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| Otdoor em Cuba: A Revolução segue adiante | Foto: Reuters |
O governo de Cuba declarou nesta quinta-feira (12/01) que o acordo entre o país e os Estados Unidos que põe fim à regra migratória norte-americana especial para cidadãos cubanos é um “importante passo para o avanço das relações bilaterais” entre os dois países, retomada em dezembro de 2014.
Por meio de comunicado (leia abaixo), o governo cubano afirmou que com a declaração conjunta assinada pelo ministro do Interior cubano, Julio César Gandarilla, e pelo chefe da missão dos EUA em Havana, Jeffrey DeLaurentis, “se elimina a comumente conhecida como política ‘Pés secos, pés molhados’ e o programa de admissão provisional (parole) para profissionais cubanos da saúde, que Washington aplicava a terceiros países”.
A regra migratória especial para cubanos, estabelecida em 1995, estipulava que cidadãos deste país que conseguissem tocar terra norte-americana recebiam automaticamente a residência permanente, assim como profissionais de saúde que participassem das missões cubanas em outros países que quisessem emigrar para os EUA.
Tal política “constituía até agora um estímulo à emigração irregular, ao tráfico de emigrantes e às entradas irregulares nos Estados Unidos desde países terceiros de cidadãos cubanos que viajam legalmente ao exterior, e ao admiti-los automaticamente em seu território, lhes conferia um trato preferencial e único que não recebem cidadãos de outros países, e por isso também era uma incitação a saídas ilegais”.



