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sexta-feira, 27 de junho de 2014

Fidel Castro: Nota e mensagem para Diego Armando Maradona

Nota de Fidel acerca da mensagem enviada na segunda-feira passada a Diego Armando Maradona

Ontem escrevi a Diego Armando Maradona, prestigioso protagonista argentino da história do futebol, quem através da Telesur nos oferece a todos suas opiniões sobre o andamento da competição mundial do futebol.

Como sou fã dos esportes, enviei uma mensagem ao craque argentino que é, aliás, excelente amigo das revoluções em Cuba e na Venezuela.

Conhecendo minha mensagem, os companheiros do Partido, responsáveis pela divulgação, sugeriram-me publicar minhas palavras a Maradona. Respondi-lhes que eu preferia fazê-las chegar a Maradona, sem lhe dar publicidade oficial. Nem por isso devia abster-me de fazê-lo.

Naturalmente, inúmeras agências referiram-se à mensagem nos seus despachos e, como norma, as reações costumam ser as que mais se aproximam dos interesses dos nossos adversários.

No mundo das comunicações eletrônicas instantâneas, as notícias das agências mais avançadas nessas técnicas são divulgadas rapidamente, independentemente do seu conteúdo. Contudo, existem outras, de maior transcendência, que nem sequer as divulgam.

Exemplo; hoje, terça-feira, 24 de junho, o site da Rusia Today informa que teóricos do Bóson de Higgs asseguram que o universo não deveria existir.

Cosmólogos britânicos de elevado prestígio afirmam que “...após o Big Bang, o universo devia ter colapsado em questão de microssegundos.”

 “... Robert Hogan, do King’s College de Londres, garante que durante os começos do universo se produziu uma inflação cósmica, quer dizer, uma rápida expansão do universo. Segundo explicou, a referida expansão provocou um tremor que deveria ter desencadeado o colapso do universo.”

 “...Com estes dados, Hogan e o físico Malcolm Fairbairn, também do King’s College de Londres, tentaram recriar as condições da inflação cósmica depois do Big Bang.”

 Dedico só umas linhas relativamente ao tema, mas me atrevo a inclui-lo para perguntar, por que aqueles que informam aos povos não publicam uma única linha do que os mais importantes centros científicos do mundo conhecem acerca do que ocorreu ou pode acontecer no universo?

 A seguir o texto da mensagem enviada a Diego Armando Maradona.

 Peço para me desculparem pelo tempo que ocupo com estas linhas.

24 de junho de 2014

Fidel Castro Ruz.

Mensagem para Diego Armando Maradona

Maradona ganha camisa "Che Guevara" no Rio de Janeiro

Craque argentino, que está no Brasil por causa da copa do mundo, ganha camisa que estampa Che e faz homenagem à visita de time brasileiro a Cuba na década de 60


Maradona, um dos maiores jogadores de todos os tempos e apoiador das Revoluções Cubana e Venezuelana, recebeu na madrugada desta sexta-feira (27) uma camisa do Madureira das mãos do presidente da seção de futebol de sete do clube do subúrbio do Rio de janeiro, Leandro Brito (foto), em um hotel na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

A origem da camisa

Há 50 anos, time e comissão técnica do Madureira desembarcavam em Cuba para uma série de amistosos, aproveitando o prestígio internacional do Brasil após a conquista da Copa do Mundo de 1962. Foram cinco jogos e cinco vitórias contra clubes de Cuba e um encontro histórico, com o argentino Che Guevara.


O encontro com Che e a curta temporada em Cuba ficaram tão marcados na história do Madureira que, no final de setembro do ano passado, o clube lançou um uniforme, inicialmente para o futebol 7, homenageando o líder da Revolução Cubana.

A camisa foi um sucesso, vendida em pelos menos 11 países, que o Madureira passou a usa-la também em jogos da equipe de futebol principal.

O Madureira completa 100 anos no dia 08 de agosto. E, no clube, se fala num amistoso com algum representante do futebol cubano ainda este ano.

Com informações do GloboEsporte.com

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Madureira de volta a Cuba, em seu centenário

Delegação do Madureira ao lado de Che Guevara em Cuba - 1963

Segundo o jornal O Globo, o Madureira – clube de futebol do subúrbio do Rio de janeiro- recebeu convite para voltar a Cuba ainda este ano. Talvez, vá à ilha depois do fim do campeonato carioca de 2014. 

O clube foi a primeira equipe de futebol a jogar no país depois da Revolução de 1959. O fato aconteceu em 1963. O Madureira desembarcou em Cuba no dia 11 de maio. Em campo, o time venceu todos os adversários que encontrou pela frente: Industriales (5 a 2), Municipalidad de Morrón (6 a 1), um combinado universitário (11 a 1) e a seleção de Havana, em duas partidas (1 a 0 e 3 a 2). 

Além do sucesso em campo, a visita ficou na história devido ao encontro com o líder revolucionário Che Guevara. 

O convite oficial dos cubanos ocorre depois do Madureira lançar uniforme para sua equipe de Futebol de 7, homenageando sua ida a Cuba, há 50 anos. Nas vésperas de seu centenário o projeto foi um sucesso que o time deverá usar o uniforme em jogos da equipe profissional no campeonato carioca de futebol deste ano. O clube completa 100 anos no dia 08 de agosto.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Camisa "Che Guevara" do Madureira tem milhares de vendas no Brasil e em 11 países


Segundo reportagem de Tébaro Schmidt no site Globo Esporte.com a camisa do Madureira que estampa Che e faz homenagem a visita do clube a Cuba na década de 60 já alcançou quatro mil vendas, tendo mil em lista de espera.
 
Além de receber pedidos de todas as regiões do Brasil, 11 países (Espanha, Colômbia, Venezuela, Rússia, Itália, Turquia, Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Chile e Argentina) já encomendaram o uniforme do futebol de 7 do Madureira “estilo Che Guevara”.
 
O uniforme que é o terceiro do clube deve ser usado de forma oficial nos jogos televisionados da Liga Nacional que começa no dia 22 de novembro.
 
A camisa continua sendo vendida na loja oficial do clube que fica na Arena Akxe, Barra da Tijuca – RJ e em site terceirizados.

sábado, 19 de outubro de 2013

Camisa 'Che Guevara' do Madureira é sucesso que clube estuda lançá-la em amistoso contra cubanos

Camisa 'com Che Guevara e a bandeira de Cuba' do Fut7 do Madureira é sucesso de vendas que clube estuda lançá-la em amistoso para a equipe principal

Che Guevara posa para foto com equipe do Madureira, em excursão à Cuba, em 1963
Há 50 anos, time e comissão técnica do Madureira desembarcava em Cuba para uma série de amistosos, aproveitando o prestígio internacional do Brasil após a conquista da Copa do Mundo de 1962. Foram cinco jogos e cinco vitórias contra clubes de Cuba e um encontro histórico, com o argentino Che Guevara.

O encontro com Che e a curta temporada em Cuba ficaram tão marcados na história do Madureira que, no final de setembro deste ano, o clube lançou um uniforme, inicialmente para o futebol 7, homenageando o líder da Revolução Cubana. 



Como comprar a camisa do Madureira que estampa Che e bandeira de Cuba


Para comprar a nova camisa da equipe de Futebol de 7 que relembra a visita da equipe de futebol de campo a Cuba nos anos 60 e o famoso encontro com Che Guevara, pode enviar o email para loja@madureiraec.com.br, ou pelos telefones: (21) 3359-2232 / 3390-2304 / 3390-0240. 



domingo, 29 de setembro de 2013

Em homenagem à visita a Cuba, Madureira lança uniforme no Fut7

Tricolor Suburbano relembra encontro com Che Guevara, que aconteceu em 1963 


Do FutRio

A equipe de Futebol de 7 do Madureira lançou, nesta sexta-feira (27), seu novo uniforme para a sequência da temporada. O time usará uma camisa que relembra a visita da equipe de futebol de campo a Cuba, nos anos 60. Na excursão, ficou famoso o célebre encontro com o argentino Che Guevara, que liderou a Revolução Cubana naquele país, em 1959.

A camisa titular é grená, com números em amarelo, com a imagem do guerrilheiro como uma marca d’água, no canto esquerdo da camisa. Mas a camisa de goleiro é a mais chamativa. Predominantemente azul, ela reproduz a bandeira cubana, também com um desenho de Che como marca d’água. Ainda há na camisa a inscrição “Hasta la victoria, siempre”, frase famosa dita pelo líder revolucionário argentino, em 1965, numa carta de despedida endereçada a Fidel Castro, seu companheiro de revolução. Che Guevara morreu dois anos depois.

A apresentação desta sexta foi na Arena Akxe, na Barra da Tijuca, local em que o Madura manda seus jogos do time de Fut7. A ideia da camisa foi do presidente do Madureira Arena Akxe de Fut7, Carlos Gandola, que teve o apoio do FutRio.net e da WA Sports na sua concepção e confecção. Aliás, a inspiração para a iniciativa partiu de uma matéria do FutRio, sobre os 50 anos da excursão do Madureira a Cuba.

sábado, 21 de setembro de 2013

Palmeiras e equipes cubanas de futebol revivem sonho de Guevara

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo (PCdoB-SP) vê os primeiros resultados do intercâmbio que o Brasil e Cuba acordaram durante a última visita do ministro ao país, que é um expoente mundial nos esportes olímpicos. O que começou a vigorar está no campo de futebol, com o apoio do Palmeiras, que receberá o primeiro grupo de técnicos e jogadores cubanos, revivendo uma antiga parceria da ilha comunista com o Brasil, iniciada pelo lendário guerrilheiro Che Guevara 

Desde a vitória da Revolução Comunista em Cuba, Che Guevara sonhava em realizar convênios entre Cuba e Brasil no campo do futebol.
“Firmamos um convênio com a Federação Cubana de Futebol para facilitar o acesso do país a treinamento e preparação de equipes técnicas e jogadores no Brasil não apenas via entidades e federações, mas também via clubes”, explicou Aldo Rebelo, que presenteou René Perez Hernandez, do Comissionado Nacional do Futebol, com uma camisa do Palmeiras durante sua visita à pátria de Fidel Castro.

Segundo texto publicado, nesta terça-feira (17), no site especializado Gazeta Esportiva, o clube, presidido por Paulo Nobre, estuda detalhes burocráticos e logísticos do período de estágio dos boleiros cubanos. Além de cumprir as formalidades técnicas do acordo firmado pelo Ministério do Esporte, falta definir a parte prática do projeto, como a quantidade de treinadores e jogadores a serem recebidos e o período exato da estadia, entre outros aspectos.

“Apostando em modalidades como boxe, atletismo e judô, Cuba chegou a rivalizar com as principais potências olímpicas no auge do governo de Fidel Castro, mas nunca conseguiu destaque no futebol, embora tenha sido a primeira nação do Caribe a disputar uma Copa do Mundo. Um combinado formado por jogadores que jamais haviam deixado a ilha jogou como convidado na França em 1938 e alcançou as quartas de final”, acrescentam os repórteres Bruno Ceccon e Luiz Ricardo Fini.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Novos dias para o futebol cubano



Do site da FIFA 

Talvez uma das primeiras coisas que venha à cabeça quando falamos de Cuba sejam as praias, a música ou, até mesmo, o beisebol. Em contrapartida, a qualidade do futebol no país raramente chama a atenção mundo afora. Contudo, após conquistarem a sua primeira Copa do Caribe, em torneio realizado no final do ano passado na vizinha Antígua e Barbuda, os "leões do Caribe" deram margem à esperança por tempos melhores no futebol em um futuro não muito distante.

A presença da Jamaica na Copa do Mundo da FIFA França 1998 pode até ter mexido com a imaginação de torcedores ao redor do globo, mas, ao contrário do que erroneamente se presume, aquela não foi a primeira participação de uma seleção caribenha no maior evento do futebol mundial. A honraria é justamente de Cuba, um país mais conhecido pela devoção ao boxe e ao beisebol do que ao esporte bretão. Em maio de 1938, um destemido combinado cubano formado por jogadores que jamais haviam pisado fora da amada ilha embarcou em um navio rumo à França, onde seria realizado o terceiro Mundial da história.

Os caribenhos participavam como convidados e, como não haviam disputado uma partida eliminatória sequer, não geravam grande expectativa. Apesar disso, chegaram a vencer a Romênia antes de serem goleados por 8 a 0 pela Suécia em um campo encharcado. "Não estávamos acostumados com aquelas condições e escorregávamos o tempo todo", recordou o artilheiro da equipe à época, Juan Tunas, em entrevista concedida ao FIFA.com em 2010. Último remanescente daquele grupo pioneiro, o atacante faleceu em 2011, aos 98 anos, e fechou as cortinas do melhor momento de Cuba no futebol.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Dirigentes de Cuba negam contato com Sócrates para comandar seleção

São Paulo, SP, 13 (AFI) - O ex-meia do Corinthians e da Seleção Brasileira, Socrates, foi especulado para ser o novo treinador da seleção cubana de futebol, na última quarta-feira. Porém, os dirigentes da federação de futebol da ilha do Caribe vieram a público nesta segunda-feira para negar qualquer contato.

"Até agora, não fizemos contato com Sócrates ou com nenhuma autoridade brasileira neste sentido", afirmou Antonio Garcés, vice-presidente da Associação de Futebol de Cuba (AFC).

Na última semana, Socrates confirmou com um amigo que havia sido procurado por uma diplomata cubano, que demonstrou interesse em seu acerto. Ele também afirmou que viajaria para Brasília nos próximos dias para reunir-se com funcionários do governo cubano e ouvir a proposta.