Este texto vale muito pelo último parágrafo, quando um publicitário tipicamente capitalista, que trabalha em Havana, admite: "Não nos sentimos restritos aqui. Vivemos de maneira mais simples. Eu vivo próximo de fontes de criatividade e vou a lugares onde me conecto com músicos, artistas e atores. Quando fazemos eventos, nossa relação com eles é direta”. “Na Europa, usamos agências como filtros para transformar criatividade em marketing. Não é assim em Cuba. Claro que não é fácil, mas é inspirador". A vida no socialismo, mais vida!!! O ser acima do ter!!!
Fonte: MEIOEMENSAGEM
Sem agências no país, marca Havana Club enfrenta restrições para anunciar dentro e fora de lá
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| Os anúncios da campanha "Nada se compara a Havana" mostram cenas do dia-a-dia da cidade |
O Advertising Age fez um retrato de uma empresa cubana que precisa divulgar sua marca, mesmo com todas as restrições dentro e fora do país.
A marca de rum Havana Club, uma joint venture entre a Pernor Ricard e a Cuba Ron, uma estatal cubana, tem sua publicidade global conduzida a partir de Paris pela M&C Saatchi. Cerca de 70% da produção da bebida é exportada.
