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sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

"Sim, Eu Posso": método cubano de alfabetização chega ao Rio Grande do Sul

Alfabetizados pelo método cubano em Porto Alegre | Foto: Mariana Dambroz

Por Fabiana Reinholz no Brasil de Fato

O método de alfabetização cubano “Sim, Eu Posso”, que iniciou de forma tímida no Rio Grande do Sul em outubro de 2024, encerra o ano de 2025 com a formação de três turmas. A primeira formatura ocorreu em agosto, na Vila Pedreira, no bairro Cristal, em Porto Alegre; a segunda, em novembro, com a turma da Vila Jardim; e a terceira foi realizada neste sábado (13), na associação Olufè, no bairro Glória.

Criado pela pedagoga cubana Leonela Inés Relys Díaz, o método já alfabetizou quase 11 milhões de pessoas em mais de 30 países. No Brasil, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), pioneiro na implementação do programa, estima que mais de 100 mil pessoas tenham sido alfabetizadas pelo “Sim, Eu Posso”. Em 2024, por exemplo, 1.067 educandos se formaram em Maricá (RJ).

No RS a articulação da primeira turma foi feita pelo Fórum Social das Periferias com a Associação Cultural José Martí do RS, e implementada juntamente com MST, Associação dos Moradores Força Maior da Vila Pedreira, Levante Popular da Juventude, Organização Olufé, Esperançar e outros parceiros. O método parte da realidade dos alunos e utiliza uma abordagem que associa letras a números para facilitar o aprendizado, e alfabetiza entre quatro e cinco meses.

“Porto Alegre, dia 1º de agosto de 2025. Venho através dessas poucas palavras para agradecer a todos que participaram do projeto ‘Sim, Eu Posso‘. Se não fosse vocês, eu não estaria aqui lendo esta carta”, declarou emocionada a vendedora autônoma Natália dos Reis Souza, de 57 anos, durante a cerimônia de formatura da primeira turma.

domingo, 14 de setembro de 2025

Com método cubano, Honduras é declarada livre do analfabetismo

Hondurenha aprende a ler e escrever com método cubano | Foto: Governo de Honduras

Por Sturt Silva 

Honduras, país latino-americano governado pela esquerda desde 2022, é um território livre do analfabetismo.

O ministro da Educação do país, Daniel Sponda, declarou que mais de 570 mil hondurenhos, que antes eram analfabetos, agora podem sentar e fazer o dever de casa com seus filhos ou netos depois que o país foi declarado livre do analfabetismo.

Segundo a mídia cubana, 18 departamentos (regiões) hondurenhos conseguiram sair das sombras ao reduzir sua taxa de analfabetismo para menos de 4%,  limite estabelecido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) para a concessão desse status.

O feito foi conseguido através do Programa Nacional de Alfabetização, promovido pelo governo hondurenho e que se baseou na bem-sucedida metodologia cubana Yo, sí puedo (Sim, eu posso), criada pela educadora cubana Leonela Relys (1947-2015).

Cerimônia declara Honduras livre do analfabetismo| Foto: Cuba Educação

Cuba mantém uma brigada de centenas de educadores em Honduras para assessorar na alfabetização de adultos por meio do método. A cooperação dos educadores cubanos foi essencial para atingir o objetivo, proposto em 2022 pela presidenta do país, a socialista Xiomara Castro.

“Yo, sí puedo” é responsável pela alfabetização de milhões de pessoas em cerca de 30 países, sendo que Bolívia e Venezuela foram reconhecidos pela UNESCO como países livres do analfabetismo, depois de utilizarem o método.

domingo, 24 de agosto de 2025

Alfabetização popular chega ao interior de São Paulo com método cubano

Sala de aula usando o "Sim, eu posso" de Cuba| Foto: Filipe Peres

Por Filipe Augusto Peres do MST

A educação como prática de liberdade ganhou novo impulso no interior do Estado de São Paulo com a chegada da Jornada de Alfabetização de Jovens e Adultos nas periferias, que utilizará o método cubano “Sim, eu posso” para alfabetizar centenas de pessoas em comunidades rurais e urbanas. 

A iniciativa integra o projeto Mãos Solidárias e é realizada em parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o Ministério da Educação (MEC), o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e coletivos populares.

O lançamento ocorreu entre 7 e 10 de agosto, em Campinas, durante a Formação Estadual da Jornada de Alfabetização, que reuniu educadores populares de diversas cidades do interior paulista. Eles serão responsáveis por conduzir os círculos de aprendizagem em seus próprios territórios, levando leitura e escrita a quem historicamente teve o acesso à escolarização negado ou interrompido. O interior paulista contará com 50 turmas em 2025.

A expectativa é que até o fim de 2025 jovens, adultos e idosos sejam alfabetizados em assentamentos rurais, ocupações urbanas e periferias de várias regiões do estado, em articulação com ações semelhantes em outros estados como Minas Gerais, Pernambuco e Rio de Janeiro.

Método com alcance mundial

Criado em Cuba no início dos anos 2000 pela pedagoga Leonela Relys Díaz, o método “Sim, eu posso” já alfabetizou mais de 10 milhões de pessoas em mais de 30 países, incluindo Moçambique, Angola, Nicarágua, Venezuela, Timor-Leste e o próprio Brasil. Sua proposta associa números, sons e palavras simples para avançar, no ritmo de cada estudante, até a construção da leitura crítica do mundo.

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Protagonismo comunitário

domingo, 19 de janeiro de 2025

Método cubano: Honduras vai erradicar o analfabetismo com apoio de Cuba

Xiomara Castro, presidenta de Honduras | Foto: Díaz-Canel

Por Gabriel Lopes no Brasil de Fato 

A presidenta de Honduras, Xiomara Castro, anunciou no início do ano que nos próximos meses o país centro-americano finalmente acabará com o analfabetismo. 

“O plano do meu governo de socialismo democrático está se cumprindo. Em apenas alguns meses, terei a honra de anunciar a derrota do flagelo do analfabetismo, graças ao programa cubano 'Yo sí puedo'” ("Sim, eu posso"), afirmou a presidenta. 

A luta contra o analfabetismo tem sido uma prioridade para Xiomara Castro desde seu primeiro ano no cargo em 2022, quando estabeleceu um acordo com Cuba com o objetivo de erradicar o analfabetismo. Durante décadas, Honduras tem sido um dos países com as maiores taxas de analfabetismo e abandono do ensino médio. No momento de assinar o convênio com Cuba, 12% da população não sabia ler nem escrever, segundo o Instituto Nacional de Estatística de Honduras (INE).

Cuba mantém uma brigada de mais de 120 educadores em Honduras, para assessorar a alfabetização de adultos por meio do método “Yo sí puedo”, responsável pela alfabetização de milhões de pessoas em cerca de 30 países. Graças a este método, países como Venezuela e Bolívia têm sido reconhecidos pela UNESCO como “países livres do analfabetismo”.

segunda-feira, 2 de outubro de 2023

"Yo, Sí Puedo": Maricá alfabetiza mais de mil pessoas com método cubano

Formando do "Sim, Eu Posso" em Maricá | Foto: Marcos Fabrício

Por Sturt Silva 

A Prefeitura de Maricá, no estado do Rio de Janeiro, já alfabetizou 1.067 moradores, entre jovens, adultos e idosos, com o método cubano “Sim, Eu Posso” (em espanhol Yo, Sí Puedo). 

As primeiras turmas receberam no último sábado (30/09) os diplomas e 200 reais cada um, em moeda social, para comprar de livros na 8ª Festa Literária Internacional de Maricá (Flim). 

Em matéria publicada no site da prefeitura, Andrea Cunha, secretária de Economia Solidária, destacou que o programa ajuda a transformar a vida das pessoas. “Hoje vocês podem escrever, ler e ajudar a mudar a vida do outro. Parabéns por essa conquista”, declarou. 

“Nesses 12 dias de Flim nada foi tão extraordinário quanto esta formatura. Hoje vocês sabem ler e escrever e estão descobrindo o universo da leitura”, acrescentou Márcio Jardim, secretário de Educação. 

“Aproveitem muito essa oportunidade e agora podem buscar voos mais altos”, completou Carlos Senna, presidente do Instituto de Ciência, Tecnologia e Inovação de Maricá.

A cerimônia também contou com as presenças do vice-prefeito licenciado e secretário de Economia Solidária do Rio, Diego Zeidan; do embaixador de Cuba no Brasil, Adolfo Curbelo; da deputada estadual Marina dos Santos; e do vereador Hadesh.

domingo, 12 de novembro de 2017

Método cubano alfabetiza centenas de trabalhadores Sem Terra no extremo sul da Bahia

Trabalhadores alfabetizados com "Sim, Eu Posso" | Foto: MST/Bahia 

O método cubano “Sim, Eu Posso” tem sido um instrumento importante de alfabetização de jovens e adultos, assentados e acampados de Reforma Agrária em toda a Bahia. No extremo sul do estado, o processo de escolarização toma grandes proporções, erradicando o analfabetismo em 11 áreas do MST. 

Fruto desse processo, no sábado, dia 18 de novembro, às 15h, o Assentamento Paulo Kageyama, localizado em Eunápolis, será palco da formatura de 29 turmas, que resultou na alfabetização de 233 trabalhadores e trabalhadoras Sem Terra. 

O “Sim, Eu Posso” tem avançado na popularização do acesso à leitura e escrita, combatendo as desigualdades sociais e os altos índices de analfabetismo no Brasil. De acordo com o último senso levantado pela Escola Popular de Agroecologia e Agrofloresta Egídio Brunetto, divulgado em 2015, o extremo sul baiano possui mais de 20% da população adulta e idosa não alfabetizada nas áreas de Reforma Agrária. Esse percentual se soma ao vergonhoso dado brasileiro, onde mais de 13 milhões de jovens e adultos não sabem ler ou escrever.

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Implementação

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Com método cubano, MST vai alfabetizar 20 mil pessoas no Maranhão

Objetivo do governo Dino [do Maranhão] é chegar às 30 cidades maranhenses mais empobrecidas; militantes de 11 estados atuam no projeto
Milhares vão aprender a ler e escrever com método cubano | Foto: Governo do Maranhão
Por Lilian Campelo do Brasil de Fato

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em parceria com o governo do Maranhão, comandado por Flávio Dino (PCdoB), iniciou, na semana passada, a segunda etapa de aplicação do programa de alfabetização cubano "Yo, Sí Puedo" ou "Sim, Eu Posso", na versão brasileira. O objetivo é ensinar 20 mil pessoas, de 15 municípios, a ler e escrever.

O projeto está paulatinamente sendo ampliado. Em sua primeira etapa, chegou a 7 mil pessoas, moradoras de oito cidades. A meta é alcançar os 30 municípios com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do estado, o mais empobrecido do país.

Para atingir o objetivo, foi construída uma brigada nacional composta por 79 militantes do MST, vindos de 11 estados do país. A tarefa deles é mobilizar grupos de jovens e lideranças locais das comunidades e realizar formações com educadores e coordenadores pedagógicos para transmitir o método cubano, de forma que eles atuem como multiplicadores.

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De acordo com o secretário de direitos humanos e participação popular do Maranhão, Francisco Gonçalves da Conceição, "agora há um desafio novo: nos oito municípios que nós iniciamos, queremos erradicar o analfabetismo”.

Identidade

domingo, 5 de março de 2017

Método cubano de alfabetização reduz analfabetismo no Maranhão

Seminário da jornada de alfabetização do Maranhão: "Sim, eu posso! - círculo de cultura"| Foto: Patria Latina
Da Embaixada de Cuba no Brasil 

Mais sete mil maranhenses receberam o diploma de alfabetização com a aplicação do método cubano “Yo Si Puedo” (Sim, eu posso), reduzindo em 29% a taxa de analfabetismo em oito municípios com menor Índice de Desenvolvimento Humano do estado.

Nessas cidades, com uma população de 68.696 habitantes maiores de 15 anos, foram constatadas 24.541 pessoas que não sabiam ler nem escrever antes do início do programa. A primeira graduação contribui para diminuir sensivelmente essa cifra. A segunda fase do projeto vai atender cerca de 20 mil pessoas e se estenderá a outros sete municípios.

Os resultados do projeto foram divulgados durante um seminário [ocorrido no último dia 17 de fevereiro] que reuniu cerca de mil alfabetizados, professores e supervisores. O evento contou com as presenças do governador do Maranhão, Flávio Dino, o dirigente nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stedile  e a Consul Geral de Cuba para o  Nordeste, Laura Pujol.

Leia mais:
Por que a educação em Cuba é uma história de êxitos e o que ela pode ensinar ao mundo
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“Yo Si Puedo” já alfabetizou 10 milhões de pessoas pelo mundo

Coordenado pelo governo do Maranhão e executado pelo MST, o programa combinou a aplicação do método inovador de alfabetização “Yo Sí Puedo”, idealizado pelo  Instituto Pedagógico Latinoamericano e Caribenho (IPLAC), com os  “Círculos Culturais” do pedagogo  brasileiro Paulo Freire,  que tem como objetivo objeto fortalecer a aprendizagem com a participação dos estudantes no contexto de suas raízes culturais.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Programa cubano de educação já alfabetizou 10 milhões de pessoas pelo mundo

"Sim, eu posso", método cubano de combate ao analfabetismo presente em 130 países | Foto: Brasil de Fato 

Do Vermelho 

O programa de alfabetização cubano Yo, Sí Puedo já ajudou mais de 10 milhões de pessoas a aprender ler e escrever em 130 países. Criado em 2002, o projeto consiste em um método de aplicação rápida de lições de aprendizado para alfabetizar adultos. 

Segundo a subdiretora do Instituto Pedagógico Latino-americano e Caribenho (Iplac), Liset Valdés, até o início de 2016 este número vai aumentar consideravelmente, porque ainda este ano 765 mil pessoas que estão em aulas irão se graduar. 

O método educativo que já chegou em 130 é aplicado gratuitamente por educadores cubanos que trabalham principalmente em zonas rurais para combater o analfabetismo. 

terça-feira, 12 de maio de 2015

Com método cubano, Sem Terra zeram analfabetismo em seis assentamentos

Assentamento dos Sem Terra que utiliza método cubano de ensino | Foto: MST

“Zerar o analfabetismo é o primeiro passo para libertar o trabalhador das prisões deste sistema desigual”, disse o coletivo de Educação do MST durante a formatura de 180 trabalhadores Sem Terra que participaram do projeto cubano de alfabetização para jovens e adultos, “Sim, eu Posso”.

A comemoração aconteceu neste último sábado (9), na Escola Popular de Agroecologia e Agrofloresta Egídio Brunetto, no Assentamento Jaci Rocha, município do Prado - Extremo Sul da Bahia -, e reuniu mais de 300 famílias.

O projeto de alfabetização conseguiu zerar o analfabetismo nos Assentamentos Jaci Rocha, Antônio Araujo, Bela Manhã, Herdeiros da Terra, José Martí e Abril Vermelho, usando como metodologia tele aulas em dezessete turmas, cada uma acompanhada por um educador.

Leia também:

Alfabetizados pelo método cubano | Foto: MST

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Programa cubano de educação faz sucesso e já alfabetizou nove milhões pelo mundo

"Yo, Sí Puedo" é um método de ensino cubano | Arte: Governo de Cuba
Da Prensa Latina 

Erradicar o analfabetismo é o objetivo principal do programa cubano "Yo, sí puedo" (Sim, eu posso) para aprender a ler e escrever, que já acumula nove milhões de pessoas alfabetizadas.

O projeto foi implementado desde 2002 em mais de 30 países e existe em 19 línguas ou idiomas, entre elas inglês e português, bem como em línguas autóctones como aymara e quechua. "Yo, sí puedo" também existe em sistema Braille, para cegos. 

Em conversa com a Prensa Latina, a Doutora em Ciências Pedagógicas Piedad Torres, da Cátedra de Alfabetização do Instituto Pedagógico Latino-americano e Caribenho, explicou que "Yo, sí puedo" está dividido em três momentos: alfabetização, nivelação e pós-alfabetização. 

 Explicou que a alfabetização ensina a ler e escrever e, além disso, oferece aos estudantes cultura geral e aspectos que lhes ajudarão a aprender como conduzir a educação de seus filhos, a proteção do meio ambiente, a história e identidade de seus países. 

Este programa ensina através da relação entre números e letras, considerando que os participantes compram e vendem como parte de sua vida diária, e ainda quando são analfabetos conhecem os números e os utilizam; a partir desse conhecimento, os números são vinculados a letras para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, afirmou. 

O programa contém 65 vídeo-aulas que levam ao participante e ao facilitador todos os conhecimentos necessários para a autopreparação e a condução do processo com os alunos, assegurou a especialista.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Formandos do MST prestam solidariedade aos antiterroristas cubanos



No Assentamento Osvaldo de Oliveira, em Macaé - Rio de Janeiro, no último dia 6 de dezembro, o Comitê Carioca pela Liberdade dos Cinco Cubanos teve a alegria e honra de participar da formatura da Turma Cícero Guedes - a primeira turma de uma área do MST - Movimento dos Trabalhadores Sem Terra - no Rio de Janeiro, a ser alfabetizada pelo método cubano "Sim, eu posso !".

A cerimônia foi muito emocionante e o primeiro livro que receberam foi a cartilha do Comitê Carioca que conta a história dos Cinco antiterroristas. Após uma conversa sobre o caso, todos posaram com seus livros se comprometendo a divulgar o caso daqui pra frente como forma de retribuir a Cuba por mais esta conquista que alcançaram.

A "professora" do método, a atriz Tuca Moraes participou de toda a festa e também posou com o cartaz dos Cinco.

Veja mais fotos da formatura da Turma Cícero Guedes no Assentamento Osvaldo de Oliveira: 

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Método cubano já alfabetizou mais de 26 mil argentinos

Grafite do programa cubano de alfabetização "Yo, sí puedo"
Com a formatura nesta segunda-feira (22) de 10 habitantes da pequena comunidade rural de Montero, província de Tucumán, chegam a 26.152 mil argentinos alfabetizados com o programa cubano Sim, eu Posso.

Este é o segundo grupo que aprende a ler e escrever no marco do acordo entre o Registro Nacional de Trabalhadores e Empregadores Agrários (Renatea), do Ministério do Trabalho da Nação, e a Fundação Um Mundo Melhor É Possível (UMMEP).

Essa última organização não governamental gerencia na Argentina as missões cubanas Sim, Eu Posso e Operação Milagre, para operar dos olhos pessoas pobres.

Leia mais:
7 Milhões de pessoas alfabetizadas com o método "Yo, sí puedo"
"Yo, sí puedo" aplicado no Brasil
Aborígenes australianos aprendem a ler e escrever com método cubano

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Ministério da Educação e Cuba reforçam o Programa Amapá Alfabetizado


O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) esteve no Ministério da Educação e recebeu apoio para o programa Amapá Alfabetizado. Ele reuniu (foto abaixo) com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI), Macaé Evaristo, com o Conselheiro Econômico da Embaixada de Cuba, Raciel Proenza Rodriguez e a secretária Municipal de Educação de Macapá, Antônia Andrade.

Randolfe falou sobre a adesão da Prefeitura de Porto Grande ao programa de erradicação do analfabetismo. O município tem a taxa de analfabetos superior à média nacional, são 12,74%, enquanto no país é de 9,73% segundo DATASUS. “Iniciamos as ações em Macapá e Porto Grande é o segundo município do Amapá a embarcar nesse movimento. Nós queremos mobilizar o Estado inteiro para exterminar o analfabetismo. São mais de 36 mil pessoas sem ler e escrever, isto inadmissível”, afirmou o senador.

De acordo com Macaé Evaristo, da SECADI, a UNESCO criou a certificação “Território Livre do Analfabetismo” para estimular adesão dos municípios. Em 2007 foi restaurado no Brasil o programa Brasil alfabetizado. O selo é atribuído ao local após a medição feita pelo IBGE através do Censo populacional.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Com método cubano de educação, Unesco declara Bolívia um país livre do analfabetismo

"Yo, Sí Puedo" é um método de ensino cubano | Arte: Governo de Cuba
Do Brasil de Fato

Governo Evo Morales aplicou o método "Sim, eu posso" desenvolvido por Cuba e que já havia sido usado com sucesso na Venezuela.

O vice-ministro da Educação alternativa da Bolívia, Noel Aguirre, declarou na última terça-feira (29) que a Unesco aceitou o relatório enviado pelo governo que aponta que o país está livre do analfabetismo.

"Podemos dizer orgulhosamente que o Estado Plurinacional é um estado livre do analfabetismo", declarou.

domingo, 2 de junho de 2013

Cuba ou a globalização da solidariedade: o programa “Yo, sí puedo”

"Yo, Sí Puedo" é um método de ensino cubano | Arte: Governo de Cuba

Por Salim Lamrani no Opera Mundi

Segundo a Unesco, há no mundo 796 milhões de adultos analfabetos, ou seja, 17% da população mundial. Mais de 98% se encontram nos países do Terceiro Mundo. Dois terços são mulheres. Os países da África subsaariana e do sul e o este da Ásia contam com “73% do déficit mundial de alfabetização de adultos”. Em cifras absolutas, o número de analfabetos nessas regiões continua crescendo. Quanto às crianças, apenas 44% estão matriculadas na pré-escola (148 milhões), ou seja, 66% não têm acesso a esse tipo de ensino (222 milhões). Em nível primário, 67 milhões de crianças não estão na escola. A Unesco lançou então um chamado para reduzir em 50% o número de analfabetos até 2015. O organismo da ONU aponta que os progressos realizados nesse campo “foram, no melhor dos casos, decepcionantes e, no pior, esporádicos”. Segundo a Unesco, “para reverter essa tendência, é necessário que os governos do mundo atuem com determinação”.

Leia também parte I e II da série de reportagens sobre Cuba:

Cuba ou a globalização da solidariedade: a Operação Milagre
Cuba ou a globalização da solidariedade: o internacionalismo humanitário

No entanto, a Unesco revela uma exceção: a América Latina e o Caribe. Essa exceção se deve, em parte, ao programa Yo, sí puedo:

O programa Yo, sí puedo, criado em 2003 pelo governo cubano, teve amplos resultados […]. Aplicado em 12 dos 19 países da América Latina em 2008, faz parte de estratégias mais amplas a favor da realização da alfabetização universal no Estado Plurinacional da Polívia, no Equador, na Nicarágua, no Panamá e na República Bolivariana na Venezuela.

Baseado na filosofia de José Martí, resumida na seguinte frase: “Todo homem tem direito a se educar e, como recompensa, contribuir com a educação dos demais”, o Instituto Pedagógico Latino-americano e Caribenho de Cuba lançou o programa “Yo, sí puedo”, em 2003, destinado a alfabetizar os adultos iletrados. A aquisição das capacidades de leitura, escrita e aritmética é indispensável para desfrutar de uma plena cidadania. Constitui o primeiro baluarte contra a exclusão e a pobreza, e leva à realização do que Martí chamou de “a plena dignidade do homem”. A Unesco ressalta que “a educação salva vidas: quanto mais se eleva o nível escolar da mãe, a taxa de mortalidade infantil diminui”. Assim, se todas as mulheres cursassem os estudos secundários, 1,8 milhão de crianças seriam salvas por ano. Da mesma forma, a saúde das crianças estaria mais protegida. “É menos provável que as crianças cujas mães cursaram esses estudos manifestem um atraso de crescimento ou se mostrem abaixo do peso.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

7 Milhões de pessoas alfabetizadas com o método Yo sí puedo!

Fonte: GRANMA

Mais de sete milhões de pessoas analfabetas de 30 países foram beneficiadas com o método cubano de alfabetização Sim, eu Posso, informou o chefe do Departamento de Educação de Jovens e Adultos e Alfabetização do Instituto Pedagógico Latino-Americano e Caribenho, Ricardo del Real Hernández.

Além do método Sim, eu Posso, o programa inclui dois métodos mais: o primeiro tem como objetivo que os alfabetizados não percam as habilidades adquiridas devido à inatividade intelectual (Já posso ler e escrever) e o segundo, Sim, eu Posso continuar, tem permitido que aproximadamente 900 mil pessoas tenham o nível equivalente à sexta classe.

“Um dos sucessos mais importantes do programa tem sido sua contextualização (mais de 20), pois se tem adaptado às particularidades do lugar de aplicação”, comentou Real Hernández, que acrescentou que estão preparando o método para empregá-lo em idioma francês, pois já existem versões em inglês e português, bem como nalgumas línguas originarias, como quéchua e guarani.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Proibido divulgar esta notícia: Cuba alfabetiza na Austrália!

Experiência cubana aplicada em países desenvolvidos
 Fonte: PCB

Omar Pérez Salomón - Blog la pupila insomne.- A partir de um acordo subscrito no ano de 2010entre autoridades cubanas e a Prefeitura da cidade espanhola de Sevilha, foi aplicado o programacubano de alfabetização Yo sí Puedo, tendo em conta que, segundo dados publicados no sítio “YoSí Puedo Sevilha”, na Espanha, existem mais de 2 milhões de analfabetos.

Outros exemplos da colaboração cubana com países industrializados podem ser apreciadosatravés dos médicos cubanos que prestam serviços em Portugal, os estudantes norte-americanosque estudam medicina na Escola Latino-americana de Medicina em Cuba e a alfabetização deaborígenes australianos através do método desenvolvido por pedagogos da ilha.

A Austrália ocupa a segunda posição entre 187 países em desenvolvimento humano, precedidapela Noruega, segundo o informe de 2011 da ONU, com indicadores que o situam com umdesenvolvimento humano muito alto. O gasto em educação é de 4,5% do PIB. Sem dúvida, entre50% e 60% da população aborígene deste país são analfabetos funcionais, especialmente os quevivem em áreas remotas, expressou recentemente o representante da Comissão Campanha para aAlfabetização Adulta, Jack Beetson.

Pela localidade de Wilcannia, situada a 965 quilômetros ao noroeste de Sidney, começou a aplicação do método cubano. A região possui 700 habitantes, a maioria deles aborígenes, onde 60% da população está sem trabalho e se registra pobreza, vandalismo, violência doméstica e alcoolismo.

domingo, 5 de agosto de 2012

Programa cubano de alfabetização beneficia mais de 6,5 milhões

Fonte: VERMELHO do ADITAL

O método cubano de alfabetização "Sim, eu posso” tirou do analfabetismo, em pouco menos de uma década, cerca de 6,5 milhões de pessoas, um número superior ao conseguido até hoje por outros programas no mundo.

Não havia sido desenvolvimento no mundo nenhum outro procedimento, explicou em conversa com a Prensa Latina, José Ricardo del Real, chefe do Departamento de Educação de Jovens e Adultos e Alfabetização do Instituto Pedagógico Latino-americano e Caribenho.

Isto pode ser somado à atual situação nas salas de aula onde existem mais de um milhão de iletrados, disse a diretoria ao referir-se aos resultados do sistema experimentado pela primeira vez na Venezuela em 2002 e que já se aplicou em 28 países.

Interrogado sobre os custos do método "Sim, eu posso” – que deve desenvolver-se entre sete e 14 semanas – Del Real afirmou que o custo é relativo em função da concepção do programa, mas que em média não supera os cinco dólares.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Aborígenes australianos aprendem a ler e escrever com método cubano!

Povos aborígines da Austrália | Foto: Montevideo
Da Prensa Latina 

Um total de 10 aborígenes australianos entre 25 e 53 anos concluíram seus estudos básicos de leitura e escrita através do método cubano de alfabetização Yo sí puedo (Eu,sim posso), confirmou hoje José Chala, coordenador do programa nesta nação.

O especialista do Instituto Pedagógico Latino-americano e Caribenho de Cuba, especificou que um segundo grupo de 11 indígenas de 15 a 61 anos terminará o plano de alfabetização na cidade de Wilcannia, a 965 quilômetros ao noroeste de Sydney.

"Eu, sim posso" possibilita que aborígenes australianos aprendam a ler e a escrever em um período de três meses e lhes fornece as ferramentas necessárias para manejar as tecnologias, melhorar a capacidade de expressão, e conservar sua cultura, indicou.

Segundo informes de imprensa, Wilcannia, onde 60 por cento de sua população -de uns 700 habitantes- é pobre e carece de fontes de trabalho, registra altos parâmetros de analfabetismo, violência doméstica e alcoolismo.

A metodologia cubana, que recebeu o Prêmio Alfabetização 2006 Rei Sejong, da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, foi aplicada em 28 países e beneficiou mais de seis milhões de pessoas em todo o mundo.

O sistema emprega a técnica denominada alfanumérica, que associa uma letra com um número, sobre a base de que a maioria dos analfabetos têm conhecimentos básicos sobre dígitos.