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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Cuba – bem avaliada em termos de igualdade de gênero

 
Segundo a blogueira Carolina Assis, da Revista Samuel, Cuba aparece na 15ª posição (2ª na América Latina) no ranking anual, realizado pelo Fórum Econômico Mundial - edição 2013 -, em relação aos países menos desiguais entre mulheres e homens no mundo.
 
Para título de comparação a lista dos menos desiguais em relação ao gênero é liderada pelos países desenvolvidos da Europa, tendo a participação de Nova Zelândia e das Filipinas entre os primeiros.
 
O Brasil apenas ocupa a 62ª, sendo que nossos vizinhos Argentina e Chile são respectivamente 34ª e 91ª. Os Estados Unidos ficam com a posição de 23ª. Na América Latina, Cuba perde apenas para Nicarágua que aparece na 10ª posição.
 
Mas como ressalta a blogueira Assis, o relatório leva em consideração apenas  “a desigualdade entre mulheres e homens de acordo com o contexto de cada país”. 
 
O país onde as mulheres estão mais em pé de igualdade com os homens é a Islândia.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Cuba é o melhor lugar da América Latina para ser mãe

Fonte: EL UNIVERSAL
No topo da lista, elaborada entre 176 países, figura a Finlândia, enquanto a República Democrática del Congo está em último lugar. Nas Américas, Argentina, Costa Rica, México e Chile são os primeiros depois de Cuba, enquanto Honduras, Paraguai, Guatemala e Haití possuem o pior registro. Venezuela está em 66º lugar.
Londres.- Cuba é o melhor país da América Latina para a maternidade e o 33º do mundo, segundo um índice da organização Save the Children. Os Estados Unidos estão em 30º lugar, abaixo de países com menos ingresos.

À frente desta lista figura a Finlândia enquanto o Congo é o pior lugar do mundo para ser mãe, destaca a agência Efe.

Esta Ong com sede en Londres leva em conta fatores como o bem-estar, a saúde, a educação e a situação económica das mães assim como a taxa de mortalidade infantil e materna.

Quanto a América Latina e Caribe, Cuba aparece no posto 33 à frente da  Argentina (36), Costa Rica (41), México (49) e Chile (51), em contraste com Haiti clasificado em 164º. Também em postos relativamente baixos estão Honduras (111), Paraguai (114) e Guatemala (128). Venezuela está em 66º.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Federação de Mulheres Cubanas com dois mil contatos no mundo

Fonte: Rádio Havana

Havana, 9 abril - A Federação de Mulheres Cubanas (FMC) possui hoje mais de dois mil contatos com organizações do mundo e mulheres com uma trajetória e reconhecimento internacional, afirmou a secretária geral dessa aorganizaçao, Teresa Amarili.

Em depoimento altpara Prensa Latina, a dirigente da FMC, criada em 23 de agosto de 1960 e que reúne atualmente a quatro milhões 200 mil filiadas, precisou que tais vínculos internacionais inserem a mais de 120 nações.

Assim mesmo, destacou que a organização é coordenadora do Escritório da Federação Internacional Democrática de Mulheres para a América Latina, e desempenha "um papel muito ativo lá".

Jogamos também um papel importante dentro da Organização de Nações Unidas defendendo a luta contra qualquer forma de discriminação da mulher, referiu Amareli, ao mencionar instâncias como a Comissão de Direitos Humanos e a Cepal.

A FMC, considerada um dos sucessos mais importantes para as nascidas nesta ilha antilhana, agrupa atualmente 89 por cento das cubanas maiores de 14 anos, segundo dados da própria instituição.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Parlamento Cubano, forte presença feminina

Cuba instalará Parlamento com ampla diversidade e presença feminina    

Da Prensa Latina

Cuba instalará amanhã a Oitava Legislatura da Assembléia Nacional do Poder Popular, fórum que agrupa a 612 deputados em representação de diversos setores e com cerca de 50 por cento de presença feminina.

Os parlamentares se reunirão no capitalino Palácio de Convenções após sua eleição, no passado 3 de fevereiro, em eleições onde participaram quase sete milhões 900 mil cidadãos, ao redor de 90 por cento do registro de votantes da ilha, aos quais se outorga o título eleitoral ao cumprir 16 anos.

Depois da ida às urnas, as cadeiras serão ocupadas por operários, camponeses, professores, médicos, cientistas, escritores, artistas, líderes religiosos, estudantes, dirigentes políticos, empresários, desportistas e membros das instituições armadas residentes nas 15 províncias do país.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Cubanas são destaque no processo de atualização do sistema econômico

Por Ivet González da Envolverde/IPS

Beatriz Lemes demorou a se decidir e finalmente aceitou, “com muito medo”, assumir a chefia de uma empresa que caminha para a autonomia financeira, sistema que se estende em Cuba e que, entre outras coisas, coloca à prova as capacidades femininas. “O autofinanciamento pode funcionar, mas é preciso mudar a mentalidade das pessoas. É preciso sentir seu trabalho como sendo seu”, explicou Beatriz, subdiretora econômica da Estação Territorial de Engenharia Agrícola nas províncias de Mayabeque e Artemisa, ambas vizinhas de Havana.

Agora, com “mais responsabilidades, exigências e tensões”, esta contadora, com 30 anos de experiência profissional, prevê novos desafios para seu coletivo quando no começo de 2013 sua empresa deixar de integrar o orçamento do Estado. “Minhas trabalhadoras estão preparadas, mas para nós é mais difícil por causa do peso da família”, disse Beatriz à IPS. As reformas na economia, iniciadas em 2007, impactam de maneira diferenciada mulheres e homens.

“Embora as medidas adotadas não sejam discriminatórias de gênero, não constituem, necessariamente, oportunidades para as mulheres”, afirmam as pesquisadoras Dayma Echevarría e Teresa Lara. Há mais de 50 anos os cubanos participam de uma economia estatizada em sua maioria, que o governo de Raúl Castro vem transformando desde 2007. Por isso, são redefinidas, entre outras, as políticas de assistência social e o papel do Estado, que antes garantia pleno emprego e salários básicos por rendimento produtivo.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Cubanas: expectativa de vida passa de 54 para 80 anos


Fonte: VERMELHO
Na década de 1950, a expectativa de vida das cubanas era de 58 anos, segundo dados do Panorama Econômico e Social Cuba 2011, publicado pelo Escritório Nacional de Estatísticas e Informações (ONEI). Atualmente, a expectativa é de 80 anos, com possibilidade de alcançar 82 anos nos próximos de 10 anos.
 Por Raquel Marrero Yanes

Além de viver mais, a mulher em Cuba tem participação ativa na vida política, econômica e social do país. De acordo com a pesquisa, ao final de 2011, 8 % das mulheres era graduadas em educação superior; enquanto 35,6 % tinham formação técnica e profissional.

Outro dado relevante indica que 63% dos profissionais e técnicos empregados no país são mulheres. E essa informação faz com que soe contraditório, como já foi apontado anteriormente, o fato de que, apesar do alto nível técnico e profissional das mulheres, somente 36,7% alcançam cargos de direção. 

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Vilma Espín, exemplo de justiça e integridade. (vídeo em espanhol)

Cidade natal homenageia a heroína cubana Vilma Espín

Fonte: VERMELHO

Santiago de Cuba, 18 jun (PL) O legado da heroína cubana Vilma Espín Guillois foi exaltado nesta segunda-feira (18) em Santiago de Cuba, como revolucionária desde os tempos de estudante.

O movimento de homenagem se estendeu a todo o país, com ações inclusive comemorativas, entre as quais se sobressaíram as conferências nas universidades do Oriente, eventos nos quais os participantes tiveram a oportunidade de conhecer várias facetas da vida de Vilma, símbolo do empenho pela dignificação das mulheres e defensora dos direitos da família.

O memorial que leva seu nome, nesta cidade do oriente cubano, foi montado na casa onde a líder viveu a infância e reuniu participantes mulheres que trabalharam com Vilma na luta revolucionária.

A homenagem terminou com uma peregrinação popular e uma coroa de flores oferecida pelas autoridades do país e depositada no mausoléu da Segunda Frente Oriental Frank País, onde repousam restos de combatentes revolucionários, entre eles os de Vilma Espín a qual é recordada com admiração especial.

domingo, 18 de março de 2012

Cuba é o melhor país da América Latina e do Caribe para ser mulher

Por Glauber Ataide do Jornal A Verdade

Cuba se encontra entre os países com menor disparidade entre mulheres e homens no mundo, revela pesquisa divulgada pelo World Economic Forum (WEF).

O ranking comparou 135 países, medindo as diferenças entre mulheres e homens em áreas como educação, saúde, economia e possiblidade de acesso a cargos políticos.

De acordo com a lista, Cuba subiu 4 posições em relação à pesquisa de 2010, ocupando agora a 20ª posição e superando todos os países da América Latina e do Caribe, tendo uma alta porcentagem de mulheres tanto no parlamento como nos setores técnicos.

Segundo o WEF, apesar de mais de 80% dos países terem melhorado alguns de seus indicadores em matéria de igualdade de gênero, no restante a situação tem piorado. O Brasil ocupa a 82ª posição no ranking.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Homenagem da ACJM_SC no Dia Internacional da Mulher: Aleida Guevara






Papel da mulher na transformação social - Conversa com Aleida Guevara , organizado pela ACJMSC- Associação Cultural José Martí de Santa Catarina em 09/03/2011, Florianópolis/SC.

domingo, 4 de março de 2012

Cuba e Nicarágua têm alta presença feminina no Parlamento


Fonte: VERMELHO

Cuba e Nicarágua são os únicos países latino-americanos entre os 10 primeiros do mundo com maior participação de mulheres em seus parlamentos nacionais, destacou na última sexta-feira (02) a União Interparlamentar (UI). 

O dado foi fornecido na sede das Nações Unidas em uma coletiva de imprensa do presidente da UI, Abdelwahad Radi, o secretário-geral, Anders B. Johnsson e a titular da agência ONU-Mulheres, Michelle Bachelet.

As estatísticas mostram que Cuba ocupa o terceiro lugar entre todas as nações do mundo com mais alta proporção de mulheres em sua Assembleia Nacional, com 45,2 por cento em dezembro de 2011, e a Nicarágua em nono, com 40,2.

Em seguida aparecem Costa Rica em 14º lugar (38,6%), Argentina em 17º (37,4% na Câmara dos Deputados e 38,9% no Senado) e Equador em 22º (32,3%).

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Ressaltam protagonismo da mulher cubana nas transformações sociais.


Fonte: PRENSA LATINA  
  
Paris, 7 dez (Prensa Latina) As mulheres cubanas são simultaneamente beneficiárias e protagonistas de todas as transformações realizadas a partir do triunfo da Revolução, recordou aqui a mestra em ciências Mariela Castro Espín.

Em entrevista à Prensa Latina, a diretora do Centro Nacional de Educação Sexual (Cenesex) declarou que a Federação de Mulheres Cubanas, criada em 1960, promoveu mudanças substanciais nas políticas e as leis, não somente a favor das mulheres, senão também da infância e a juventude.

A emancipação da mulher foi -como disse o comandante em chefe Fidel Castro- uma revolução dentro da revolução, afirmou.

A diretora do Cenesex participou junto a Alberto Roque, especialista em Medicina Interna e colaborador desse centro, no colóquio "Por uma civilização da emancipação humana" organizado na França pela associação Elan Retrouvé.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Aniversário 51 da Federação de Mulheres Cubanas (FMC)


Fonte: PRENSA LATINA  
  
Havana, 23 ago (Prensa Latina) A Federação de Mulheres Cubanas (FMC) completa hoje 51 anos com um olhar no potencializado setor privado urbano e rural com o propósito de manter sua contribuição ao desenvolvimento da nação caribenha.

Criada em 23 de agosto de 1960, a organização com mais de quatro milhões de membros lidera a batalha contra a discriminação feminina e é responsável pela presença das mulheres na sociedade com cotas elevadas de igualdade.

Para muitos as facilidades outorgadas em Cuba para o autoemprego, incluída a entrega de terras em usufruto, unida à experiência de representar 47 por cento dos ocupados no setor estatal lhe permitirão às mulheres ser determinantes no futuro próximo.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Comunidade LGBT cubana na luta pela diversidade sexual

A homofobia e a luta da comunidade LGBT em Cuba levanta a questão do preconceito. A comunidade LGBT luta pela mudança no Código da Família, como a legalização da união homossexual. Todo ano se mobilizam nas ruas de Cuba para a visualização de seus direitos, como pode ser visto na reportagem abaixo feita pela TeleSUR

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Compilação valiosa das conquistas das mulheres cubanas.

Fonte: CubaVision
Tradução Lilian Back - Blog Solidários.

O livro Mulheres cubanas: Estatísticas e Realidades 1958/2008 expõe em cifras a participação das cubanas nos progressos sociais e permite a percepção do que foi alcançado por elas na Revolução.

Nos sete capítulos do livro, que contém tabelas, gráficos e definições, são apresentados aspectos da integração das mulheres nas áreas de saúde, educação, ciência, esportes e política, com base uma compilação completa do Secretaria Nacional de Estatística e Informação e da Federação de Mulheres Cubanas (FMC). 

Enquanto na década de cinquenta do século passado a expectativa de vida para as cubanas ao nascer era de quase 58 anos, hoje é de 80; outro dado importante da compilação de dados relevantes é o que indica que no final de 2008 mulheres ocupavam 66% dos técnicos empregados na ilha.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

LIBERAR O PODER DAS MULHERES É APOSTAR NO DESENVOLVIMENTO

Por Dixie Edith
Fonte: MUJERES
Tradução: Blog Solidários

“Ao envolver mais ativamente mulheres e jovens, poderemos criar um futuro melhor para todas as gerações”, afirmou no último 11 de julho, Dia Mundial da População, o Diretor Executivo do UNFPA (Fundo de População das Nações Unidas), em sua mensagem oficial pela data.

Neste ano em que a população do planeta somará 07 bilhões, essa organização das Nações Unidas busca promover a participação e a solidariedade, partindo da certeza de que poder viver em um planeta saudável dependerá das opções e das decisões que se tomem hoje.

Mas, segundo o UNFPA, qualquer opção ou decisão neste sentido deve passar por garantir que as mulheres possam exercer plenamente todos os direitos, em todas as partes do mundo.

“Promover a incorporação da mulher acelera o desenvolvimento”, menciona a principal mensagem do evento organizado pelo UNFPA, em Cuba, neste mês.


Não por escolha. Em muitos países, as mulheres seguem sendo discriminadas e sofrem frequentemente, múltiplas formas de violência. O emprego feminino, em tempos de cortes de vagas, geralmente é mais afetado que o do homem, além de serem elas as mais vulneráveis às reduções orçamentárias.

sábado, 16 de abril de 2011

Mariela Castro: "Cuba está em uma nova fase da revolução"

Por Maíra Kubík Mano, enviada especial do Opera Mundi a Havana

Cuba celebrará de 16 a 19 de abril o VI Congresso do Partido Comunista (PCC), o primeiro em quase 14 anos – o último aconteceu em outubro de 1997.

Durante o evento, devem ser aprovadas as reformas no modelo econômico anunciadas pelo governo de Raúl Castro, como também se o líder da Revolução Cubana, Fidel Castro, segue como primeiro secretário do partido.

Para Mariela Castro, filha de Raúl e uma das principais defensoras dos direitos LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais, Transgêneros e Travestis) em Cuba, a esperança é a de que o conjunto de reformas sociais e econômicas liderada pelo pais contemple também o movimento gay. Mariela dirige o Centro Nacional Cubano de Educação Sexual e tem sido uma referência na luta pelo casamento homossexual e o direito a adoção por casais gays. "Esses processos são lentos, mas agora temos mais condições de executá-los que na década de 1960", disse em entrevista ao Opera Mundi, otimista.

sexta-feira, 25 de março de 2011

[Vídeo] Palestra de Aleida Guevara na Assembleia Legislativa de Santa Catarina



Em Florianópolis, onde participou do desfile da Escola de Samba União da Ilha da Magia, campeã do Carnaval 2011, a filha do ex-guerrilheiro argentino Che Guevara, um dos ícones da Revolução Cubana de 1959, Aleida Guevara, participou na tarde de 9 de março, na Assembleia Legislativa, de uma homenagem ao Dia Internacional da Mulher, 8 de março. Recepcionada pelo deputado Sargento Amauri Soares (PDT), a médica pediatra atendeu o convite da bancada feminina no Parlamento, composta pelas deputadas Ana Paula Lima (PT), Ada Faraco de Luca (PMDB), Angela Albino (PCdoB), Dirce Heiderscheidt (PMDB) e Luciane Carminatti (PT).

quinta-feira, 17 de março de 2011

Mulher, socialista, cubana

Aleida Guevara emocionou uma platéia de estudantes, sindicalistas e lideranças do movimento social em Florianópolis

Fonte: Sindprevs/SC

“Quando uma mulher participa de um processo revolucionário, significa muito mais que uma ideologia política, ela defende o fruto do seu próprio ventre, ela defende o futuro de um país”, afirmou Aleida Guevara, filha mais velha de Che Guevara, durante um debate sobre o Papel da Mulher na transformação social.

O debate, realizado no dia 9 de março pela Fundação Cultural José Martí, em conjunto com entidades sindicais e sociais e com apoio de parlamentares catarinenses, marcou as atividades do Dia Internacional da Mulher em Florianópolis.

Aleida que estava na cidade desde o dia 4 de março veio à Florianópolis para participar do desfile da escola de samba União da Ilha da Magia, que, com o enredo Cuba sim! Em nome da verdade!, homenageou o país socialista. “Não tenho dúvidas de que a União da Ilha da Magia prestou um importante serviço a esta cidade. O título de campeã do carnaval em Florianópolis é de todos nós”, disse o presidente da escola e coordenador do Sindprevs/SC, Vlamir Braz de Souza, que também esteve presente no debate.