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terça-feira, 29 de setembro de 2015

Ramón Salazar, herói cubano: "Cuba está preparada para novas batalhas contra o Império"

A Carta Maior entrevistou [matéria do dia 27 de setembro] um dos ex-agentes cubanos infiltrados entre terroristas de Miami, libertado após o restabelecimento de relações entre EUA e Cuba


Por Darío Pignotti na Carta Maior

“Gostaria de dizer ao papa, pessoalmente, o quanto eu estou agradecido pelo que ele fez por mim e pelos meus quatro companheiros”. Ramón Labañino Salazar é um dos cinco heróis cubanos condenados por um tribunal de Miami e liberados em dezembro de 2014, depois de 16 anos de prisão.

Salazar estava acompanhado por sua esposa, Elizabeth Palmeiro, quando concedeu esta entrevista exclusiva a Carta Maior, em uma antiga casona da Rua 17, que desemboca no Malecón, onde Francisco e seu papamóvel passaram na noite de segunda-feira (21/9), em sua despedida de Havana.

Depois dos cinco dias de visita ao país caribenho, Francisco voou rumo a Washington, e dali até Nova York, onde pronunciou um discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas, nesta sexta-feira (25/9), sendo aplaudido por um Raúl Castro que retornou aos Estados Unidos após de 56 anos de uma guerra fria recentemente concluída.

Eixo Raúl - Francisco

– O fato de que Raúl receba o papa em Havana e depois viaje aos Estados Unidos para escutá-lo indica que as relações passaram a ser bastante amigáveis.

– É verdade, porque este é um papa diferente. Eu diria até que é um papa progressista, que fala bem dos nossos povos, que critica fortemente o capitalismo e as guerras. Ele é uma pessoa que observa claramente a situação internacional. É um amigo de Cuba. Ou seja, as coisas que ele faz e diz são realmente admiráveis, ainda mais vindas de um papa. Isso é algo que nunca havia acontecido e faz com que nos sintamos mais próximos a ele. Há muitos comentários sobre a participação dele no processo que levou à nossa liberdade, e tomara que algum dia eu possa conversar com ele sobre isso, eu gostaria muito de uma oportunidade dessas. Claro que ele, que é uma pessoa de modéstia infinita, não quis reconhecer essa ajuda, mas qualquer que tenha sido sua intervenção já é o suficiente para eu querer agradecer. Ele tem a nossa gratidão e a nossa admiração.

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Sobre o Herói René González: 
"Foi muito difícil deixar Cuba como traidor"
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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Herói cubano: "Nós cubanos não nos afastamos nem um milímetro de nossos princípios"

Em entrevista exclusiva ao Brasil de Fato, Gerardo Hernández, um dos “cinco heróis cubanos”, fala sobre terrorismo, a relação entre Cuba e os EUA e o embargo econômico: "não perdoaram Cuba por ter feito a primeira revolução na América".

Em Porto Alegre, Geraldo visitou o Memorial Luis Carlos Prestes. Por Guilherme Santos/ Sul 21
Por Catiana de Medeiros e Vivian Fernandes, do Brasil de Fato

Há um mês, os Estados Unidos anunciou a retirada de Cuba da lista de países que consideram terroristas. A medida foi tratada um avanço no sentido do restabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países, rompidas em 1961, dois anos após a Revolução Cubana. Apesar disso, tal medida não põe fim ao embargo econômico que os norte-americanos impõem sobre a nação cubana.

Passos de aproximação entre os dois países já haviam sido dados pouco tempo antes. Um dos mais marcantes foi a libertação de todos os “cinco heróis cubanos”, como são chamados em Cuba. Gerardo Hernández é um deles, sendo posto em liberdade em dezembro do ano passado.

Gerardo esteve preso por 16 anos em um presídio norte-americano. Ele e outros quatro companheiros - Antônio Guerrero, Fernando González, Ramón Labañino e René González - foram presos na Flórida (EUA), em 1998. A saga dos cinco é relatada no livro Os Últimos Soldados da Guerra Fria, do brasileiro Fernando Morais.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Sem Terrinha homenageiam Gerardo Hernández, um dos 5 heróis cubanos

A homenagem fez parte de um ato receptivo a Hernández, que veio a Porto Alegre agradecer o apoio que ele e os outros quatro heróis que estiveram presos nos EUA.



Por Catiana de Medeiros da página do MST

Na última quarta-feira (10), Sem Terrinha do assentamento Filhos de Sepé, no município de Viamão (RS), homenagearam Gerardo Hernández – um dos cinco heróis cubanos –, que passou 16 anos (1998-2014) preso nos Estados Unidos (EUA), acusado por espionagem e terrorismo.

Bruno Zang e André Moraes entregaram ao patriota uma cesta de produtos da Reforma Agrária, seguida pela eclamação de uma poesia  pelo militante do Setor de Juventude do MST, Anderson Girotto. A homenagem fez parte de um ato receptivo a Hernández, que veio a Porto Alegre agradecer o apoio que ele e os outros quatro heróis – Antônio Guerrero, Fernando González, Ramón Labañino e René González – receberam dos gaúchos no período em que estiveram presos em Miami.

O presidente da ACJM/RS, Ricardo Haesbaert, agradeceu a todas as pessoas que participaram das atividades realizadas em solidariedade aos cubanos e afirmou que a militância foi fundamental para a conquista da libertação deles. “Não foi apenas um processo de luta pela libertação de cinco companheiros, foi também a luta por uma sociedade mais justa, mais fraterna, mais solidária, e mais socialista. É esse o nosso objetivo final e, enquanto nós não conseguirmos, a nossa luta não vai parar”, garantiu.

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Líder dos “Cinco Cubanos” fala sobre os 16 anos de prisão nos EUA
TV Cidade Livre de Brasília: Entrevista com o antiterrorista cubano Gerardo Hernández

quarta-feira, 17 de junho de 2015

TV Cidade Livre de Brasília: Entrevista com o antiterrorista cubano Gerardo Hernández

Ele veio ao Brasil para agradecer a mobilização que o livrou de duas prisões perpétuas e mais 15 anos de encarceramento. 


Gerardo Hernández tinha apenas 27 anos quando, em 1995, juntamente com outros companheiros, embarcou numa ação altamente temerária: infiltrar-se nos meios anticastristas e da ultradireita da Flórida, dentro da maior potência do mundo, os Estados Unidos, para prevenir as ações terroristas contra o seu país. 

Naquele momento, Cuba, em pleno período especial seguido do colapso da União Soviética, havia sofrido 300 atentados a hotéis, museus e outros pontos turísticos, com 3.500 vítimas. O objetivo era bombardear aquela única fonte de divisa para que a ilha de Fidel também desmoronasse.

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Mas a história tomou outro rumo com o trabalho dos cinco heróis e a resistência dos cubanos e de seus amigos no exterior. Os atentados são coisas do passado e Cuba, 20 anos depois da odisseia de Hernández, Antonio Guerrero, Fernando González, Ramón Labañino e René González, agora embarca numa nova era de paz, inclusão e progresso, no mesmo ritmo dos países irmãos progressistas da América Latina.

Para contar sua história, Gerardo Hernández conversou com FC Leite Filho e Beto Almeida, nesta edição especial do cafenapolitica.com.br e Fundação Leonel Brizola, do PDT.

Assista:

Líder dos “Cinco Cubanos” fala sobre os 16 anos de prisão nos EUA

Em Porto Alegre, Geraldo visitou o Memorial Luis Carlos Prestes, que deve ser inaugurado ainda este ano.
Por Guilherme Santos
Por Marco Weissheimer no Sul 21

Gerardo Hernández Nordelo ficou 16 anos e 4 meses preso nos Estados Unidos. Ele fazia parte do grupo dos “Cinco Cubanos”, presos em 1998 na Flórida sob a acusação de espionagem. Os cinco faziam parte de um grupo da inteligência cubana que monitorava a prática de grupos sediados em Miami, acusados de promover invasões e atentados contra Cuba. Um desses atentados, organizados por Luis Posada Carriles, derrubou em 1976 um avião da companhia Cubana de Aviação, resultando na morte de 73 pessoas. Carriles vive até hoje em Miami, gozando da proteção do governo dos Estados Unidos. A missão de Gerardo Hernández e seus colegas era infiltrar e monitorar esses grupos para tentar evitar novos atentados contra alvos cubanos.

Acabaram presos e condenados às sentenças máximas. No caso de Gerardo, foram duas prisões perpétuas e mais 15 anos. “Eu era o único que não tinha data para sair”, relata o integrante da inteligência cubana que esteve em Porto Alegre na semana passada para agradecer a campanha de solidariedade coordenada pela Associação Cultural José Martí. Em entrevista ao Sul21, concedida no Memorial Luiz Carlos Prestes, Gerardo Hernández fala sobre a experiência de mais de 16 anos de prisão nos Estados Unidos e também sobre o presente e o futuro de seu país. Ele considera a melhoria das relações entre Cuba e Estados Unidos como algo inevitável e destaca que os povos dos dois países têm muitas coisas em comum.

Por outro lado, adverte que há setores nos EUA que verão essa reaproximação como uma oportunidade para tentar fazer o que não conseguiram por meio de invasões e atentados terroristas: derrotar a revolução cubana. Gerardo garante que o povo cubano não vive de costas para os problemas que precisa enfrentar. “Como toda sociedade, temos nossas luzes e nossas sombras. Felizmente, as nossas luzes são muito maiores que as sombras”, afirma.

Sul21: Você poderia falar um pouco sobre a tua formação e como acabou indo trabalhar no serviço de inteligência cubano, em Miami, trabalho este que resultou na tua prisão e de outros integrantes do grupo com o qual trabalhava?

Gerardo Hernández: Meu nome é Gerardo Hernández Nordelo, nasci em 1965 e completei 50 anos no último dia 4 de junho. Sou formado em Relações Políticas Internacionais, no Instituto Superior de Relações Internacionais, em Havana. Eu me graduei em 1989 e me inscrevi como voluntário para ir lutar em Angola, nos anos em que Cuba participava da guerra contra o colonialismo na África. Cumpri missão internacionalista em Cabinda, como chefe de um pelotão de exploradores.

Sul21: Quanto tempo você ficou lutando em Angola?

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terça-feira, 9 de junho de 2015

Carta da 22ª Convenção de Solidariedade a Cuba: ao povo e ao governo do Brasil e de Cuba

Pernambuco sediou, nos dias 04, 05 e 06 de junho, a 22ª Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba, com a presença de 480 delegados vindos de 18 estados, representando 54 organizações. 

Comissão executiva da XXII Convenção
Abaixo, segue a íntegra da Carta do Recife.

Nas hospitaleiras cidades de Recife e Olinda, Estado de Pernambuco, terra de tantas revoluções libertárias, de heróis patrióticos e internacionalistas, como José Inácio de Abreu e Lima, Miguel Arraes, David Capistrano e Gregório Bezerra, no dia 6 de junho de 2015, os 480 delegados e convidados à 22ª Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba celebramos, junto a Gerardo Hernández Nordelo, uma das mais importantes vitórias do movimento de solidariedade internacional com a Causa dos Cinco: estes voltaram à Pátria, ao seio do povo que defenderam de forma digna e heroica, e, de onde seguem, com mais força e convicções, defendendo o Socialismo que cubanas e cubanos assumiram, por esmagadora maioria, como opção histórica de desenvolvimento social, democracia e justiça para todos.

O regresso dos Cinco demonstrou o valor insubstituível da solidariedade na defesa das causas justas dos nossos povos e confirmou a utilidade dos esforços como o que realizamos hoje.

Somos protagonistas de uma das maiores Convenções de Solidariedade celebradas até hoje no Brasil, com recorde de delegados (480), de organizações de solidariedade representadas (54), de estados com delegações presentes (18) e de movimentos sociais e partidos amigos de Cuba. Fato que nos orgulha e estimula.

Constatamos, com satisfação, que a expansão do movimento de solidariedade a Cuba, durante os últimos anos, foi muito mais que quantitativa, foi qualitativa: se evidenciou uma crescente diversidade das forças sociais interessadas em promover as relações de amizade e solidariedade mútua entre nossos respectivos povos; fica cada vez mais claro que, desde as organizações de solidariedade, podem-se gestar iniciativas que favoreçam o crescimento das relações bilaterais, inclusive em nível de Governo; e se tornaram mais objetivas as relações plurais cultivadas por nossos dois povos nos últimos anos.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Nota da Embaixada de Cuba no Brasil sobre a XXII Convenção de Solidariedade a Cuba

Embaixadora Marielena Ruiz Capote durante a XXII Convenção. Por Conasol

Com a participação de mais de 475 delegados, representantes dos estados do país e do Distrito Federal de 53 associações de solidariedade, partidos, sindicatos e movimentos sociais, e com a presença de quatro convidados, foi celebrado no estado de Pernambuco a XXII Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba, que teve como premissa a comemoração da volta dos Cinco Heróis e o fim do bloqueio a Cuba. O evento contou com a presença especial de Gerardo Hernández Nordelo, Herói da República de Cuba.

Durante o evento, a embaixadora de Cuba na nação sul-americana, Marielena Ruiz Capote, reconheceu o Movimento Brasileiro de Solidariedade a Cuba pelo incansável trabalho desenvolvido durante mais de 50 anos, a favor das causas justas do povo cubano.

Os debates incluíram uma recordação das principais iniciativas desenvolvidas nos últimos dois anos pelas diversas organizações, assim como uma reflexão sobre os novos rumos do trabalho de solidariedade. Em sua declaração final, os participantes pediram o fim do criminoso e desumano bloqueio econômico, comercial e financeiro que os Estados Unidos mantêm contra Cuba há mais de cinco décadas, assim como a devolução a Cuba do território ilegalmente ocupado pela Base Naval em Guantánamo.

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Brasil reafirma solidariedade ao povo cubano contra bloqueio e ingerência dos EUA

Com Gerardo, convenção reafirma solidariedade ao povo cubano contra bloqueio e ingerência dos EUA
Gerardo Hernández, um dos cinco heróis cubanos, recentemente libertado pelos EUA  na Convenção. Por MPSC

Por Moara Crivelente, do Cebrapaz

Terminou no sábado (06/06) a 22ª Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba, realizada em Pernambuco. Como comemoração final, os quase 500 delegados de mais de 50 entidades de 18 estados do Brasil e de quatro países ouviram de Gerardo Hernández - um dos cinco heróis cubanos, recentemente libertado pelos EUA - sobre a importância da solidariedade brasileira. O encontro foi marcado por análises da conjuntura cubana e regional e dos desafios à frente

Os movimentos sociais representados na Convenção – que aconteceu em Olinda e em Recife (PE), entre quinta-feira (4) e sábado (6) – demonstraram firmeza e clareza sobre a necessidade de manter o empenho na solidariedade a Cuba pelo fim do bloqueio estadunidense, imposto em 1962, e pela devolução do território de Guantánamo ocupado pela base militar dos EUA, usurpado do povo cubano desde 1903. A declaração final do encontro enfatizou a unidade em torno da defesa da ilha revolucionária pelas entidades brasileiras representadas na 22ª Convenção, uma das maiores já realizadas. A próxima edição, em 2017, terá lugar em Minas Gerais, conforme acordado em reunião.

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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba - Recife/2015 - programação completa

Faça a inscrição para a Convenção aqui. [Atualizado às 8 horas de 26/05/15.]


Confira a programação da XXII Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba:

Atração / Atividade
Data / Local / Horário
Primeiro dia – Quinta

Inauguração de exposição fotográfica “Fidel es Fidel”.
Palavras de Roberto Hamilton Diretor de América Latina y Caribe do ICAP
04.06.15 / Prefeitura de Olinda / 16:00h
Solenidade de abertura
Palavras de Marielena Ruiz Capote, Embaixadora de Cuba
04.06.15 / Auditório da AESO - Olinda / 18:00h
Bloco carnavalesco da Convenção
04.06.15 / na rua em frente à Prefeitura / 20:00h
Segundo dia – Sexta

Inauguração de exposição de pinturas Bien Venidos! do pintor pernambucano Helder Beserra.
05.06.15 / Auditório da FCAP / 9h00
Palestra “O bloqueio Financeiro, Económico e Comercial dos Estados Unidos contra Cuba. Acabou?” Marilena Ruiz Capote, Embaixadora de Cuba
05.06.15 / Auditório da FCAP / 09h15
Debate sobre o tema acima
05.06.15 / Auditório da FCAP / 09h45
Cuba Solidaria Bate papo sobre a cooperação médica Internacional de Cuba. Cristina Luna, chefeda Brigada Médica Cubana en Brasil

05.06.15 / Auditório da FCAP / 10h00
Debate sobre o tema acima
05.06.15 / Auditório da FCAP / 10h30
Coffe
15 min
Palestra A atualização do modelo socialista cubano. Mudanças em Cuba? Qual finalidade?
José Luis Rodríguez, Economista Cubano

05.06.15 / Auditório da FCAP / 10h45
Debate sobre o tema acima
05.06.15 / Auditório da FCAP / 11h45
Encerramento da manhã - Show cultural (Marron Brasileiro com o show: “Simplesmente chico na voz de um brasileiro”)
12h30
Painel com as principais ações do movimento de solidariedade do Brasil com Cuba, nos últimos 2 anos e projeções do futuro com a participações das entidades de solidariedade dos diferentes Estados
05.06.15 / Auditório da FCAP / 14h30
Troca de experiências sobre a necessidade de organização de brigadas e o fortalecimento das ações de intercâmbio com Cuba.
05.06.15 / Auditório da FCAP / 15h30
Discussão da próxima sede da convenção de solidariedade
05.06.15 / Auditório da FCAP / 16:30h
Terceiro dia – Sábado

Abertura e formação da mesa
06.06.15 / Auditório da FCAP / 09h00
Painel “Mídia, Internet, Redes Sociais, um novo espaço de solidariedade com Cuba” Altamiro Borges Jornalista, presidente do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, Rafael Freire jornalista do jornal A Verdade, Presidente do Sindicato dos Jornalistas da Paraíba e Diretor da FENAJ, Roberto Arrais, jornalista responsável do jornal O Poder Popular, Valter Pomar, Jornalista.
06.06.15 / Auditório da FCAP / 09h15
Debate sobre o tema acima
06.06.15 / Auditório da FCAP / 09h45
“Fechamento de Guantánamo— Devolução para Cuba” Painel sobre o fechamento da base militar de Guantánamo conduzido por Maria do Socorro Gomes Coelho – Presidente CEBRAPAZ
06.06.15 / Auditório da FCAP / 10h15
Debate sobre o tema acima
06.06.15 / Auditório da FCAP / 10h45
Discussão da próxima sede da convenção de solidariedade e Aprovação da Declaração de Recife
12h
Encerramento manhã
12h30
Painel Cuba, a juventude e o socialismo.Conduzido por Ricardo Guardia Lugo. Presidente OCLAE
06.06.15 / Auditório da FCAP / 14h15
Debate sobre o tema acima
06.06.15 / Auditório da FCAP / 14h45
Coffe
06.06.15 / Auditório da FCAP / 15:00h
Palestra A libertação dos cinco heróis cubanos e o movimento internacional de solidariedade com Cuba; mesma luta, novos desafios.
Roberto Cesar Hamilton, Diretor para América Latina e Caribe do ICAP
06.06.15 / Auditório da FCAP / 15h15
Show artístico de encerramento com Nonô Germano, Claudionor Germano, Guazapa, Liv Moraes e a atração Cubana Alexey Martinez.
06.06.15 / Estacionamento da FCAP / 17:00h em diante.
Noite Cubana (Show com Salsamerica, Sonora de Cuba e Dj NK Cumbia)
21h / Calidus Recepções – Av. Rio Branco, 66, Recife Antigo.

Veja chamada:

Pernambuco vai receber encontro de solidariedade a Cuba; veja como vai ser



No mês de junho, Pernambuco recebe as atividades da 22ª Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba. O encontro acontecerá entre os dias 4 e 6 de junho no auditório da Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco (FCAP) da Universidade Federal de Pernambuco (UPE), com vasta programação cultural e de debates.  

A abertura do evento contará com a inauguração da exposição fotográfica Fidel es Fidel, do cinegrafista e fotógrafo Roberto Chile, que acompanhou o líder cubano de 1984 até 2006. As imagens serão expostas na sala de reuniões da Prefeitura de Olinda. 

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O primeiro dia de atividades também contará com a saída de um bloco carnavalesco que promete fazer uma grande festa intercultural na Praça Monsenhor Fabrício, em frente à prefeitura.

Veja chamada:



domingo, 3 de maio de 2015

Encontro de solidariedade a Cuba pede fim do bloqueio imperialista

Encontro de solidários a Cuba. Por Anabel Días/Granma
Do Vermelho 

A presidenta do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (Icap), Kenia Serrano, chamou neste sábado (2) a multiplicar os esforços na luta pelo fim do bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos à ilha caribenha.

Ao fazer uso da palavra durante o Encontro Internacional de Solidariedade a Cuba, que se realiza no Palácio das Convenções, em Havana, Kenia Serrano explicou que o regresso dos cinco antiterroristas a sua pátria não pode desmobilizar as forças amigas da nação antilhana.

A causa dos Cinco - como são chamados Renê González, Fernando González, Antonio Guerrero, Antonio Labañino e Gerardo Hernández – concentrou a maior parte da energia dos movimentos de solidariedade com nosso país, explicou Kenia no ato do primeiro vice-presidente cubano, Miguel Díaz-Canel.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Fidel Castro: Cinco horas com os Cinco antiterroristas

Do Granma / Tradução: Eduardo Vasco

Os recebi no sábado, 28 de fevereiro, 73 dias após pisarem em terras cubanas. Três deles haviam consumido 16 longos anos de sua mais plena juventude respirando o ar úmido, malcheiroso e repugnante dos porões de uma prisão ianque, após serem condenados por juízes venais. Outros dois, que também tentavam impedir os planos criminosos do império contra sua pátria, foram condenados também a vários anos de prisão brutal.

Os próprios organismos de investigação, completamente alheios do mais elementar sentido de justiça, participaram na caçada desumana.

A inteligência cubana não precisava de modo algum seguir os movimentos de uma só equipe militar dos Estados Unidos, porque esta podia observar desde o espaço tudo o que se movia sobre nosso planeta através da Base de Exploração Radioeletrônica "Lourdes", ao sul da capital de Cuba. Este centro era capaz de detectar qualquer objeto que se movesse a milhares de milhas do nosso país.

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Seis heróis: Fidel Castro encontra com os Cinco em Havana

Encontro ocorreu na residência do líder da Revolução Cubana, que escreveu "reflexão" sobre a reunião com o grupo

Foto:  Estudios Revolución

Por Vanessa Martina Silva no Opera Mundi

O líder da Revolução Cubana, Fidel Castro, se encontrou com o grupo dos Cinco Cubanos em sua residência e escreveu, na noite deste domingo (01/03), uma "reflexão" a respeito do encontro, publicada nesta segunda-feira (02/03) no jornal oficial Granma.

Em dezembro, os governos de Cuba e Estados Unidos firmaram um acordo para a retomada das relações diplomáticas, que culminou na soltura do norte-americano Alan Gross, que cumpria pena de 15 anos na ilha por espionagem, e dos últimos três dos Cinco Cubanos presos que seguiam presos nos EUA. O grupo era formado por agentes com a missão de, segundo Havana, coibir práticas terroristas que seriam perpetradas por cubanos radicados em Miami.

A libertação dos cubanos, além de ser uma demanda de movimentos sociais em diversas partes do mundo, era também uma das principais reivindicações do ex-presidente cubano. Por esta razão, a demora em se pronunciar sobre o caso chegou a alimentar boatos sobre seu estado de saúde e até de sua morte. O encontro aconteceu 73 dias após o anúncio do acordo.

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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Nota dos comunistas brasileiros: Libertação dos heróis cubanos, uma vitória de todos os revolucionários!


A Comissão Política Nacional do Partido Comunista Brasileiro (PCB) se associa a todos os revolucionários do mundo em sua alegria e felicidade pela libertação dos três heróis cubanos encarcerados há 16 anos nas masmorras do império norte-americano, em condições desumanas (outros dois já tinham sido libertados anteriormente). A libertação de Gerardo Hernández, Antonio Guerrero y Ramón Labaniño representa uma vitória do povo cubano contra o imperialismo norte-americano, além de uma vitória dos movimentos de solidariedade em todo o mundo, que cumpriram um papel fundamental para a libertação.

A prisão desses heróis cubanos há mais de uma década e meia representa também a dupla moral do imperialismo. Esses camaradas estavam nos Estados Unidos cumprindo uma tarefa humanitária de evitar com que os terroristas gusanos, sediados em Miami, realizassem atentados contra alvos civis em Cuba, como aconteceu em diversas oportunidades, inclusive com a morte de um cidadão italiano. Enquanto prendiam os nossos heróis, deixavam livres Luis Posadas Carrilles, um terrorista profissional que colocou uma bomba em um avião civil cubano matando 73 pessoas em pleno vôo.

domingo, 21 de dezembro de 2014

Emocionante depoimento de uma cubana sobre os últimos acontecimentos em Cuba

Por Cid Benjamim 


O jornal "O Dia" me procurou esta semana pra ouvir uma cubana muito amiga minha, Teresa Sopeña (foto), sobre a libertação dos três presos e o anúncio de reatamento das relações com os Estados Unidos.

Depois de consultar Teresa, enviei ao jornal trecho de um email que ela tinha me mandado. Como seu depoimento acabou não sendo publicado, eu o posto aqui. 

Ele dá bem a dimensão de como o povo cubano recebeu as notícias - em particular a da libertação dos três presos.

"Cid, nem tenho palavras para expressar tanta emoção e alegria. O encontro das famílias dos recém libertados com Raul foi comovente.

Do aeroporto foram direto para o cemitério, para depositar flores nos túmulos das mães de dois deles, que morreram enquanto estavam na prisão.

Foi impressionante.

As pessoas nas ruas estão tão felizes...

No início havia muita expectativa porque, quando anunciaram que Raul falaria em rede nacional, ao meio-dia, as pessoas pensaram que poderia ser algo relacionado com a saúde ou até a morte de Fidel.

Depois, pela internet, se soube que os três heróis já estavam em Cuba.

Quando Raul falou, relatando as negociações com Obama, você não pode imaginar a alegria em que todos ficaram.

É indescritível.

Estou chorando agora e chorei naquela hora. As pessoas foram para a rua, nos centros de trabalho todos se abraçavam, a confraternização era geral.

Cuba e EUA: o significado político de um dia histórico

Capa do jornal Juventud Rebelde um dia após o acordo
Por Alexandre Haubrich no  Jornalismo B

O dia 17 de dezembro de 2014 é um novo marco nas relações internacionais nas Américas.

Às 15h de Brasília, os governos de Cuba e dos Estados Unidos anunciaram, simultaneamente, um acordo que restabelece as relações diplomáticas entre os dois países. Como consequências imediatas, há uma troca de prisioneiros – na qual são libertados os três antiterroristas cubanos presos há 16 anos nos Estados Unidos – e a possibilidade do fim do bloqueio econômico contra Cuba. Mas o que isso representa de fato?

A inflexão é grande, isso está claro, mas o quão profunda poderá ser só saberemos de fato nos próximos anos. Há aí uma grande conquista de Cuba – de seu governo e de seu povo – e uma grande vitória da solidariedade internacional. Ao menos politicamente, o significado simbólico do acordo é um avanço no respeito à soberania cubana, e isso é fundamental. Independente de se concordar ou não com as linhas políticas, sociais e econômicas da Revolução Cubana e os rumos que esse processo tomou e vem tomando, o respeito à soberania e à autonomia dos povos é princípio básico para relações internacionais minimamente saudáveis. Se esse respeito irá consolidar-se, é outra história.

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Ações contrarrevolucionárias

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

"As críticas cubanas ao imperialismo estadunidense vão continuar"



Entrevista do dia 18/12/14 com o professor de História, Waldir José Rampinelli, sobre o reatamento das relações diplomáticas entre Cuba e Estados Unidos.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Vitória de Cuba: EUA cede sobre o bloqueio e todos os Cinco Heróis estão livres


Do Diário Liberdade

Após 16 anos de prisão arbitrária, os três antiterroristas cubanos que ainda estavam detidos nas cadeias de Miami finalmente foram libertados, após um acordo entre Cuba e Estados Unidos envolvendo também a troca pelo ex-contratista Alan Gross.

O anúncio foi feito pelo presidente cubano, Raúl Castro, em cadeia de rádio e Tv de Cuba na tarde desta quarta-feira (17). Desde a manhã já se especulava sobre a conversa que ele e o presidente dos EUA, Barack Obama, haviam realizado por telefone durante cerce de uma hora na terça-feira (16), primeira conversa oficial entre presidentes dos dois países desde 1961.

Já havia sido anunciada a liberação de Alan Gross, contratado pela USAID (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional) com a finalidade de executar ações ilegais de desestabilização contra o povo cubano e que estava preso desde 2009. Ele desembarcou em solo estadunidense na manhã desta quarta-feira.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Formandos do MST prestam solidariedade aos antiterroristas cubanos



No Assentamento Osvaldo de Oliveira, em Macaé - Rio de Janeiro, no último dia 6 de dezembro, o Comitê Carioca pela Liberdade dos Cinco Cubanos teve a alegria e honra de participar da formatura da Turma Cícero Guedes - a primeira turma de uma área do MST - Movimento dos Trabalhadores Sem Terra - no Rio de Janeiro, a ser alfabetizada pelo método cubano "Sim, eu posso !".

A cerimônia foi muito emocionante e o primeiro livro que receberam foi a cartilha do Comitê Carioca que conta a história dos Cinco antiterroristas. Após uma conversa sobre o caso, todos posaram com seus livros se comprometendo a divulgar o caso daqui pra frente como forma de retribuir a Cuba por mais esta conquista que alcançaram.

A "professora" do método, a atriz Tuca Moraes participou de toda a festa e também posou com o cartaz dos Cinco.

Veja mais fotos da formatura da Turma Cícero Guedes no Assentamento Osvaldo de Oliveira: 

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Associações de Solidariedade com Cuba se reúnem em São Paulo

Foto: Ricardo Haesbaert
No último dia 29 de novembro, no auditório do Teatro Heleny Guariba - centro de São Paulo-, reuniu -se mais de 30 representantes das Associações de Solidariedade José Martí e Comitês pela libertação dos Cinco, dos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. 

A reunião contou com a participação da Cônsul Geral de Cuba em São Paulo, Sra. Nélida Hernández Carmona, que deu as boas-vindas aos participantes e agradeceu por seu apoio a Cuba. O debate transcorreu em um clima altamente solidário, que teve como objetivo fazer um balanço dos trabalhos realizados em 2014 e projetar as ações para o ano de 2015. 

Momento especial foi o debate sobre a batalha midiática através dos espaços virtuais do movimento de solidariedade. Entre os participantes surgiram iniciativas, compromissos e planejamento de ações conjuntas como a "Carta de Natal" ao Presidente Obama que todos os participantes assinaram. 

Em um debate construtivo foram trocadas propostas e recomendações para a organização da XXII Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba, que será celebrada em Recife em junho de 2015. Também foi adotado um chamado de participação neste grande evento, sendo que cada Associação fará em seu estado, etapas para formar as delegações. 

Com um balanço positivo, de objetividade e e utilidade, os participantes concluíram o acordo com um brinde solidário, desejaram que 2015 seja um ano com melhores resultados.

Consulado Geral de Cuba em São Paulo.

Tradução: blog Solidários.