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segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

Confira 10 falas históricas de Che Guevara

Che Guevara | Arte: MST 

Por Sturt Silva 

O legado de Che Guevara é um grande exemplo de luta, determinação e solidariedade para os povos do mundo, principalmente os oprimidos e explorados.  

Dessa forma listamos 10 momentos da trajetória do guerrilheiro heroico.  

Confira:

1. Discurso de Che na Conferência sobre comércio e desenvolvimento das Nações Unidas em 17 março de 1964, Genebra (Suiça).

domingo, 16 de maio de 2021

Assista: Che Guevara - a guerrilha

Cartaz do filme Che Guevara, a guerrilha | Foto: Prime Video

Por Sturt Silva 

Assista a segunda parte da cinebiografia do revolucionário Ernesto "Che" Guevara, personagem histórico e importantíssimo para a esquerda mundial e para a Revolução na América Latina. 

O filme se inicia com a lida, por Fidel Castro, da carta de sua partida de Cuba em 1965 e depois detalha os atos da guerrilha que ele liderou na Bolívia. 

Ao contrário da parte I, que pode ser assistida aqui, essa parte não é sobre vitória ou triunfo, mas sobre resistência e lutas. 

O ator Benicio del Toro interpreta o médico revolucionário no filme biográfico de Steven Soderbergh.

Assista:

sexta-feira, 7 de maio de 2021

Assista: Che Guevara - o argentino

Cartaz do filme Che Guevara, o argentino | Foto: Prime Video

Por Sturt silva

Assista a primeira parte da cinebiografia do revolucionário Ernesto "Che" Guevara, personagem histórico e importantíssimo para a Revolução Cubana. 

O filme se inicia com encontro de Che Guevara e Fidel Castro no México, antes da Revolução, e termina depois da batalha de Santa Clara, marcando a derrota da ditadura militar de Batista. 

Benicio del Toro interpreta o médico revolucionário no filme biográfico de Steven Soderbergh. 

Assista:

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Assentamentos Sem Terra têm o nome de Che Guevara em homenagem ao revolucionário

Brigada Che Guevara na Bahia | Foto: MST

Da página do MST

Homenagear personalidades que tombaram na luta e tiveram significativas contribuições em busca de uma transformação social e contra as injustiças estruturadas na sociedade possui grande simbologia para o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, que sempre procura em seus espaços organizativos trazer memórias, histórias e comemorar legados deixados por eles. 

Dentre os milhares de militantes e figuras de resistência está o médico argentino revolucionário Ernesto Che Guevara, integrante e comandante de grupos de guerrilheiros que tiveram importante papel na revolução cubana no século XX, na luta pela derrota do tirano Fulgêncio batista, na libertação do país de um governo ditatorial e no enfrentamento aos ditames imperialista, que tinha como principal objetivo o controle de poderosas nações sob os povos mais empobrecidos através da expansão do capitalismo. 

Dentre seus inúmeros legados, o socialista Che, em vida, tinha como uma de suas principais virtudes a unidade e a solidariedade que inspira tantos quadros de militantes que se colocam a disposição da luta pelo povo.

Assentamentos Che Guevara no Estado Baiano 

Na Bahia, há cerca de cinco assentamentos nomeados “Che Guevara” com aproximadamente 550 famílias ao todo, organizados dentro MST. Além deles, há uma brigada localizada no extremo sul da Bahia, entre os municípios de Itabela, Guaratinga e Porto Seguro, com cerca de 470 famílias acampadas e assentadas.

Alguns deles são áreas conquistadas recentemente; outras, tem sua trajetória histórica de resistência na luta pela terra. 

A exemplo disso está a área consolidada Che Guevara, no Baixo Sul baiano com 23 anos atualmente. Ocupada em 26 de maio de 1997, a fazenda detinha o monocultivo do cacau e hoje, desapropriada de um latifúndio improdutivo, tem sua produção diversificada com cupuaçu, banana da terra, mandioca, feijão, milho e urucum e cacau. 

O assentamento, organizado pela comunidade que nele vive, possui escola do campo localizada dentro da área, casa de farinha, quadra poliesportiva, local de reuniões e dentre outras estruturas conseguida a base de muita luta. 

Para Evanildo Costa, da direção nacional do Movimento, “o assentamento Che, como é conhecido na região, é de uma simbologia colossal. Além de ser o primeiro assentamento que herda o nome do revolucionário, é símbolo da nossa luta e resistência frente ao imperialismo e ao capitalismo. As nossas áreas que levam o nome do nosso comandante é pra gente um lembrete de que nossa luta não pode parar.” Pontua Costa. 

O internacionalismo e a Luta contra o imperialismo 

Assim como Che Guevara, o MST, como organização social em defesa dos direitos de igualdade e equidade dos povos, levanta a bandeira anti-imperialista que tem como estratégia de dominação a exploração da economia, dos recursos naturais, dos trabalhadores e dos territórios de nações empobrecidas, deixando historicamente consequências catastróficas por onde ocorreu sua expansão. 

Lutar contra a política imperialista para o Movimento é lutar contra as correntes, que afirmam superioridades entre nações e criações de monopólios capitalistas e seguir na construção de uma nova sociedade baseada nas diretrizes socialistas. 

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Revolução Cubana completa 60 anos

Há 60 anos, ditador cubano era derrubado e tropas revolucionárias tomavam Havana; na imagem Fidel e Che | Arte: Gabriela Lucena
Por Fania Rodrigues no Brasil de Fato

Há 60 anos, o Exército Rebelde cercava a cidade de Santiago de Cuba, na última batalha liderada pelo comandante Fidel Castro, no final de dezembro de 1958. Ao amanhecer do dia 1º de janeiro de 1959, o ditador Fulgencio Batista abandonava a ilha. Com a destituição do ditador alinhado aos Estados Unidos, consolidava-se assim a Revolução Cubana.

Naquele início de ano seis décadas atrás, bastaram algumas horas para os militares do Quartel de Moncada anunciarem a rendição diante dos guerrilheiros da Sierra Maestra. Essa batalha no oriente do país, também chamada de Operação Santiago, definiu o triunfo da Revolução Cubana. Era o mesmo lugar onde, cinco anos antes, havia começado a luta contra a ditadura de Batista, com o assalto ao Quartel de Moncada, no dia 26 de julho, data que deu origem ao nome do movimento guerrilheiro.

Depois da fuga do ditador Batista, Fidel Castro e sua tropa levaram sete dias para chegar à capital cubana. No dia 8 de janeiro de 1959, mais de mil combatentes rebeldes fizeram uma entrada triunfal em Havana, em cima de tanques e carros blindados do exército de Batista.

Para marcar a data, a reportagem do Brasil de Fato resgatou fatos históricos e conversou com pessoas que participaram da resistência naqueles dias e mantêm viva ainda hoje a memória da luta na ilha caribenha.

Fulgencio Batista

Fulgencio Batista foi presidente de Cuba entre 1940 e 1944. Depois do mandato, foi viver nos Estados Unidos e voltou à ilha para concorrer à presidência em 1952. Foi derrotado e liderou um golpe militar para tomar o poder, onde permaneceu até ser derrubado pelos revolucionários liderados por Fidel Castro.

Logo no início, os Estados Unidos reconheceram oficialmente o regime de Batista, apesar das denúncias de abuso de poder, como o aumento do próprio salário, que passou de 26 mil dólares anuais para 144 mil dólares, um dos maiores do mundo. Na comparação, à época, o salário do presidente dos Estados Unidos, Harry S. Truman, era de 100 mil dólares por ano.

Batista alinhou-se com os latifundiários ricos do país, que possuíam as maiores plantações de açúcar, e conduziu a ilha para um abismo social, com economia estagnada e um aumento cada vez maior da desigualdade social entre cubanos ricos e pobres. Além disso, a corrupção e o autoritarismo eram a tônica da gestão.

Com um governo cada vez mais corrupto, as máfias estadunidenses passaram a ter grande influência no país, controlando a distribuição de drogas, jogos de azar e a prostituição. Simultaneamente, as grandes multinacionais com sede nos Estados Unidos mantinham contratos lucrativos com o governo de Fulgencio Batista.

A insatisfação popular cresceu e ficou ainda mais evidente com o apoio demonstrado pela população às forças rebeldes que, comandadas por Fidel Castro, derrubaram o governo.

Apoio popular

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Che Guevara recebe homenagem no Amazonas


Por ocasião do 51º aniversário do assassinato de Che Guevara, o Partido Comunista Brasileiro (PCB) e a União da Juventude comunista (UJC) organizaram uma cerimônia, no último dia 9, na Universidade Federal do Amazonas (UFAM) para ressaltar a validade de seu pensamento.

No ato participaram professores e alunos dessa instituição, além de jovens de diferentes setores da sociedade. O Cônsul Geral de Cuba em Manaus, Turcios Esquivel López, também participou do evento.

Na atividade foi apresentado o documentário "Fidel fala sobre o Che" do escritor Gianni Mina, realizado em 1987, em que o Comandante em Chefe declarou as suas opiniões sobre Che como soldado, homem de ideias e qualidades humanas e sensibilidade insuperáveis. Fidel também fez uma avaliação do que aconteceu durante os meses da guerrilha na Bolívia.

Em suas palavras, o jovem Thales Feitoza, representante do PCB, fez um resumo dos principais acontecimentos políticos do século XX, o desenvolvimento das idéias socialistas, a luta contra o colonialismo e neocolonialismo e como elas influenciaram a vida de Che Guevara.

Por sua parte, o Cônsul Geral de Cuba disse que a principal validade das idéias de Che é que as condições para as quais ele lutou ainda são vividas na América Latina. Ele lembrou as experiências de Che em seu giro pela América do Sul, em 1952, e disse que se fosse realizado hoje encontraria-se as mesmas condições de pobreza e exploração que despertou nele esses sentimentos e a necessidade de mudanças para construir uma sociedade mais justa e inclusiva.

sábado, 29 de setembro de 2018

Filha mais velha de Che Guevara visita Fortaleza

Aleida Guevara em palestra no Ceará | Foto: Casa da Amizade Brasil-Cuba
Na noite de quinta-feira (27) a médica cubana, filha mais velha de Che, Aleida Guevara, participou de palestra promovida por coletivos de juventude do Ceará com apoio da Casa da Amizade Brasil-Cuba do Ceará e da Rede de Médicos Populares. Ela foi acompanhada pelo Consul de Cuba no Nordeste, Alexis Cruz. 

A militante cubana contou suas impressões a respeito da situação social e politica que vive o Brasil. Afirmou que em Cuba há um sentimento de forte indignação entre a população com a prisão injusta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

Aleida fez também uma explanação acerca do espírito revolucionário cubano, os desafios vencidos ao longo do sec XX, da necessidade de mais solidariedade entre os povos e ainda sobre a postura ética de cada revolucionário em sua missão de transformar o atual cenário em todo o mundo. 

Aleida continua cumprindo agenda de eventos no Ceará com participação em acampamentos do MST e no Cuca Che Guevara até o próximo domingo (30).

Assista ao debate:

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Vamos pra Cuba: Brigada Sul-americana com inscrições abertas até 22 de dezembro

Que ir a Cuba e conhecer a realidade do único país socialista do ocidente com seus próprios olhos? Então o momento é agora. Veja como:
XXV Brigada Sul-americana homenageará os 90 anos de nascimentos de Che Guevara
Por Sturt Silva

Trata-se da Brigada Sul-americana de Trabalho Voluntário e Solidariedade a Cuba, onde pessoas do Brasil, Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai visitarão Cuba com objetivo de conhecer melhor a realidade do povo cubano e contribuir, através de jornadas de trabalho voluntário, com o desenvolvimento agrícola e produtivo do país. 

Em 2018 a brigada, que será realizada entre os dias 21 de janeiro e 4 de fevereiro, chegará a sua XXV edição e homenageará os 90 anos do nascimento do guerrilheiro heroico, Ernesto "Che" Guevara, e os 65 anos do assalto aos quartéis Moncada e Carlos Manuel Céspedes. 

As inscrições estão abertas até o dia 22 de dezembro de 2017. A coordenadora da brigada é Yarisleidis Medina Valle, diretora do ICAP (Instituto Cubano de Amizade dos Povos) para América Latina e Caribe. Se você estiver interessado em participar procure os movimentos de solidariedade a Cuba na sua cidade ou estado. Na barra lateral de nosso site, na seção “movimento brasileiro de solidariedade a Cuba” e "páginas solidárias", temos links que pode ajudá-lo a entrar em contato.

Serão quatorze noites – delas, sete no Acampamento Internacional “Julio Antonio Mella”-CIJAM, localizado no Município de Caimito, a 45 km da cidade de Havana e cinco em hotéis das províncias de Camagüey, Granma e Santi Spíritus. Também ocorrerão visitas a centros históricos em Villa Clara e Santiago de Cuba.

Brigada homenageará também os 65 anos do assalto aos quartéis Moncada e Céspedes:


A estadia terá o custo de 595 CUC (veja a cotação na época, mas 100 dólares em Cuba vale 87 CUC) e inclui alojamento em habitações divididas com seis pessoas no caso do CIJAM, alimentação e transporte para todas as atividades da programação. As jornadas de trabalho voluntário serão em áreas próximas ao CIJAM – acampamento criado em 1972 que conta com condições adequadas para satisfazer a vida coletiva e as necessidades das pessoas que visitam Cuba. 

O brigadista deve se comprometer a cumprir o programa previsto e observar adequadamente as normas de conduta, disciplina e convivência social.

OBS: Caso não conseguir dessa vez, em abril/maio tem outra: é a Brigada Internacional Primeiro de Maio.

Programação da XXV Brigada Sul-americana de Trabalho Voluntário e Solidariedade a Cuba

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Juventude cearense debate o legado de Che Guevara e o bloqueio contra Cuba

II Encontro da Juventude com Cuba, Fortaleza | Foto: Rádio Rebelde
Da Rádio Rebelde

Na tarde do último sábado (28), jovens representantes de entidades estudantis, de trabalhadores e do Movimento dos Trabalhadores sem Terra (MST) estiveram reunidos na sede da ADUFC Sindicato, em Fortaleza, para o II Encontro da Juventude com Cuba, organizado pela Casa da Amizade Brasil-Cuba do Ceará.


O evento contou com a participação da Consul Geral de Cuba para o Nordeste, Laura Ivete Pujol, além de Mônica Valente, Secretária Nacional de Relações Internacionais do Partido dos Trabalhadores e representações da União Nacional dos Estudantes (UNE), MST, movimentos sociais e partidos políticos.


Em sua palestra Laura Pujol discutiu a atual situação do bloqueio econômico vivido por Cuba, suas consequências nefastas para a economia do país e os atuais ataques "acústicos" que foram utilizados pelos EUA como pretexto para retirar grande parte dos diplomatas americanos de Hanava. A Consul ainda reforçou a necessidade de integração e envolvimento das juventudes para o processo revolucionário.


Durante o evento foi exibido ainda vídeo de estudantes (pioneras) cubanas sobre o simbolismo de Che para os jovens e sua vida enquanto cidadãos de Cuba. 

Assista trecho:


Veja fotos do evento clicando aqui.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Embaixadas de Cuba e Venezuela em Brasília homenageia Che Guevara

Ato foi na Embaixada da Venezuela | Foto: Cuba Hoy
Por Sturt Silva

As embaixadas da Venezuela e de Cuba promoveram, no último dia 26, em Brasília, ato para lembrar os 50 anos do assassinato do guerrilheiro Ernesto "Che" Guevara.

O embaixador cubano, Rolando Gómez Gonzalez, defendeu Che Guevara como elemento para o  enfrentamento da atual ofensiva da direita contra os governos progressistas latino-americanos.

Para Rolando, Che "foi  talvez o melhor exemplo de uma vida consistente com um ideal" e observou que seu comportamento irrepreensível "é um símbolo do novo homem necessário para a humanidade do presente e do futuro".

Destacou também a relevância do seu pensamento econômico, os seus méritos como estrategista militar e o fato de nos ensinar a necessidade de adequar as lutas e as ações revolucionárias e de transformação da sociedade às condições concretas de cada país e suas circunstâncias históricas. 

"Símbolo da América rebelde e revolucionária", foi assim que o representante da embaixada da República Bolivariana da Venezuela no Brasil, Gerardo Delgado, se referiu ao guerrilheiro. Ele também lembrou que com Che aprendemos que no imperialismo não se podia confiar: "mas nem tantinho assim, nada".

Qualquer ato de recordação ao Che passa pelo coração e fortalece a consciência, porque não se trata de uma homenagem formal, mas para lhe dar vida, expressou o jornalista brasileiro Beto Almeida, que se referiu à impossibilidade de poder abraçar em uma comemoração as enormes dimensões desta figura histórica.
Jornalista Beto Almeida participou da homenagem | Foto: Cuba Hoy
Almeida esclareceu ainda a validade da mensagem de unidade lançada pelo guerrilheiro a todas as forças revolucionárias e progressistas e sinalizou a Revolução Cubana como um exemplo.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Concluída Brigada Internacional Pelos Caminho de Che; leia declaração final [+ vídeos]

Brigadistas participaram do grande ato em Santa Clara em homenagem a Che Guevara
Foto: Darío Gabriel Sánchez/ Cubadebate 
Por Sturt Silva

No último dia 13, a segunda edição da Brigada Pelos Caminhos de Che Guevara foi concluída. Brigadistas vindo de 22 países refizeram, entre os dias 1 e 13 de outubro, o caminho trilhado pelo médico guerrilheiro em Cuba. Do Brasil participaram 27 pessoas.

Além de defender o aprofundamento do estudo do pesamento político de Che Guevara, de apropriar-se do conceito de Revolução de Fidel Castro e de reafirmar apoio à Revolução de 1959 e de demandas cubanas como o fim do bloqueio, a devolução de Guantánamo ocupada e da atualização do modelo socialista cubano, a declaração final da brigada também expressou solidariedade aos ex-presidentes Lula (Brasil) e Cristina (Argentina), à Revolução Bolivariana, às causas dos povos palestino, saaraui e porto-riquenho, entre outros. Conheça abaixo o comunicado final da brigada:
No Brasil a brigada foi organizada pela ACJM-RJ
Declaração final da II Brigada pelos Caminhos de Che

domingo, 15 de outubro de 2017

50 anos da imortalidade de Che Guevara: veja como foi o ato em Recife

Mesa do evento: Sonia Alvarado, Edival Cajá, Carlos Tablata e Laura Pujol | Foto: Consulado de Cuba/Nordeste
Por Sturt Silva

Aconteceu no último dia 11 (quarta-feira), em Recife, ato cultural e político em homenagem ao revolucionário Ernesto Guevara. 

Realizado no auditório do Sindicato dos Trabalhadores de Pernambuco, o evento contou com duas palestras sobre Che Guevara: "O pensamento econômico de Che", ministrada pelo economista cubano, Carlos Tablata, e "O legado ideológico de Che", exposta por Laura Pujol, Cônsul de Cuba para a região nordeste. As atividades foram acompanhadas por recitações de poesia e interpretações musicais ressaltando a figura do médico guerrilheiro.

Leia também:


Bloqueio a Cuba

Edival Nunes Cajá, presidente do Centro Cultural, e Sonia Alvarado, Cônsul Geral da Venezuela em Recife, aproveitaram a oportunidade para denunciar o fortalecimento do bloqueio dos EUA contra Cuba.

sábado, 14 de outubro de 2017

Ato na Paraíba homenageia os 50 anos de imortalidade de Che Guevara

No dia 9 de outubro completou-se 50 anos do assassinato de Che Guevara| Foto: Consulado de Cuba/Nordeste
Por Claudine Lopes no Jornal A Verdade

Ocorreu no último dia 09/10, o debate “O pensamento político de Che Guevara”, na sede do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Limpeza Urbana da Paraíba (SINDLIMP-PB), em João Pessoa. O debate se iniciou com uma saudação das companheiras Paula Frassinete, presidente da Associação Cultural José Martí, e de Maria Eloiza, da União da Juventude Rebelião (UJR). A palestra teve como debatedores o professor de Economia da UFPB, Iêdo Leite Fontes, e o companheiro Rafael Freire, da Unidade Popular (UP). A atividade homenageou o comandante Ernesto Che Guevara, assassinado há 50 anos pelo Exército Boliviano a mando da CIA/EUA.

“O pensamento político, econômico e ideológico de Che é fundamental para a esquerda brasileira, como também, para todos aqueles que lutam por um mundo sem capitalismo, sem imperialismo, um mundo sem exploração”, afirmou Rafael Freire.

Durante o debate, vários militantes e admiradores de Ernesto Che Guevara falaram da sua importância na atual conjuntura política de conservadorismo, retrocessos e fascismo em que o Brasil e mundo se encontram.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Che Guevara homenageado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro

Também foi entregue a medalha Tiradentes à Associação Cultural José Martí | Foto: Paulo Ramos
Por Sturt Silva

O deputado Paulo Ramos (Partido Socialismo e Liberdade) homenageou na última segunda-feira (09-10), no plenário da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), o médico e revolucionário Ernesto Che Guevara pelos 50 anos de sua morte. 

No mesmo evento também fez a entrega das medalhas Tiradentes, honraria concedida a personalidades que tenham serviços prestados ao estado do Rio de Janeiro, ao Brasil ou à humanidade, para a Associação Cultural José Martí, entidade cultural de solidariedade a Cuba e aos povos oprimidos, e para o Coronel Kardec Leme, militar vítima da ditadura brasileira (64-85).
Veja mais fotos  aqui.

Médicos cubanos estão revolucionando o sistema de saúde da América Latina

Afirmação foi feita pelo diretor de "Agentes da Vida", documentário recém-lançado sobre o programa Mais Médicos 
Nélida Hernández Carmona, Cônsul de Cuba, em entrevista à TeleSUR
Por Sturt Silva

Foi realizado no último dia 9, no auditório do Centro de Estudos de Mídia Alternativa Barão de Itararé, em São Paulo, ato de solidariedade a Cuba.

O evento que foi presidido por Altamiro Borges, presidente do centro de estudos, começou com a exibição de "Agentes da vida", documentário sobre o programa Mais Médicos. Logo em seguida ocorreu debate sobre o filme e o "Mais Médicos" com o ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o diretor de "Agentes da Vida", Tarcísio Tadeu, a Cônsul de Cuba em São Paulo, Nélida Hernández Carmona e o médico brasileiro graduado em Cuba, Nelson Pimenta.

Padilha falou sobre a criação do "Mais Médicos", seus objetivos, suas conquistas e sua realidade atual com os cortes na área da saúde que vem promovendo o governo Temer.

No dia que completou 50 anos do assassinato de Che Guevara, Nélida fez uma pequena homenagem ao médico revolucionário em sua fala. Disse que Che tornou-se símbolo de luta por liberdade, soberania e independência dos povos oprimidos e que foi mais do que um homem de ação, mas também um marxista com ideias e pensamentos profundos.

Leia também:
50 verdades sobre Che Guevara
Cuba homenageia Che no 50º aniversário de sua morte

Diretor do documentário, Tarcísio disse que o Mais Médicos (e outros programas sociais) está em risco e que o governo Temer só não acaba com ele por causa do apoio e do reconhecimento popular. Ele ressaltou a importância dos cubanos no programa, dizendo que os médicos cubanos, que já fizeram uma revolução em Cuba, estão fazendo uma revolução no sistema de saúde da América Latina.
Tarcísio Tadeu, diretor de "Agente da Vida", em entrevista à TVT

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

50 canções para Che Guevara

No dia em que se completam 50 anos da morte do Che, o Soy Loco Por Ti preparou uma seleção de canções em sua homenagem
Che Guevara 
Do Brasil de Fato 

Nove de outubro de 1967. Há exatos 50 anos Ernesto “Che” Guevara era executado numa pequena escola no povoado de La Higuera, na Bolívia. Morria o homem, nascia o mito. 

A força de sua figura e sua brusca morte causaram comoção nos círculos militantes da época e influenciaram nas gerações seguintes, gerando uma riquíssima obra poética e musical em sua homenagem, que reforça a imagem de herói do argentino-cubano. 

Para a data de hoje, o programa de rádio Soy Loco Por Ti preparou para o Brasil de Fato uma seleção de 50 canções em homenagem ao Che, que você pode ouvir a seguir (clique na foto de Che):

Uma das mais conhecidas é a canção “Hasta Siempre, Comandante”, composta pelo músico cubano Carlos Puebla, um dos principais cantores da Revolução. “Aquí se queda la clara, la entrañable transparencia, de tu querida presencia, Comandante Che Guevara”, quem não conhece? Além disso, Puebla compôs “Un Nombre”. 

Silvio Rodriguez, talvez o maior gênio da música cubana do período pós-revolucionário, também compôs várias canções inspiradas em Che Guevara, como relata num discurso ao receber o título de doutor honoris causa na Argentina. 

Mas Silvio adota um estilo distinto ao de Puebla. Ao discurso direto e panfletário deste, Rodriguez impõe seu estilo repleto de metáforas, como em “La era está pariendo un corazón”, sucesso na voz de Omara Portuondo. 
Cuba homenageia Che no 50º aniversário de sua morte
Conheça a Rádio Rebelde, emissora criada por Che e Fidel contra a ditadura de Batista

Che Guevara vive e resiste!

CHE VIVE e RESISTE!

Che Guevara | Efe
Por Taylan Santana Santos 

“Não está morto quem peleia”, assim diz um famoso ditado gaúcho. Há 50 anos da morte física do revolucionário Ernesto Guevara de La Serna, o ato político de lembrar-se desse sujeito histórico nos remete ao fato de que embora tenha sido capturado e covardemente fuzilado, Che Guevara segue como um expoente vivo da luta revolucionária contra a exploração do homem pelo homem na humanidade. 

Nascido em 14 de junho de 1928 na Argentina, filho de uma família classe média e dona de terras, Che em sua juventude se desraigou do seio familiar para cruzar a América Latina em viagens cruciais para a sua formação humana. Essas aventuras motivaram o rompimento dos seus laços nacionalistas, lançando-se enquanto um revolucionário internacionalista dos povos oprimidos. Graduado em medicina, Che Guevara optou em exercer seu oficio a serviço dos mais pobres, inserido em comunidades populares na Guatemala, Costa Rica e México. Tais experiências foram fundamentais para a consolidação de sua consciência revolucionária, assim como o seu engajamento na luta política ao lado dos explorados latino-americanos.

Em defesa de uma radical transformação da sociedade, o projeto político de Che perpassava pela derrubada dos donos do poder em prol da emancipação do proletariado- trabalhadores urbanos e camponeses, que compõem a base social da pirâmide capitalista. Seu caminho por essa Revolução tem Cuba como primeiro cenário de vitória. Após conhecer no México os irmãos cubanos Fidel e Raúl Castro, Che ingressa na guerrilha revolucionária de Cuba em nome da Revolução popular. Naquele contexto, Cuba era uma síntese exemplar do imperialismo dos EUA no mundo: um território “colonizado”, governado por uma ditadura burguesa de Fulgencio Batista, serviçal da política norte-americana. A destituição desse governo representaria, portanto, a libertação de Cuba em favor da autonomia e soberania popular do povo cubano.

Leia também:
50 verdades sobre Che Guevara
Cuba homenageia Che no 50º aniversário de sua morte

Cuba presta homenagem a Che Guevara no 50º aniversário de seu assassinato

Nesta segunda (09/10), completa-se meio século da morte de Che, um dos ícones da Revolução Cubana; ato aconteceu em Santa Clara
Multidão em homenagem a Che em Santa Clara | Efe
Do Opera Mundi

Com honras de herói, Cuba rendeu tributo neste domingo (08/10) à figura e legado de Ernesto Che Guevara [veja vídeo no final desta matéria], tido como um "gigante moral" que deve ajudar a guiar novas gerações perante novas ameaças do imperialismo, pelo 50° aniversário de sua morte em combate na Bolívia. Che morreu nas mãos das forças de segurança bolivianas em 9 de outubro de 1967.

"Jovens de todo planeta encontrarão na sua vontade de aço, sua fé na humanidade, sentido da honra e dignidade, audácia e austeridade, a inspiração para construir um mundo melhor", afirmou o primeiro vice-presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, no discurso do ato de homenagem, realizado ontem na cidade de Santa Clara, frente ao mausoléu que abriga os restos do guerrilheiro.

O presidente cubano e companheiro de luta em Sierra Maestra, Raúl Castro - que não fez nenhum discurso -, acompanhado de altos cargos no país e vestido de uniforme militar, depositou uma rosa branca sobre o mausoléu que abriga os restos do revolucionário argentino há 20 anos.

Esse mausoléu, inaugurado em outubro de 1997, quando chegaram a Cuba os restos mortais de Che 30 anos após sua execução em decorrência de sua capturado pela CIA na Bolívia, se transformou em local de peregrinação de militantes da esquerda de todo o mundo e foi visitado por 4,7 milhões de pessoas.

1997: restos mortais de Che Guevara chegam em Sana Clara:


Canel lembrou de Che "como um ser humano íntegro", "modelo de homem altruísta" e "excepcional revolucionário" durante o ato em Santa Clara, cidade libertada pela coluna liderada por Ernesto Guevara durante a luta insurgente contra o regime de Fulgêncio Batista em dezembro de 1958. 

Leia também:

Ato em Santa Clara | Darío Gabriel Sánchez/ Cubadebate

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Ato em São Paulo homenageará Che Guevara e exibirá filme sobre "Mais Médicos"

Evento é um ato de solidariedade a Cuba
Ato lembra 50 anos da morte de Che | Reprodução: Barão de Itararé
Do Barão de Itararé

Na data que marca 50 anos da morte de Ernesto "Che" Guevara, o Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, em parceria com o Sindicato dos Arquitetos e o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, promove atividade em solidariedade ao heroico povo cubano. 

Na segunda-feira, 9 de outubro, será exibido o documentário Agentes da vida, sobre o programa Mais Médicos, com a presença do ex-ministro da Saúde e criador do programa, Alexandre Padilha, além da cônsul-geral de Cuba, Nelida Carmona.

O documentário, dirigido por Tarcísio Tadeu e lançado oficialmente no dia 22 de setembro, traz depoimentos de médicos brasileiros e cubanos, agentes comunitários de saúde e pacientes, em uma espécie de radiografia sobre o programa. Filmado nas cidades de Raposa (MA), Mauá (SP) e no bairro de Sapopemba, na zona leste da capital paulista, a obra também explora a medicina preventiva e humanizada realizada pelo programa nas comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas. Criado há quatro anos, o Mais Médicos trouxe benefícios a cerca de 60 milhões de brasileiros, atingindo mais de 4 mil municípios do país.

Além da exibição do documentário e do debate com Alexandre Padilha e Nelida Carmona, a atividade contará com uma homenagem a Che Guevera. O argentino nascido em Rosario, além de guerrilheiro e figura protagonista na Revolução Cubana, também foi médico.

Serviço:

O que: Exibição do documentário + Debate + Homenagem à Che Guevara.
Onde: Auditório do Barão de Itararé. Rua Rêgo Freitas, 454 – República/São Paulo.
Quando: Dia 09 de outubro, às 19h.

Confirme presença aqui.

 Assista ao trailer oficial do documentário:

domingo, 6 de agosto de 2017

Vamos pra Cuba: Vem aí a Brigada Pelos Caminhos de Che Guevara

Que ir a Cuba e conhecer o legado de Che Guevara na sociedade cubana? E ainda se solidarizar com Cuba socialista? Então, saiba como:
Brigada lembrará os 50 anos da morte de Che - Reprodução/ACJM/RJ
Por Sturt Silva

No 50º aniversário do assassinato do comandante Ernesto "Che" Guevara, o Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP) convida todos interessados na vida e no pesamento do guerrilheiro heroico a participarem da segunda edição da Brigada Internacional Pelos Caminhos de Che (Por los Caminos del Che) que será realizada entre os dias 1 e 15 de outubro de 2017.              

Inscrito na brigada, o brigadista participará das jornadas de trabalho voluntário como suporte no desenvolvimento agrícola e na esfera produtiva do país e visitará importantes centros vinculados a Che nas províncias de La Habana, Pinar del Rio, Santa Clara e Sancti Spiritus.         

O programa também contempla visitas a lugares de interesse histórico, econômico cultural e social, tanto na capital como nas províncias, conferência sobre a vigência do pensamento de Che vinculada à atualidade cubana, assim como encontros com organizadores da sociedade cubana.

São quatorze noites – delas, nove no Acampamento Internacional “Julio Antonio Mella”-CIJAM,  localizado no Município de Caimito, a 45 km da cidade de Havana e cinco em hotéis nas províncias.

A estadia terá o custo de 597 CUC (uma das moedas cubana. Pelo câmbio de hoje [05/08/17] seriam 568 euros ou 686 dólares) e inclui alojamento em habitações divididas com seis pessoas no caso do CIJAM, alimentação e transporte para todas as atividades da programação.

As jornadas de trabalho voluntário serão em áreas próximas ao CIJAM – acampamento criado em 1972 que conta com condições adequadas para satisfazer a vida coletiva e as necessidades das pessoas que visitam Cuba.

O brigadista deve se comprometer a cumprir o programa previsto e observar adequadamente as normas de conduta, disciplina e convivência social.

As inscrições estarão abertas até o dia 10 de setembro de 2017. No Brasil, a coordenadora nacional é Maria Antonieta Simões da Associação Cultural José Martí do Rio de Janeiro.

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