![]() |
| "Missão Milagre" se iniciou na Venezuela e espalhou-se por vários países latino-americanos |
Da Abril
Durante uma reunião, em Caracas, para avaliar a qualidade da prestação de serviços de saúde, Nicolás Maduro sublinhou que foi realizado "um investimento importante em divisas" no projeto criado há 15 anos pelo comandante Hugo Chávez e pelo líder da Revolução Cubana, tendo como objetivo "levar a mais alta tecnologia da área da oftalmologia aos pobres" e devolver a visão a pessoas em vários países, sobretudo na América Latina, nas Caraíbas e em África.
Ressaltando a importância de dar visibilidade às ações que a Revolução Bolivariana levou a cabo nos seus 20 anos de existência e que foram "escondidas" pela campanha mediática da direita contra a Venezuela, o chefe de Estado afirmou que, neste momento, "estão em disputa dois modelos na América Latina: o racista de Donald Trump e o solidário da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América [ALBA], representado entre outros pela Misión Milagro", informam a AVN e a Prensa Latina.
A propósito de modelos diferentes, referiu ainda que os hospitais e centros de saúde nos estados venezuelanos de Zulia, Táchira, Mérida, Apure e Amazonas estão cheios de colombianos, que são atendidos de acordo com o sistema da República Bolivariana da Venezuela, de forma gratuita e com qualidade.
Mais de seis milhões de beneficiados
Do número total de pessoas beneficiadas pela Missão Milagre, mais de três milhões são da Venezuela; 691 mil são bolivianos; 171 mil, nicaraguenses; 153 mil, equatorianos; e 136 mil, guatemaltecos, precisou Maduro.
Foram ainda consultadas e operadas pessoas do Uruguai (67 730), das Honduras (62 mil), do Brasil (mais de 61 mil), da Argentina (mais de 52 mil), do Panamá (mais de 50 mil), do Peru (40 mil), de El Salvador (37 998), do Paraguai (28 mil), da Guiana (15 mil), do México (11 953) e da Colômbia (9277).














