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quarta-feira, 6 de dezembro de 2023

Cuba: EUA e terroristas de Miami planejam ações desestabilizadoras

Subversão contra Cuba | Arte: Razões de Cuba

Por Sturt Silva 

Segundo o jornal Granma, grupos terroristas, sediados em Miami e grupos de oposição, sediados em Cuba, estariam planejando atos neste fim de ano na ilha. 

Seguindo as ordens dos EUA, Ibrahim Bosh, Orlando Gutiérrez Boronat e Manuel Milanés Pizonero, considerados por Cuba como criminosos, procuram convocar uma greve geral para 10 e 11 de dezembro, no contexto do Dia Internacional dos Direitos Humanos. Eles também pensaram em usar parte do dinheiro recebido do governo estadunidense para pagar por um suposto protesto durante a peregrinação de São Lázaro, tradicionalmente realizada em 17 de dezembro. 

Entre os grupos que estão pensando em se unir aos atos desestabilizadores, está o Partido Republicano de Cuba, o Movimento 30 de Novembro e personagens contrarrevolucionárias conhecidas como Pedro Corso, Tomás Regalado e Rosa María Payá, que inclusive, estão pedindo mais dinheiro para a Organização dos Estados Americanos (OEA) e o governo dos EUA para incitar uma greve de profissionais de saúde nas províncias de  Granma, Holguín e Camagüey.

O jornal ainda afirma que todo ano, justo nos dias nos quais a família cubana busca se unir para dizer adeus a um período que pode ter sido bom ou difícil, como 2023, a contrarrevolução tenta romper a tranquilidade oferecendo dinheiro por mentiras e trocando benefícios ilusórios por ações arriscadas do ponto de vista legal para pessoas que quase nunca têm nada a ver como o que eles defendem.

segunda-feira, 20 de novembro de 2023

Cuba: veja como os EUA usam ONGs para atacar a democracia

Raúl Capote lança livro no Brasil | Foto: Katia Markco/BdeF 
Por Sturt Silva 

Veja como os EUA usam ONGs e movimentos sociais de oposição, em Cuba, para cometer crimes contra a ordem pacífica e democrática do país socialista. 

A denúncia é de Raúl Capote, um professor e jornalista que por muitos anos foi espião cubano em operações da CIA, e do governo estadunidense na ilha.

Depois de relevar toda a verdade na TV cubana, Capote virou escritor e assumiu a edição internacional do Jornal Granma. Parte dessa história de espionagem está no seu recente livro lançado no Brasil: "Inimigo: a guerra da CIA contra a juventude cubana". 

Assista na entrevista abaixo: 

terça-feira, 20 de julho de 2021

Cerca de 54 grupos de oposição em Cuba recebe dinheiro dos EUA

Trump e agora Biden destinam milhões por ano contra a Revolução Cubana | Foto: The Word News 

Por Francisco Dominguez na Jacobin Brasil

Em uma ação evidentemente bem coordenada, em 11 de julho de 2021, grupos de opositores ao governo fizeram manifestações em várias cidades cubanas, notadamente em Havana. Segundos depois da manifestação, a grande mídia mundial estava a todo vapor divulgando os acontecimentos.

Essa explosão social é um acontecimento incomum em Cuba, e ainda mais surpreendente foi a intensidade e a violência desdobrada pelos manifestantes (vandalismo, agressão a funcionários, saques e ataques a prédios públicos), que lembra os protestos na Venezuela em 2014 e 2017, e na Nicarágua na última tentativa de golpe em julho de 2018.

Ficou claro que esses grupos de oposição estavam executando a conhecida tática venezuelana de guarimba (distúrbios de rua violentos e orientados pela mídia). Os protestos foram imediatamente respondidos por mobilizações de massa em apoio à revolução em Cuba, imagens das quais foram apresentadas como antigoverno por meios de comunicação como o The Guardian (embora tenha, posteriormente, retificado o erro).

As razões para os protestos de rua foram a escassez de alimentos, medicamentos, fornecimento de eletricidade e combustível que sobrecarregam a vida diária dos 11 milhões de cubanos da ilha com graves dificuldades. Isso inclui filas de comida e combustível, apagões de eletricidade, queda na receita e dificuldades econômicas em geral.

Os cubanos têm preocupações genuínas com a deterioração da realidade socioeconômica em seu país, causada principalmente pela intensificação drástica do bloqueio dos EUA sob o governo do ex-presidente Donald Trump. Joe Biden, apesar das promessas eleitorais de restaurar as boas relações como fez Obama, não agiu para aliviar essa situação – e seus impactos aumentaram dramaticamente com a eclosão da pandemia Covid-19.

A pandemia dizimou o turismo em Cuba, a principal fonte de receita da ilha. Também interferiu no comércio e desacelerou a economia. Mas, além desses impactos na renda e nos alimentos, os cubanos também tiveram que enfrentar a escassez de medicamentos – gravemente afetada pelos efeitos do embargo – o que contribuiu para uma crise de saúde, notadamente em Matanzas.

A eleição de Donald Trump levou os EUA a reverter totalmente as decisões tímidas, mas positivas, de aliviar aspectos do bloqueio a Cuba sob o governo Obama. Sob Trump, os EUA impuseram 243 medidas coercitivas unilaterais adicionais (também conhecidas como sanções), incluindo o acréscimo de Cuba à lista dos Estados que patrocinam o terrorismo, o que representou uma intensificação brutal e totalmente injustificada da agressão dos EUA contra o povo cubano.

As sanções visam todos os aspectos da economia cubana. Elas proíbem o comércio com empresas controladas ou operadas por/ou em nome dos militares; proibe os cidadãos dos EUA de viajarem a Cuba individualmente e em grupos para intercâmbios educacionais e culturais; retira a maior parte de seu pessoal da embaixada dos EUA em Havana, levando, entre outras coisas, à suspensão do processamento do visto; permite que cidadãos norte-americanos entrem com litígios contra entidades cubanas que “trafegam” ou se beneficiam de propriedades confiscadas pela revolução cubana desde 1959; proíbe navios de cruzeiro e outras embarcações de navegar entre os EUA e a ilha; proíbe voos dos EUA para cidades cubanas que não sejam Havana; suspende voos fretados privados para Havana e impede que cidadãos estadunidenses permaneçam em estabelecimentos ligados ao governo cubano ou ao Partido Comunista; coíbe o envio de remessas dos EUA para Cuba (a Western Union teve que encerrar suas operações na ilha); procura bloquear o fluxo de petróleo venezuelano para Cuba aplicando sanções a companhias de navegação e companhias petrolíferas estatais de Cuba e Venezuela; proíbe as autoridades cubanas de entrar nos EUA por suposta cumplicidade em abusos dos direitos humanos na Venezuela e muito mais.

quarta-feira, 21 de abril de 2021

O que está por trás dos novos protestos de "artistas por liberdade" em Cuba?

Críticos do governo cubano em frente ao Ministério da cultura de Cuba.
Foto: Alexandre Meneghini/Reuters

Por Carmen Diniz no Brasil de Fato 

Com certa assiduidade tem surgido na mídia oficial notícia de grupos de "artistas" cubanos e supostos movimentos de oposição ao governo de Cuba reivindicando "liberdade de expressão" e protagonizando atividades espetaculares, com a sempre presente mídia neoliberal a dar a devida cobertura. 

A que se deveria esse tão tardio pedido mais de seis décadas depois do triunfo da Revolução?

E por qual motivo não convocaram, por exemplo, as Damas de Branco, que agem livremente e se identificam como oposição a soldo de alguns dólares? Ou a blogueira Yoani Sánchez, que, da mesma forma - e também a soldo - acusa o governo de autoritário pelos quatro cantos do mundo sem ser presa ou criminalizada ? Talvez não seja adequado. 

O império estadunidense agride ferozmente Cuba desde o início da Revolução e com finalidades claramente explicitadas. 

Terror contra Cuba

Data de 1960, pouco mais de um ano após a revolução, um comunicado atualmente sem sigilo decretado do departamento de Estado norte-americano que determinava o uso de quaisquer medidas que debilitassem a economia cubana a fim de provocar no povo a fome, o desespero e a derrubada do governo cubano. A partir do triunfo da Revolução, a animosidade contra Cuba por parte dos EUA só aumentou.

As relações diplomáticas entre os dois países são rompidas e uma série de ataques partem do território norte-americano rumo à Ilha. 

Os fatos e episódios são constantes: no início da década de 1960, especialmente, ocorrem assassinatos de jovens e adolescentes das Brigadas de Alfabetização, ameaças frequentes, inoculação de doenças (como a dengue hemorrágica, a febre porcina, pragas nas plantações, etc), incêndios em canaviais, em lojas, a tentativa de invasão em Praia Girón em 1961, contratação de mercenários para colocar bombas em hotéis, além de 636 tentativas de assassinato ao presidente Fidel Castro.

Apesar do poderio militar e financeiro dos Estados Unidos, nunca obtiveram nenhuma vitória contra o povo cubano, principalmente por se tratar de um povo culto e unido. Contra toda uma população consciente não há quem possa vencer.

Bloqueio dos EUA

segunda-feira, 19 de abril de 2021

60 anos da 1ª grande vitória de Cuba contra os EUA na América Latina

60 anos da vitória cubana em Playa Girón; do duelo Kennedy X Castro: vitória do socialismo.
Foto: Impera Productions 

Por Anjuli Tostes no Viomundo

Hoje completam-se 60 anos da vitória de Cuba contra a invasão financiada e executada pelos EUA em Playa Girón.

Em 17 de abril de 1961, um grupo de cerca de 1.500 dissidentes e mercenários recrutados, treinados e fortemente armados pelo governo estadunidense aportou em duas praias da Baía dos Porcos, Playa Larga e Girón.

Tropas cubanas, formadas por militares e civis, se mobilizaram para defender sua pátria esmagaram os invasores em menos de 72 horas. Os mercenários, por sua vez, não tiveram praticamente nenhum apoio do povo cubano.

O episódio entrou para a história como a primeira grande vitória militar contra o imperialismo norte-americano na América Latina, contrastando com os diversos governos que sucumbiram diante de golpes de estado articulados pelos EUA na região.

Uma pequena ilha derrotou a maior potência mundial, mostrando a força da Revolução Cubana.

O evento acabou gerando um efeito contrário ao almejado pelos EUA e serviu para consolidar o caráter socialista da revolução – proclamado dias antes, em 16.04, após uma série de atentados terroristas norte-americanos.

O povo cubano saiu deste importante episódio mais coeso em torno da revolução.

Leia também:
Como foi a primeira derrota do imperialismo na América Latina                                                 

O que Che Guevara diz em uma carta a Kennedy, em agosto daquele ano, resume: “Obrigado por Playa Girón. Antes da invasão, a revolução era fraca. Agora está mais forte do que nunca”.

Cuba segue sendo um símbolo da luta e resistência contra o imperialismo e das conquistas sociais do socialismo.

Mesmo diante de um cruel embargo comercial, econômico e financeiro pela maior potência do mundo há 6 décadas, os avanços da Revolução Cubana são inegáveis.

Os indicadores em educação, saúde, expectativa de vida e segurança continuam sendo os mais altos da América Latina, com um IDH de dar inveja a muitos países considerados desenvolvidos.

Viva a Revolução Cubana!

Animação sobre a batalha de Girón:

Anjuli Tostes é advogada. Doutoranda em Direito e Economia na Universidade de Lisboa. Membro da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

25 verdades sobre o dissidente cubano Manuel Cuesta Morúa, patrocinado pelos EUA

O opositor cubano participa da Cúpula das Américas entre os dias 10 e 11 de abril no Panamá e leva a palavra de Washington, seu principal patrocinador.

Delegação cubana denuncia presença de mercenários na Cúpula das Américas
Por Salim Lamrani no Al Mayadeen - Tradução do Diário Liberdade

1. Nascido em 1962, Manuel Cuesta Morúa é um opositor cubano, fundador, entre outros, do Partido Arco Progressista de Cuba. Também é coordenador da Plataforma "Nuevo País", que reúne uma parte da dissidência.

2. Favorável a uma mudança de sistema em Cuba, Cuesta Morúa, que também militou na Unión de Jóvenes Comunistas (UJC), é um feroz detrator do Governo e publica regularmente amargas crônicas no site Cubanet, que recebe subsídios da Agência Estadunidense Internacional para o Desenvolvimento (USAID), ela mesma financiada diretamente pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos.

3. A Fundação Nacional para a Democracia (National Endowment for Democracy, NED) financia as atividades de oposição de Cuesta Morúa. A NED foi criada pelo antigo presidente estadunidense Ronald Reagan em 1983, em uma época em que a violência militar havia tomado o lugar da diplomacia tradicional nos assuntos internacionais. Graças a sua poderosa capacidade de penetração financeira, a NED tem como objetivo enfraquecer os governos que se opõem à política exterior de Washington.

4. Segundo o New York Times [artigo de março de 1997], a NED "foi criada há 15 anos para realizar publicamente o que a Central Intelligence Agency (CIA) fez clandestinamente durante décadas. Gasta 30 milhões de dólares por ano em apoiar partidos políticos, sindicatos, movimentos dissidentes e meios informativos em dezenas de países".

Leia também: 
Movimentos denunciam presença de mercenários na Cúpula das Américas
Dissidentes ou mercenários?
Que dissidência existe em Cuba?

Movimentos Sociais denunciam presença de mercenários cubanos na Cúpula das Américas

Ativista cubano segura cartaz do terrorista Carriles
e denuncia presença de mercenários cubanos no evento
Da ADITAL

Durante a última quarta-feira, 08 de abril, foram registradas ocorrências que desmobilizaram os cidadãos panamenhos, seja pela "excludente” Cúpula das Américas e pelo estado de sítio camuflado por militares protegendo o presidente estadunidense, Barack Obama. A denúncia parte de movimentos sociais presentes na Cidade do Panamá para as Cúpulas dos Povos e das Américas, que reúnem os movimentos sociais e os governantes latino-americanos e caribenhos, respectivamente, em eventos paralelos.

O foco de atenção teria sido a "desesperada” mobilização de representantes da dissidência cubana e venezuelana, que irromperam a soberania panamenha, enquanto o governo descuidou ou admitiu toda manifestacão no Foro da Sociedade civil, realizado no Hotel El Panamá.

Ante esse fato a sociedade civil cubana se manifestou nos prédios e denunciou a presença de mercenários cubanos a serviço dos Estados Unidos, no Foro da Sociedade Civil, da Cúpula das Américas.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Cuba prende terroristas residentes em Miami


Forças do Ministério do Interior de Cuba detiveram quatro cidadãos de origem cubana residentes em Miami, Estados Unidos, quando planificavam executar ações terroristas.

Uma nota do Ministério do Interior indica que a prisão ocorreu em 26 de abril último e os detidos são José Ortega Amador, Obdulio Rodríguez González, Raibel Pacheco Santos e Félix Monzón Álvarez.

De acordo com a informação, os detidos reconheceram que pretendiam atacar instalações militares com o objetivo de promover ações violentas.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Que dissidência existe em Cuba?


Por Celino Cunha Vieira no site da Associação Portuguesa José Marti /Cubainformación

Ao longo de mais de 150 crónicas sobre Cuba que nos últimos 3 anos escrevi, sempre tentei evitar abordar o tema da dissidência interna, não porque ela não exista, mas sim porque entendo que sendo tão insignificante e de duvidosa seriedade, não lhe deveria dar importância nem publicidade.  Mas desta vez não me contive porque os factos só comprovam o que penso dessa gente sem escrúpulos que se vende por um punhado de dólares, renegando princípios, traindo a pátria e colaborando com aqueles que tanto mal têm feito aos seus concidadãos. 

Os auto-proclamados dissidentes cubanos recebem dinheiro oriundo dos impostos que os cidadãos norte-americanos pagam, fazendo disso uma forma de vida, até descobrirem que uns recebem mais que outros e aí lá se vai a “dissidência” com acusações mútuas e denúncias das vigarisses que praticam. Há quem receba para além da mesada, também equipamentos electrónicos como computadores, tabletes, plasmas, telefones celulares, etc., que deveriam ser distribuídos para aliciar outras pessoas para a sua “causa” mas que acabam por ser vendidos no mercado negro e assim amealharem mais uns dinheiritos. É esta gente sem moral e a que nem ao próprio dono que os alimenta são fiéis, que os media querem fazer passar por opositores, apressando-se a reproduzir todas as suas mentiras e invenções, de modo a desacreditar o legítimo governo cubano.

Existe até uma cubana (foto) que tem um blogue e que se licenciou gratuitamente em filologia hispânica à custa do seu país, que supostamente é perseguida pelas autoridades, mas que circula livremente por onde quer, até com visitas ao estrangeiro para participar em palestras organizadas para denegrir Cuba, recebendo avultadas quantias pelo seu abnegado “trabalho”.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

PSDB e DEM preferem tirar médicos do Brasil e levá-los a Miami


Por Helena Sthephanowitz na Rede Brasil Atual

Vamos esclarecer alguns pontos. Os médicos cubanos que estão no Brasil pelo programa Mais Médicos têm vínculo como funcionários públicos do governo de Cuba e, se há milhares deles que já serviram em mais de sessenta países e não pediram asilo, é porque a grande maioria tem compromissos sinceros com sua nação.

É preciso entender também que, ao viverem em um regime socialista, criado por uma revolução popular, estas pessoas geralmente têm convicções diferentes das que estamos acostumados a ver e têm valores que a maioria dos indivíduos de uma sociedade francamente competitiva como a capitalista costuma não ter, como fraternidade e igualdade.

E sim, acredite, cubanos se engajam mais em projetos coletivos de nação do que em projetos individuais. A própria relação com o dinheiro costuma ser diferente. Se os salários podem ser – e são – bem mais baixos se comparados a economias de mercado como a nossa, o trabalhador que vive em Cuba tem subsídios para alimentos, moradia, total gratuidade na saúde e educação de qualidade, o que equivale a remuneração indireta na forma de benefícios.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

50 verdades sobre a morte de dois contra-revolucionários cubanos

María Payá, filha de Osvaldo Payá | Foto: Efe

Por Salim Lamrani no Opera Mundi
 
1. Em julho de 2012, Angel Carromero, cidadão espanhol, vice-secretário geral da organização Novas Gerações (movimento juvenil do conservador Partido Popular (PP) espanhol) e assessor da Câmera Municipal de Madrid, e o cidadão sueco Jens Aron Modig, líder da Liga da Juventude Democrática Cristã (KDU), vinculada à direita sueca, viajaram a Cuba com vistos de turistas.

2. A missão que seus respectivos partidos políticos lhes deu consistia em buscar e financiar alguns membros da dissidência interna e elaborar planos de ações contra o governo cubano.

3. O Código Penal sanciona severamente este tipo de atividade, ilegal em Cuba como na maioria dos países do mundo.

4. Oswaldo Payá , líder do Movimento Cristão de Liberação (MCL), recebeu deles 4.000 dólares, de acordo com Modig.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Livro Dissidentes ou mercenários? de graça na internet

Seguindo projeto de disponibilizar seus livros fora de catálogo para download gratuito em formato Ebook, Expressão Popular coloca livro sobre Cuba para ser baixado em seu site na semana do aniversário de Fidel Castro


No último dia 13 de agosto, Fidel Castro completou 87 anos. Marcando a data e mantendo os olhos sempre atentos para o desenvolvimento e os desafios que envolvem a Revolução Cubana, a Editora Expressão Popular disponibiliza para download gratuito, em formato Ebook, o livro Dissidentes ou mercenários? de Hernando Calvo Ospina e Katljin Declerq. 

Como aponta a apresentação da obra, "a leitura deste livro é importante para nos ensinar como os governos norte-americanos, seus aliados e a imprensa que os apóia usam palavras como democracia, liberdade e direitos humanos para iludir-nos sobre os interesses deles e os nossos.

Com informações do blog Prestes A Ressurgir e editora Expressão Popular.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

"Me mandem de volta a Cuba", diz exilado despejado na Espanha

Fonte: Opera Mundi

Gilberto Martínez foi obrigado nesta terça-feira a deixar sua casa, ao lado da esposa e de três filhos
Um dia depois de ser despejado com a família de sua casa na Espanha (matéria abaixo), o opositor cubano Gilberto Martínez, de 50 anos, afirmou nesta quarta-feira (08/05) que deseja voltar à ilha caribenha.

“Só peço agora que me mandem de volta a Cuba”, afirmou o exilado chorando, de acordo com o jornal El País.

Martínez viajou para a Espanha em 2011, ao lado da mulher e de três filhos, com a promessa de receber 995 euros por mês (400 da Cruz Vermelha e 595 do governo espanhol). “Nós fomos enganados. Estamos na rua. Fomos de um lugar a outro, mas a única coisa que está clara é que os políticos usam o mesmo cobertor para não olhar e não arrumar nada.”

O programa que levou a família de cubanos a se mudar para a Espanha foi firmado entre o governo de José Luís Zapatero, antecessor de Mariano Rajoy, e a Igreja Católica, segundo Martínez.


Família de cubanos opositores acolhidos pela Espanha é despejada

Eles participaram de programa que acolhe estrangeiros por razões políticas, criado pelo governo de Zapatero

terça-feira, 7 de maio de 2013

As Damas de Branco e a defesa do bloqueio contra Cuba

Berta Soler, representante das "Damas de Branco", defende manutenção do "embargo" contra Cuba 

Manifestação das Damas de Branco na Igreja de Santa Rita, em Havana
Por Salim Lamrani

Durante sua turnê pelos Estados Unidos em abril de 2013, a dissidente Berta Soler, que dirige o grupo Damas de Branco, se pronunciou publicamente a favor da manutenção das sanções econômicas contra Cuba. Durante sua fala no Congresso, ela fez conhecer sua oposição a uma mudança da política de Washington: "Respeito as opiniões de todo o mundo, mas a minha, a das Damas de Branco, é que não se tire o embargo".

As sanções, vigentes desde 1960, afetam as categorias mais vulneráveis da sociedade, isto é, as mulheres, os idosos e as crianças, sem afetar os dirigentes da nação. Por isso, a imensa maioria da comunidade internacional se opõe ao que considera um anacronismo da Guerra Fria, ao mesmo tempo cruel e ineficaz. Em 2012, pela vigésima primeira vez consecutiva, 188 nações das 192 da Assembleia Geral das Nações Unidas condenaram o estado de sítio contra a população cubana.

Para justificar sua posição, Soler explicou que compartilha da política de hostilidade dos Estados Unidos em relação a Cuba, agregando que é indispensável para derrubar o governo cubano. "Nosso objetivo é asfixiar o governo cubano", precisou. Também sublinhou que para ela "o embargo [é] um pretexto" e culpou as autoridades da ilha pelas dificuldades econômicas.

terça-feira, 30 de abril de 2013

EUA gastou 200 milhões para promover golpe de estado em Cuba

Caricatura de líderes revolucionários em bar cubano | Foto: AP

Do Vermelho 

"Somente entre 1997 e 2012, Washington destinou mais de 200 milhões de dólares para programas subversivos contra Cuba", declarou Elizalde em uma conferência oferecida no Palácio das Nações, em Genebra.

A editora do site Cubadebate e autora de vários livros, entre eles "Clic Internet" e "Chávez Nuestro", lembrou que essa história de agressões não começou agora, mas no momento do triunfo da Revolução Cubana, em 1959.

"Cerca de 75% dos cubanos viveram sob uma política de bloqueio", lembrou a jornalista, acrescentando que além da guerra econômica, existem as campanhas midiáticas, os planos de desestabilização e os atentados terroristas.

Durante a conferência foi apresentada uma parte do documentário "As razões de Cuba", que denuncia o financiamento, a entrega de equipamentos e o apoio aberto de Washington aos contrarrevolucionários.

“São grupos com interesses sem expressão maior em Cuba e estão motivados pela necessidade de emigrar ou de obter determinadas regalias econômicas”, denunciou Elizalde.

domingo, 28 de abril de 2013

(vídeo) Corrupção no grupo mercenário Dama$ de Branco

No Solidários já havíamos publicado matéria explicando o caso de corrupção dentro da organização mercenária Dama$ de Branco (AQUI). Publicamos hoje vídeo (em espanhol) com as acusações das ex-damas.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Em Cuba, 'Damas de Blanco', parceiras de Yoani Sanchéz, brigam por dinheiro made in USA


Elas não vêem nada de mais em receber dinheiro de um país inimigo do seu, um país que prega e propaga um embargo injusto e humilhante a Cuba. Recebem o dinheiro para praticarem atividades antiCuba numa boa, sem nenhum peso na consciência. Saem às ruas por qualquer motivo para denunciarem a "ditadura" cubana dos irmãos Castro.

Mas não se incomodam de receber dinheiro do mesmo país que oprime o seu, do país que proíbe que, por exemplo, medicamentos cheguem a Cuba.

Ah, mas se a subvenção enviada pelo governo dos EUA cai, aí, ihhhhh!, ui-ui-ui, ai-ai-ai, a "brincadeira" perde toda a graça e elas reclamam.

Um escândalo de corrupção interna espirrou nas Damas de Branco, organização criada em 2003 por parentes de presos cubanos. Sete membros e ex-membros deste grupo que denunciam o atual presidente Berta Soler por desvio dos recursos que recebem do exterior, particularmente os Estados Unidos.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

“A cobertura da Agência Brasil sobre a conturbada visita da blogueira cubana”

Por Regina Lima
Fonte: OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA

“Motivada pela manifestação enviada à ouvidoria no dia 20 de janeiro pelo leitor Marcelo Torres, o tema da coluna desta semana é a cobertura feita pela Agência Brasil da visita ao país pela blogueira cubana Yoani Sánchez, que foi pontuada por protestos em alguns lugares e muitos comentários na imprensa.

De acordo com nosso leitor: 'Nas matérias sobre a blogueira cubana, mais uma vez a cobertura da Agência Brasil se iguala à cobertura da mídia privada [...]. Existem muitos eixos ‘esquecidos’ pela imprensa privada que poderiam ser explorados pela ABr. Vamos a alguns:

1 - A blogueira é jornalista mesmo, como vocês a chamaram? Creio que não, pois ela não se formou em nenhuma faculdade de comunicação nem atua em imprensa. Mas seria preciso checar.

2 - Quais são mesmo as propostas e ideias dela? Ninguém conhece um texto dela com mais do que 20 linhas. [...] Por que não explorar as ideias gerais dela?

sábado, 6 de abril de 2013

Em Porto Alegre, PARTICIPE!!! Ativistas farão panfletagem contra Yoani Sánchez neste domingo

Fonte: Sul21

Ativistas ligados à Associação Cultural José Martí, ao Levante Popular da Juventude, à CUT, ao coletivo Fora do Eixo, ao MST e à Juventude do PT realizam, entre as 10h e as 14h deste domingo (7), uma panfletagem na Redenção, em Porto Alegre, para protestar contra a presença da blogueira cubana Yoani Sánchez na cidade. Ela chega nesta segunda-feira (8), para participar do Fórum da Liberdade.

O objetivo dos ativistas é entregar panfletos e conversar com a população no Brique da Redenção sobre as atividades da blogueira, que é a principal opositora política do regime cubano.

No manifesto divulgado pela Associação Cultural José Martí, os ativistas afirmam que a blogueira serve a interesses dos Estados Unidos. “Relações perigosas e farsas midiáticas envolvem a contra revolucionária cubana Yoany Sánchez. A blogueira mercenária vem construindo a sua trajetória servindo aos interesses do imperialismo estadunidense, da mídia e da burguesia internacional e das comunidades anticastristas que, desde a vitoriosa Revolução Cubana, em 1959, tentam destruir a resistência e os avanços do governo e do povo da Ilha em defesa da sua soberania e autodeterminação.”

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Suspeito de matar Che Guevara receberá Yoani Sánchez em Miami


Fonte: OPERA MUNDI


Encontro entre blogueira e Félix Rodríguez ocorrerá durante o mês de abril e será organizado por grupo de exilados cubanos


Um dos principais acusados de assassinar Che Guevara, Félix Rodríguez receberá a blogueira Yoani Sánchez em Miami no mês de abril, quando ela fará outra viagem aos Estados Unidos. 

De acordo com o site espanhol Terceira Informação, o encontro entre Yoani e o ex-agente policial da ditadura de Fulgencio Batista será organizado pela Associação de Veteranos da Baía de Cochinos, grupo de cubanos que vivem em Miami.

O evento chegou a ser questionado pelos membros da associação, depois que a blogueira defendeu o fim do embargo econômico à ilha caribenha, o que contraria a agenda desses exilados cubanos. No entanto, na semana passada, foi emitida uma nota de boas vindas a Yoani, na qual expõem as suas divergências, mas a classificam como “lutadora pela democracia e os direitos humanos”.

No debate interno na associação, Rodríguez foi um dos principais defensores da visita de Yoani à cidade.