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quinta-feira, 2 de maio de 2024

1º de Maio: povo nas ruas de Cuba!

Dia do Trabalhador em Havana, Cuba | Foto: El Necio

Por Sturt Silva 

Segundo a imprensa cubana, cerca de 4 milhões de cubanos e cubanas foram às ruas nesse 1º de Maio, Dia Internacional dos Trabalhadores. 

O principal ato de Cuba aconteceu em Havana, capital do país, na Tribuna Anti-imperialista, local que fica em frente à Embaixada dos EUA na ilha socialista. Segundo os organizadores, cerca de 200 mil participaram da manifestação em defesa da Revolução e do socialismo. A celebração contou com a presença do presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel e de várias autoridades e lideranças do país. 

Amigos de Cuba 
Milhões de cubanos saíram as ruas nesse 1º de Maio | Foto: Cuba Debate

Mais de mil amigos de Cuba de 58 países também participaram do evento em apoio a Cuba socialista e de seus trabalhadores e trabalhadoras.

 Atos por toda Cuba 

sábado, 1 de maio de 2021

Cuba socialista: há dez anos com pleno emprego

2021 deverá ser um ano de geração de empregos em Cuba | Foto: Marino Murillo

Por Sturt Silva 

Reportagem do jornal cubano Granma afirma que a taxa de desemprego em Cuba, por mais de dez anos, se mantém inferior a 4%. Assim, segundo parâmetros internacionais, o país está com pleno emprego por mais de uma década. 

De acordo com o Ministério do Trabalho e Previdência Social de Cuba, o país tem atualmente 3,1 milhões de trabalhadores no setor estatal e  600 mil em serviços autônomos ou independentes.

O governo cubano está fazendo um enorme esforço para garantir o direito ao trabalho para toda população, em meio ao aprofundamento do bloqueio dos Estados Unidos e a crise econômica provocada pela pandemia da Covid-19. 

Com fim das receitas do turismo e aprofundamento de medidas econômicas dos EUA contra à ilha socialista, o PIB cubano caiu entre 7% e 11% em 2020. 

Estima-se que o ano de 2021 será de recuperação para a economia cubana. Prestes a iniciar a vacinação em massa contra Covid-19 e ainda usá-la para atrair turistas, as autoridades trabalham com uma estimativa de 4,6 milhões de postos de trabalho ao final de 2021. O setor estatal, dominante na ilha, pretende manter os 3,1 milhões de trabalhadores e o setor não estatal, em crescimento, chegar a 1,5 milhão.  

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Um novo olhar sobre Cuba: Cônsul cubano visita Sindicato em Santa Catarina

Cônsul de Cuba em Santa Catarina | Foto: Alexandre Brandão 

Por Alexandre Brandão 

O cônsul-geral de Cuba, Lázaro Mendez Cabrera, acompanhado de diretores da Associação Cultural José Martí (SC), visitou do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Assessoramento, Perícia, Pesquisa e Informações de Santa Catarina (Sindaspi-SC).

Leia o texto produzido pela assessoria de imprensa do sindicato:

A falta de conhecimento, o preconceito, a influência da mídia, a ignorância de algumas pessoas que preferem acreditar no embargo criminoso dos EUA contra Cuba, sem enxergar a ganância estadunidense que há séculos impõe ao mundo sua forma capitalista e consumista de ser. Tudo isso faz com que muitas pessoas não consigam compreender como um povo vive, pior, nem mesmo respeitar.

Receber no Sindaspi a visita do cônsul cubano, Lázaro Mendez Cabrera, representa muito mais que simplesmente a troca de experiências entre dois países. Aprender com um povo que respeita seus trabalhadores e seu povo em sua essência deveria ser obrigatório a todas as nações. Todos os Cubanos têm direito a saúde e a educação totalmente gratuitas. A cultura é acessível e barata para todos. O trabalhador brasileiro trabalha 5 meses todos os anos somente para pagar os impostos que o governo cobra. Grande parte de seu salário ainda é gasto mensalmente com saúde e educação (caríssimas no Brasil). Cultura? A fora os grandes centros, na maioria das cidades sai muito caro para um trabalhador freqüentar cinema, teatro, shows com o que sobra de seu salário.

Compreender como um povo consegue dar gratuitamente aquilo que há de mais essencial a vida de qualquer ser humano é o início de uma transformação no pensar, no agir, no ser. Fala-se tanto em dignidade, em qualidade de vida, em um Brasil que dê condições mínimas de se viver, porém poucos exigem saúde e educação – o único caminho para uma transformação real no país. Muito se critica, se julga, mas, pouco se faz – menos ainda se busca aprender e conhecer. Parece mais fácil viver com a máscara do preconceito.