava para o México para estudar na Faculdade de Filologia e Filosofia da Universidade Nacional Autônoma, depois de ter participado da preparação do Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes, que seria realizado, em agosto daquele ano, em Bucareste (Romênia).

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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Exposição em São Paulo fala da Revolução Cubana em tom pessoal

"Um Olhar sobre Cuba", em cartaz no MIS até 10 de agosto, reúne fotos, cartazes e outros documentos de jornalista que trabalhou no aniversário da Revolução

Che Guevara e a esposa, Aleida March; foto está exposta no MIS até 10 de agosto
Por Camila Moraes no Opera Mundi

Contra a polarização que ronda a ilha de Cuba, há um caminho a ser tomado: procurar toda a informação que não circula pelas vias tradicionais, escutar os cubanos e suas histórias, visitar o país. É essa, sem dúvida, a maneira mais eficiente de se aproximar de uma realidade cheia de matizes frequentemente ignorados pelos extremos políticos e pela imprensa.

Para quem não tem planos imediatos de viajar pra lá, uma dica é visitar a exposição “Um olhar sobre Cuba”, que desde o início de julho está em cartaz no Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo – e lá permanece até 10 de agosto, com entrada gratuita. Trata-se de uma pequena mostra curada por Rose Carvalho, uma brasileira que residiu em Cuba por dois anos na década de 80 e que atuou como assessora de imprensa na divulgação do evento comemorativo de 30 anos da Revolução Cubana.

O leitor mais desconfiado concluirá que já conhece essa história. Mas, não se trata de escolher lados – e, sim, de conhecer um deles.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Documentário Che 40 anos depois (2007)


Ernesto Che Guevara é lembrado por Pombo e Urbano, dois rapazes protegidos do guerrilheiro que lutou no Congo e na Bolívia. Eles contam como sobreviveram depois de sua morte em outubro de 1967 em Las Higueras. Meninos naquela época, revelam que nunca foram abandonados por Che nos 11 anos e 7 meses que o acompanharam. São testemunhas oculares de uma história que os livros não contam.

 Memórias Cubanas - Che 40 Anos Depois - é um filme de Gianni Miná.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Alfredo Guevara: lealdade, compromisso e lucidez

Por Pedro de la Hoz no Granma

Fidel com Guevara, quando lhe entregaram o título de Doutor Honoris Causa, pelo Instituto Superior de Arte, em 1994.
Alfredo Guevara, fundador do cinema cubano da Revolução e um dos principais promotores do Novo Cinema Latino-Americano, morreu em Havana na sexta-feira, aos 87 anos, como consequência de uma doença cardíaca agravada nas últimas semanas.

Poderia ter sido exclusivamente um homem de cinema e isso lhe bastaria para figurar entre as personalidades de maior relevo na cultura cubana ao longo do século 20. Mas também foi um homem da política, um defensor e difusor infatigável das ideias socialistas, um combatente leal e lúcido, comprometido entranhavelmente com o pensamento e a ação de quem foi para ele, do mesmo momento em que o conheceu nos prédios universitários, seu guia e paradigma, Fidel Castro.

Amador e conhecedor da chamada sétima arte, da qual foi promotor na Sociedade Cultural Nosso Tempo, Guevara compartilhou com Julio García Espinosa e Tomás Gutiérrez Alea os avatares da filmação de El mégano, filme sequestrado pela tirania perante sua forte carga de denuncia social.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Homenagem a Alfredo Guevara em Conselho Executivo da Unesco

CAMARADA ALFREDO GUEVARA, PRESENTE!


Paris, 25 de abril - Prensa Latina

O Conselho Executivo da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) rendeu hoje uma homenagem ao destacado intelectual e revolucionário cubano Alfredo Guevara, recentemente falecido em Havana.

A representante de Barbados e atual presidenta do Conselho, Alissandra Cummins, mencionou a participação de Guevara como membro desse órgão principal da Unesco e pediu um minuto de silêncio, que foi guardado de pé por todos os presentes.

Nascido em 1925 na capital cubana, Guevara participou ativamente na luta clandestina contra a ditadura de Fulgencio Batista e depois do triunfo da Revolução, o 1 de janeiro de 1959, toda sua obra esteve dedicada por completo a essa causa.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Grandes aniversários de 2013

Fonte: GRANMA

No recém-nascido ano 2013 comemoraremos grandes aniversários patrióticos, que têm uma grande importância na história de lutas de nosso povo.

O primeiro, por sua antiguidade e impar transcendência, é o dia 28 de janeiro, pois há 160 anos, em 1853, nasceu nosso Herói Nacional, o Apóstolo José Martí.

O segundo é a comemoração do 145º aniversário do glorioso Grito de 10 de outubro de 1868, dia primigênio em que o Pai da Pátria, Carlos Manuel de Céspedes, deu início à primeira guerra de independência dos cubanos contra a opressão colonial espanhola e a escravidão do negro.

O terceiro, levando a mesma ordem, em 15 de março de 1878, será lembrado o dia do Protesto de Baraguá, em que o general Antonio Maceo Grajales, um dos mais gloriosos dos nossos combatentes, alcunhado o Titã de Bronze, há 135 anos, tornou patente o viril rechaço à rendição das tropas que lutavam pela independência da Ilha.

O quarto, pela data em que aconteceu e o único doloroso dos referidos, em 27 de novembro de 1893, é o 120º aniversário da morte da Mãe da Pátria, Mariana Grajales de Maceo, no duro exílio, na Jamaica.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Cuba: 54 anos de Revolução


A população cubana iniciou o ano de 2013 com a comemoração dos 54 anos da Revolução no país, que retirou Fulgencio Batista do poder em 1959. À meia-noite local, como já é tradição no país, uma bandeira foi hasteada em Santiago de Cuba, cidade pela qual entraram no território Fidel Castro e suas tropas.


De acordo com a Telesur, 160 municípios realizaram festividades pelo aniversário da Revolução Cubana. Outros eventos estão previstos para o dia 6 de janeiro.


Líderes de diversos países felicitaram o governo cubano nesta terça-feira (1/1). Entre eles estão Jamaica, Romênia, Suriname, Nicarágua, entre outros.

O vice-presidente venezuelano, Nicolás Maduro, que está em Havana acompanhando a recuperação de Hugo Chávez, também agradeceu a colaboração de Cuba com seu país.

“Em nome do comandante Hugo Chávez Frías e com o mais profundo amor de Simón Bolívar, quero destacar a nossa infinita gratidão pelo desprendimento, a entrega e a solidariedade que encarnam cotidianamente as Missões Cubanas na Venezuela.”

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Morre Enrique Oltuski, um dos líderes da Revolução Cubana


Socialista, de 82 anos, foi amigo íntimo de Che Guevara com quem lutou na guerrilha contra Fulgêncio Batista

Um dos líderes da Revolução Cubana, Enrique Oltuski (foto) faleceu aos 82 anos neste domingo (16/12) em Havana. 

Amigo íntimo de Ernesto Che Guevara, este socialista participou do Movimento 26 de julho durante a luta contra o ditador Fulgêncio Batista e até os dias atuais, atuou no Ministério da Indústria da Pesca. De acordo com o relatório oficial, Oltuski faleceu de "insuficiência respiratória" na capital cubana. Seu corpo foi cremado e enterrado no cemitério de Colón em Havana neste domingo (16/12). 

Durante a revolução, o político cubano era o responsável do movimento socialista na província central de Las Villas (atual Villa Clara) aonde conheceu Che Guevara quando este chegou com as colunas guerrilheiras em 1958 na região. Logo, se tornaram amigos e Oltuski trabalhou sob as ordens do argentino por cinco anos. Foi ele que apresentou Che Guevara a Aleida March, que se tornaria a sua segunda esposa. Oltuski participou, durante anos, do governo cubano, liderando o Ministério de Comunicação e da Pesca.

Fonte: Opera Mundi.

sábado, 27 de outubro de 2012

África do Sul homenageia o lutador cubano Jorge Risquet

Fonte: PRENSA LATINA

O Governo da África do Sul concedeu a Jorge Risquet Valdés, membro do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, a Ordem Parceiros de Oliver Tambo. O dirigente cubano, que preside a delegação cubana à III Conferência Internacional de Solidariedade, recebeu a condecoração, em sua categoria prata, por sua destacada participação na luta dos povos de Angola, Namíbia e África do Sul contra o apartheid.

Também, por tomar parte nas negociações tripartites que conduziram à libertação dessas nações africanas do regime racista sul-africano.

Cuba apoiou a luta do Congresso Nacional Africano, como movimento de libertação da África do Sul, que propiciou que o líder histórico Nelson Mandela assumisse a presidência deste país em 1994, mediante eleições multirraciais que desterraram o vergonhoso regime do apartheid.

Foram também condecorados, entre outras personalidades, o ex-premiê da Jamaica Percival Patterson, categoria ouro, segundo informaram meios de imprensa.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Raúl homegeia Ho Chi Minh

Fonte: PRENSA LATINA

"Ao Vietnã há que agradecer pelas lições que nos deu sempre", afirmou hoje aqui o presidente de Cuba, Raúl Castro, em uma jornada de visita particularmente evocadora.

Iniciou o programa previsto depositando oferendas florais diante do monumento dos mártires das guerras livradas pelos vietnamitas por sua independência e no Mausoléu onde repousa Ho Chi Minh.

Ao evocar a venerada personalidade recordou o encontro com ele, durante sua primeira visita a Hanói, em 1966, a quem prometeu que quando Saigón fosse libertada iria a este local.

Disse que demorou muitos anos para fazer isso, mas que cumpriu sua palavra em 2005, em ocasião do aniversário de 30 anos da grande vitória que conduziu à reunificação do país.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Vilma Espín, exemplo de justiça e integridade. (vídeo em espanhol)

Cidade natal homenageia a heroína cubana Vilma Espín

Fonte: VERMELHO

Santiago de Cuba, 18 jun (PL) O legado da heroína cubana Vilma Espín Guillois foi exaltado nesta segunda-feira (18) em Santiago de Cuba, como revolucionária desde os tempos de estudante.

O movimento de homenagem se estendeu a todo o país, com ações inclusive comemorativas, entre as quais se sobressaíram as conferências nas universidades do Oriente, eventos nos quais os participantes tiveram a oportunidade de conhecer várias facetas da vida de Vilma, símbolo do empenho pela dignificação das mulheres e defensora dos direitos da família.

O memorial que leva seu nome, nesta cidade do oriente cubano, foi montado na casa onde a líder viveu a infância e reuniu participantes mulheres que trabalharam com Vilma na luta revolucionária.

A homenagem terminou com uma peregrinação popular e uma coroa de flores oferecida pelas autoridades do país e depositada no mausoléu da Segunda Frente Oriental Frank País, onde repousam restos de combatentes revolucionários, entre eles os de Vilma Espín a qual é recordada com admiração especial.

domingo, 20 de maio de 2012

José Martí e a batalha de 19 de maio


Fonte: VERMELHO

Yo soy un hombre sincero de donde crece la palma y antes de morirme quiero echar mis versos del alma. Oculto en mi pecho bravo la pena que me lo hiere: el hijo de un pueblo esclavo vive por él, calla y muere. (José Martí)
Por Maria do Carmo Luiz Caldas Leite

Quando da chegada dos espanhóis à ilha, em 1492, Cuba era habitada por indígenas. Há quem se refira piedosamente a essa realidade como o encontro de duas culturas. Os nativos foram utilizados em trabalhos rudes, enquanto a Espanha introduzia em Cuba a propriedade privada. O enriquecimento dos colonizadores apoiou-se na submissão imposta aos nativos e inserindo na ilha o regime de servidão feudal. Os registros da sociedade produzida pelo açúcar e a história da escravidão tem interfaces de séculos com profundas marcas na sociedade cubana. Os negros alavancaram um desenvolvimento material discriminatório, mas com seu espírito de rebeldia semeou-se o caminho da independência.

Em 1868, no marco inicial das guerras de libertação, o colapso do colonialismo na ilha era iminente, porque todas as classes sociais do país repudiavam o regime imposto. A burguesia açucareira cubana, ainda que colaborasse economicamente com a insurreição, estreitava seus contatos com os Estados Unidos. Esses fatos foram profundamente marcados pela trajetória de José Martí (1853-1895), o “apóstolo” nacional de Cuba, homem de pensamento aliado à ação, que soube vincular a beleza ao verso e à prosa. O jornalismo, conjugado com a atividade política, ocupou grande parte de suas atividades. 

quinta-feira, 22 de março de 2012

José Ramon Fernandez deixa governo cubano e passa ser conselheiro de Raúl


Fonte: DGABC


O governo cubano substituiu nesta quinta-feira o integrante mais antigo do governo do presidente Raul Castro, o general José Ramon Fernandez, de 88 anos. O militar ajudou a moldar o Exército do país e comandou a defesa cubana durante a invasão da baía do Porcos.


Fernandez, antigo membro do Comitê Central do Partido Comunista, deixou a vice-presidência do Conselho de Ministros, segundo nota oficial publicada no jornal do partido, o Granma. Jose M. Miyar Barrueco, de 79 anos, também está deixando seu posto como ministro da Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente.

Castro já lamentou publicamente que Cuba não tenha produzido novos líderes para substituir os que têm entre 70 e mais de 80 anos e que ocupam muitos cargos em seu governo. Preparar-se para a próxima geração é uma prioridade de seus cinco anos de mandato, afirmou o presidente.

O Granma disse que Fernandez será nomeado conselheiro especial de Castro em reconhecimento por seus serviços ao país e louvou "sua experiência, os resultados positivos e particularmente suas contribuições do desenvolvimento educacional do país".

terça-feira, 13 de março de 2012

Granma faz homenagem aos heróis do 13 de março de 1957


O GESTO DO 13 DE MARÇO DE 1957.
Fonte: GRANMA
Tradução: Robson Luiz Ceron - Blog Solidários.

José Antonio Echevarria, Fidel Castro e René Anillo. Cidade do México, 29 de agosto de 1956 
Hoje nossos estudantes e todo nosso povo comemoram o aniversário das ações revolucionárias do dia 13 de março de 1957, que já são parte da história do país, expressando o heroísmo dos estudantes universitários na luta pela liberdade e independência.

Aos 55 anos daquele evento, que comoveu a capital e a nação, a imagem dos protagonistas do assalto ao Palácio Presidencial e a Operação Rádio Relógio se agiganta aos olhos de todas as pessoas, como um exemplo de heroísmo, de valor a toda prova e de entrega absoluta ao cumprimento do dever.

"Se nós falharmos, o nosso sangue indicará o caminho da liberdade. Porque tenha ou não o êxito que esperamos, a comoção que gerara vai ultrapassar-nos no caminho para o triunfo. Mas, é a ação do povo que será fundamental para alcançá-lo".

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Morre Joel Iglesias, o comandante mais jovem da Revolução Cubana

Fonte: DIÁRIO LIBERDADE 

Morreu nesta terça-feira (15/11) em Havana Joel Iglesias Leyva, que foi o comandante mais jovem da guerrilha liderada por Fidel Castro que derrubou a ditadura de Fulgêncio Batista em 1959.

Iglesias nasceu em 1941 em uma família de camponeses pobres que simpatizavam com o Movimento 26 de Julho. Com 14 anos integrou as forças revolucionárias, tornou-se tenente aos 15 anos e comandante aos 17 anos, o mais jovem da Revolução Cubana.

Ele combateu o Exército em Sierra Maestra no início de 1957 sob o comando do guerrilheiro Ernesto Che Guevara.

Após o triunfo da Revolução em 1 de janeiro de 1959, Iglesias foi o primeiro presidente da Associação de Jovens Rebeldes, que poucos anos depois se transformou na União de Jovens Comunistas.

Ele relatou as suas experiências no livro "De la Sierra Maestra al Escambaray", pubicado em 1975.

O corpo do ex-comandante revolucionário será cremado e suas cinzas serão depositadas no Panteão dos Veteranos do Cemitério de Colón, em Havana.

 

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Julio Casas, por Raúl Castro.


Palavras de Raúl Castro sobre Julio Casas Regueiro, na proposta como ministro das Forças Armadas Revolucionárias, perante a Assembleia Nacional, em 24 de fevereiro de 2008
Fonte: GRANMA

[... ] devo abandonar imediatamente o cargo de ministro das Forças Armadas Revolucionárias, que desempenhei desde o mês de outubro de 1959. Com certeza, me considero com o direito de envergar, de vez em quando, meu uniforme, tal como meu amigo Juancito (Juan Almeida), Guillermo (García), Ramiro (Valdés) e demais colegas das Forças Armadas; e também tenho, por razões do cargo pelo qual vocês me acabam de eleger, a máxima responsabilidade nas questões da defesa do país. E para esse cargo, os mesmos colegas antes mencionados, que foram partícipes da primeira proposição que acabo de fazer-lhes, propomos o general-de-corpo-de-exército, vice-ministro primeiro das forças armadas, Julio Casas Regueiro (Aplausos).

É notável que vocês não o conhecem, eis sua biografia:

Foi fundador do Segundo Front Oriental "Frank País".

Em 1959, fundador, junto com outros colegas, da Coluna 6 desse front, da Polícia Nacional Revolucionária. Com tal instituição participou dos combates da Baía dos Porcos.

sábado, 3 de setembro de 2011

Falecimento de Julio Casas Regueiro, Ministro da FAR de Cuba, herói da Revolução.


Ministro das Forças Armadas de Cuba, Julio Casas, morre aos 75 anos
Fonte: UOL 

Havana, 3 set (EFE).- O ministro das Forças Armadas Revolucionárias e vice-presidente do Conselho de Estado de Cuba, general Julio Casas Regueiro, morreu neste sábado em Havana, aos 75 anos, devido a uma parada cardiorrespiratória, informou o canal de televisão estatal.

O corpo do ministro foi transferido para um salão do Ministério das Forças Armadas (FAR) em Havana, segundo uma nota do Birô Político do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, lida em um informativo do canal.

A nota informa que o corpo será transferido ao mausoléu da Segunda Frente Oriental Frank País, em Sierra Maestra, no leste do país, berço da revolução cubana, onde receberá honras militares.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Os membros do Birô Político, Secretarido e Comitê Central, depois do VI Congresso, do PC de Cuba

O VI Congresso do Partido Comunista de Cuba teve seu encerramento nesta terça-feira, 19 de abril, com a presença do líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro. O presidente cubano Raul Castro, chefe do conselho de estado e dos ministros, foi eleito novo secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, que conta atualmente com 115 membros (foto).O segundo secretário agora é José Ramón Machado Ventura, que é vice presidente de Cuba.

Para o Birô Político (escritório político), encabeçado por Raul Castro, 12 foram reeleitos e três foram eleitos para a nova função, num total de 15, quatro a menos do que da gestão passada. Para o Secretariado (órgão executivo), que será encabeçado por Machado Ventura, foi eleito 7 membros.