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quinta-feira, 8 de abril de 2021

"Pela vida": Documentário mostra médicos cubanos salvando vidas na África

Médicos cubanos lutando contra o vírus do Ebola na África | Foto: Granma

O vídeo abaixo é uma reportagem da TV cubana sobre os médicos do Contingente Henry Reeve, grupo de médicos cubanos especializados em epidemias e desastres naturais, que combateram o Ebola na África, nos anos de 2014 e 2015.

A brigada recebeu vários prêmios e reconhecimento mundial. Em 2020, na pandemia da Covid-19, estão presentes em 40 países.

O documentário, além de mostrar os médicos atendendo na África, também mostra as dificuldades, as dores e superação de dever cumprido dos médicos e de suas famílias. 

Assista: 

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

OMS premia brigada médica cubana por combate ao Ebola e trabalho solidário pelo mundo

Médicos cubanos em Sierra Leoa combatendo o Ebola | Foto: Periódico Invasor
A Organização Mundial da Saúde (OMS) outorgou no último dia 31 de janeiro, por unanimidade na 140ª reunião do seu Conselho Executivo, o Prêmio de Saúde Pública ao contingente médico cubano Henry Reeve, reconhecendo seu trabalho solidário internacional para o enfrentamento de desastres naturais e epidemias graves.

Instituído em 2009, o Prêmio de Saúde Pública, em memória ao Dr. Lee Jong-wook, reconhece o trabalho de pessoas, instituições e organizações com uma contribuição significativa para o setor da saúde pública.

A distinção outorgada à brigada Henri Reeve premia o trabalho solidário realizado em inúmeros países afetados por desastres naturais, bem como aos mais de 250 especialistas cubanos que trabalharam em nações africanas durante a perigosa epidemia do vírus Ebola.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Está na hora de um Nobel da Paz para os médicos cubanos!

Carta de indicação para o prêmio Nobel da Paz enviada, em janeiro deste ano, ao Comitê Nobel Norueguês em favor do Programa Internacionalista Médicos Cubanos
Médicos cubanos em Sierra Leoa combatendo o Ebola. Por Periódico Invasor/Ciego de Ávila
Endossamos de todo coração esta demanda!

DALHOUSIE
UNIVERSITY

Inspiring Minds
Faculty of Arts and
Social Sciences

The Norwegian Nobel Committee Henrik Ibsens gate 51,
0255 Oslo, Norway

19 de janeiro de 2015

Prezados membros do Comitê Nobel Norueguês

Meu nome é John Kirk. Sou professor de Estudos Latino-americanos na Universidade de Dalhousie em Halifax, província de Nova Escócia, Canadá, e escrevo para indicar o Programa Internacionalista Médicos Cubanos para o Prêmio Nobel da Paz.

No outono de 2014, o Oeste da África estava devastado pelo ebola, e a Organização Mundial de Saúde apelou por assistência médica de urgência numa luta (literalmente) de vida ou morte. O primeiro país a responder foi Cuba. Cerca de 15 mil trabalhadores da saúde se apresentaram como voluntários. No momento em que escrevo, há 256 especialistas cubanos em três países participando desta luta e mais 100 outros cubanos deverão somar-se àqueles primeiros voluntários. Trata-se do maior contingente de médicos, apesar do fato de Cuba ser apenas uma ilha relativamente pequena. Em janeiro de 2014, Ban Ki-moon, secretário-geral das Nações Unidas, resumiu essa contribuição em poucas palavras: “Eles são sempre os primeiros a chegar e os últimos a partir – e eles sempre permanecem depois das crises. Cuba tem muito a ensinar ao mundo inteiro”.

Cuba tem uma pequena população (11,2 milhões de habitantes) e um dos melhores sistemas de saúde do mundo, com estatísticas que rivalizam com aquelas de muitos países desenvolvidos. Mais importante ainda: Cuba tem uma impressionante história de internacionalismo médico – e sua contribuição no Oeste da África é apenas o capítulo mais recente de uma história que remonta a 1960, quando médicos cubanos responderam ao apelo por ajuda após o terremoto no Chile. Desde então, 325 mil profissionais cubanos da saúde prestaram assistência em 158 países e muitos deles participaram de duas ou três missões.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Cuba freou o avanço do ebola na África Ocidental

Do Diário Liberdade


Após seis meses, 202 dos 256 trabalhadores da saúde cubanos que combateram o vírus do ebola na África Ocidental voltaram para seu país natal (foto), como heróis. Porém, os meios de comunicação internacionais, controlados pelo grande capital, censuram e se calam sobre a grande ajuda humanitária prestada por esses profissionais aos povos da Libéria, Serra Leoa e Guiné, os três países mais infectados pela epidemia. 

Em programa da emissora Cubainformación, jornalistas analisaram o papel dos médicos cubanos no combate ao ebola e o silêncio da mídia capitalista a esse respeito. 

"Cuba freou o avanço do ebola na África Ocidental", afirmaram, destacando que o governo cubano foi o primeiro a atender o pedido da Organização das Nações Unidas (ONU), de impedir a disseminação da doença nos países da África e do mundo. 

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