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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Mais de 140 países homenagearam Fidel Castro na ONU

Secretário Geral do ONU presta homenagens a Fidel Castro - Foto: ACN
Do Opera Mundi 

A embaixadora cubana Ana Silvia Rodríguez agradeceu nesta segunda-feira (05/12) as mensagens de solidariedade recebidas por representantes de mais de 140 países membros da ONU pela morte do ex-presidente e líder revolucionário cubano Fidel Castro.

Representantes internacionais e funcionários da ONU prestaram homenagem a Fidel na Missão Permanente de Cuba nas Nações Unidas, com sede em Nova York, onde assinaram o livro de condolências pela morte do líder cubano.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, foi uma das autoridades a oferecer suas condolências ao povo cubano. “Fidel Castro foi uma figura emblemática da revolução cubana e uma energética voz a favor da justiça social, que deixou uma importante marca no seu país e na política global”, disse Ban.

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Assista ao discurso de Rául Castro na cerimônia a Fidel em Havana

Rodríguez também citou a visita de António Guterres, próximo secretário-geral da ONU que assumirá a partir de janeiro de 2017, e de Peter Thomson, presidente da Assembleia Geral da organização, que afirmou que Fidel Castro foi “um dos líderes mais ilustres do século 20”.

“Foi um defensor incansável da igualdade no cenário internacional e uma inspiração para os países em desenvolvimento, sua dedicação para o avanço, especialmente no âmbito da saúde, será sempre lembrado”, disse Thomson em reunião da Assembleia Geral. 

Além do livro de condolências, os integrantes da missão cubana assinaram o juramento de lealdade ao “conceito de revolução” expressado pelo ex-presidente em 2000. 

Rául Castro deposita as cinzas do Comandante em cemitério de Santiago - Foto: Juvenal Balán

sábado, 13 de agosto de 2016

Rede de intelectuais e artistas: “Obrigado por seu exemplo, Fidel”



A Rede de Intelectuais, Artistas e Movimentos Sociais em Defesa da Humanidade (REDH), divulgou uma nota saudando os 90 anos do comandante da Revolução Cubana, Fidel Castro. 

Leia a íntegra:

Obrigado por seu exemplo, Fidel

Querido Comandante:

Por ocasião do seu nonagésimo aniversário, nós, os membros da Rede de Intelectuais, Artistas e Movimentos Sociais em Defesa da Humanidade, queremos transmitir os nossos sinceros parabéns e, acima de tudo, os nossos mais profundos agradecimentos por tudo o que fez para os povos da nossa América e para o mundo.

Sua figura tem sido uma constante fonte de inspiração. Não só quando, impulsionados pela crescente onda de lutas populares, dávamos passos firmes para o socialismo, mas também nos momentos recorrentes, quando o nosso progresso foi prejudicado devido à ferocidade da reação do imperialismo e seus aliados locais.

Se, nas fases de crescimento, seu exemplo obrigava-nos a jamais dar-nos por satisfeitos e, como bons revolucionários, prosseguir com renovada determinação para continuar a nossa marcha; quando tivemos de enfrentar a adversidade ou a contraofensiva do inimigo, a memória de sua atitude, após o fato histórico de Moncada ou o ataque do imperialismo na Playa Giron, fortalecia os nossos espíritos e convencia-nos de que a vontade inabalável de lutar pelos nossos ideais era o caminho certo para a vitória. Você nos mostrou o caminho inúmeras vezes e podemos assegurar que esse aprendizado, que reiterou no encontro com intelectuais em 10 de fevereiro de 2012, quando declarou que “mesmo que nos dissessem que o mundo tem poucas semanas de vida, nosso dever seria lutar e continuar lutando até o fim”, isso calou muito profundamente em nós e é uma marca indelével em milhões de latino-americanos e caribenhos que sabem, como muitos outros povos que lutam em outras partes do mundo, que esse será sempre o nosso destino: lutar até o fim, conscientes de que as classes dominantes e o imperialismo jamais se darão por vencidos.

sábado, 30 de abril de 2016

Solidariedade internacional: brigadistas de 34 países estarão no 1º de Maio em Cuba

Para expressar respaldo ciente à Revolução Cubana, mais de 200 amigos vindos de 34 países integram a 11ª Brigada de Solidariedade Primeiro de Maio, que participarão do desfile em massa do Dia dos Trabalhadores e dialogarão com o povo, de 25 de abril a 8 de maio.

Primeio de Maio em Cuba. Por Juvenal Balán
Do Granma

Alojados no Acampamento Internacional Julio Antonio Mella, situado no município de Caimito, província ocidental de Artemisa, os membros da brigada realizarão jornadas voluntárias em trabalhos agrícolas, prestarão homenagem aos patriotas cubanos, receberão palestras de especialistas acerca dos acontecimentos nacionais e da atualização do modelo econômico e visitarão as províncias de Villa Clara, Sancti Spíritus e Havana.

Junto a outras delegações participantes do grande desfile, o contingente solidário estará no Encontro Internacional de Solidariedade, auspiciado pela Central dos Trabalhadores de Cuba (CTC) com o propósito de dialogar com sindicalistas, líderes de organizações sociais e de partidos políticos.

Com a participação na passeata popular do primeiro dia do quinto mês do ano, os elementos da brigada apoiarão os trabalhadores do mundo em sua firme luta contra as políticas neoliberais e exigirão o fim das campanhas subversivas da mídia; o fim do genocida bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos; e a devolução do território de Guantánamo, onde existe uma ilegal base militar estadunidense.

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sexta-feira, 31 de julho de 2015

Vamos para Cuba: XXIII Brigada Sul-americana de Solidariedade a Cuba [2016]


Comunicado do ICAP de Cuba (Instituto Cubano de Amizades com Povos) sobre a XXIII Brigada Sul-americana de Solidariedade a Cuba que ocorrerá no início do ano que vem.

Se você estiver interessado em participar procure os movimentos de solidariedade a Cuba na sua cidade/estado. Na barra lateral de nosso site, na seção “movimento brasileiro de solidariedade a Cuba”, temos links que pode ajudá-lo a entrar em contato. Em Santa Catarina entra em contato: (48) 9946-9441.

XXIII Brigada Sul-americana de Solidariedade a Cuba

24 de janeiro – 7 de fevereiro de 2016

Havana, 9 de abril de 2015

“Ano 57 da Revolução”

Estimado (a) amigo (a):

Receba a saudação fraterna e cordial do Instituto Cubano de Amizade com os Povos.

A cada ano o Instituto Cubano de Amizade com os Povos recebe com grande simpatia e satisfação a Brigada Sul-americana de Solidariedade a Cuba, integrada por amigos de Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai.

Em 2016 acolheremos a XXIII edição desta Brigada e nos propomos a desenvolver, de 24 de janeiro a 7 de fevereiro, um programa de atividades que inclui as províncias de Havana, Artemisa, Villa Clara e Santiago de Cuba. 

Leia mais:

A Brigada tem como objetivos contribuir para uma maior compreensão da realidade cubana e a realização de jornadas de trabalho voluntário como apoio ao desenvolvimento agrícola e à esfera produtiva do país.

O programa contempla visitas a lugares de interesse histórico, econômico, cultural e social, tanto na capital como em províncias; conferências sobre a atualidade nacional e encontros com organizações da sociedade cubana.

Esta edição tem como componente especial a participação na II Conferência Internacional “Com Todos e para o Bem de Todos”, que ocorrerá no Palácio das Convenções em Havana de 25 a 28 de janeiro. Neste conclave se encontrarão homens e mulheres de diferentes países, estudiosos da vida e obra de José Martí que, sustentadas nos valores éticos, de solidariedade e paz martianos, debaterão em torno da necessidade de políticas encaminhadas à erradicação da pobreza e a inclusão social, o fomento da educação e da cultura, a promoção do equilíbrio nas relações das sociedades entre si e a reafirmação da importância ética do princípio da unidade.

Serão 14 noites de estadia: delas, 9 no Acampamento Internacional “Julio Antonio Mella” (CIJAM), localizado no município de Caimito, na província de Artemisa, a 45 km de Havana, e 5 noites em instalações de turismo nas províncias de Camagüey (1) e Santiago de Cuba (4).

A estadia terá um custo de 560,00 CUC que inclui alojamento (em habitações compartilhadas por até 6 pessoas no caso do CIJAM) e habitações duplas e triplas na província, todas as refeições incluídas, transfer in-out e transporte a todas as atividades do programa.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Líder dos “Cinco Cubanos” fala sobre os 16 anos de prisão nos EUA

Em Porto Alegre, Geraldo visitou o Memorial Luis Carlos Prestes, que deve ser inaugurado ainda este ano.
Por Guilherme Santos
Por Marco Weissheimer no Sul 21

Gerardo Hernández Nordelo ficou 16 anos e 4 meses preso nos Estados Unidos. Ele fazia parte do grupo dos “Cinco Cubanos”, presos em 1998 na Flórida sob a acusação de espionagem. Os cinco faziam parte de um grupo da inteligência cubana que monitorava a prática de grupos sediados em Miami, acusados de promover invasões e atentados contra Cuba. Um desses atentados, organizados por Luis Posada Carriles, derrubou em 1976 um avião da companhia Cubana de Aviação, resultando na morte de 73 pessoas. Carriles vive até hoje em Miami, gozando da proteção do governo dos Estados Unidos. A missão de Gerardo Hernández e seus colegas era infiltrar e monitorar esses grupos para tentar evitar novos atentados contra alvos cubanos.

Acabaram presos e condenados às sentenças máximas. No caso de Gerardo, foram duas prisões perpétuas e mais 15 anos. “Eu era o único que não tinha data para sair”, relata o integrante da inteligência cubana que esteve em Porto Alegre na semana passada para agradecer a campanha de solidariedade coordenada pela Associação Cultural José Martí. Em entrevista ao Sul21, concedida no Memorial Luiz Carlos Prestes, Gerardo Hernández fala sobre a experiência de mais de 16 anos de prisão nos Estados Unidos e também sobre o presente e o futuro de seu país. Ele considera a melhoria das relações entre Cuba e Estados Unidos como algo inevitável e destaca que os povos dos dois países têm muitas coisas em comum.

Por outro lado, adverte que há setores nos EUA que verão essa reaproximação como uma oportunidade para tentar fazer o que não conseguiram por meio de invasões e atentados terroristas: derrotar a revolução cubana. Gerardo garante que o povo cubano não vive de costas para os problemas que precisa enfrentar. “Como toda sociedade, temos nossas luzes e nossas sombras. Felizmente, as nossas luzes são muito maiores que as sombras”, afirma.

Sul21: Você poderia falar um pouco sobre a tua formação e como acabou indo trabalhar no serviço de inteligência cubano, em Miami, trabalho este que resultou na tua prisão e de outros integrantes do grupo com o qual trabalhava?

Gerardo Hernández: Meu nome é Gerardo Hernández Nordelo, nasci em 1965 e completei 50 anos no último dia 4 de junho. Sou formado em Relações Políticas Internacionais, no Instituto Superior de Relações Internacionais, em Havana. Eu me graduei em 1989 e me inscrevi como voluntário para ir lutar em Angola, nos anos em que Cuba participava da guerra contra o colonialismo na África. Cumpri missão internacionalista em Cabinda, como chefe de um pelotão de exploradores.

Sul21: Quanto tempo você ficou lutando em Angola?

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domingo, 3 de maio de 2015

Encontro de solidariedade a Cuba pede fim do bloqueio imperialista

Encontro de solidários a Cuba. Por Anabel Días/Granma
Do Vermelho 

A presidenta do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (Icap), Kenia Serrano, chamou neste sábado (2) a multiplicar os esforços na luta pelo fim do bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos à ilha caribenha.

Ao fazer uso da palavra durante o Encontro Internacional de Solidariedade a Cuba, que se realiza no Palácio das Convenções, em Havana, Kenia Serrano explicou que o regresso dos cinco antiterroristas a sua pátria não pode desmobilizar as forças amigas da nação antilhana.

A causa dos Cinco - como são chamados Renê González, Fernando González, Antonio Guerrero, Antonio Labañino e Gerardo Hernández – concentrou a maior parte da energia dos movimentos de solidariedade com nosso país, explicou Kenia no ato do primeiro vice-presidente cubano, Miguel Díaz-Canel.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Agência estadunidense critica explicação dos EUA sobre operação secreta em Cuba

Da ADITAL

Diante da recente deflagração de uma operação secreta dos Estados Unidos para provocar insurgências anticomunistas no território de Cuba, a agência de mídia independente estadunidense 21st Century Wire, que publica notícias e opiniões de colaboradores e temas de todo o mundo, criticou, com veemência, as explicações da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID, United States Agency for International Development, em inglês) sobre o caso.

Em texto assinado pelo mestrando em Política Internacional na City University London (Universidade da Cidade de Londres) Stuart J. Hooper, são exigidas desculpas. No início deste mês, o Governo de Cuba descobriu e desbaratou uma operação secreta da USAID, que recrutava jovens procedentes da Venezuela, Costa Rica e Peru desde 2009. A pretensão era estimular potenciais agentes desestabilizadores da política nacional e coletores de informação valiosa para o Governo dos EUA, fomentar oposição e propiciar um colapso do governo cubano.

Hooper desconsiderou a declaração da USAID de que a agência estaria "comprometida em apoiar o desejo do povo cubano de determinar livremente seu próprio futuro”, ironizando que a agência estadunidense estaria se referindo a um "futuro determinado e favorável ao próprio governo dos Estados Unidos”. Na sua opinião, a USAID agiu com audácia ao dizer em comunicado que a operação não era secreta ou encoberta. "Se é assim, é preciso perguntar: por que a ajuda estadunidense não prosseguiu e colocou um letreiro que dizia: ‘Recrutamento para a rebelião’, no lugar de ‘Escritório de prevenção do HIV’?”, provoca.

sábado, 16 de agosto de 2014

Palestinos vão às ruas para agradecer solidariedade dos latino-americanos

No ato, bandeira do Cone Sul dividiram espaço com as imagens dos presidentes da região e de líderes políticos como Yasser Arafat, Mandela, Fidel Castro e Che Guevara

Manifestantes carregam fotos de Fidel Castro e Che Guevara

Por Théa Rodrigues no Vermelho

Muitos governos latino-americanos se pronunciaram contra a atual ofensiva na Faixa de Gaza e condenaram o uso desproporcional da força por parte do governo de Israel. Em agradecimento à solidariedade com os palestinos, milhares foram às ruas em Ramallah, capital administrativa da Cisjordânia, na última segunda-feira (11). 

O evento contou com a presença dos embaixadores latino-americanos na Palestina, além de dirigentes políticos do Fatah, que organizaram a homenagem. Diante do público que gritava “viva a América Latina”, Nabil Saath, membro do comitê central do Fatah, recordou as figuras históricas da esquerda latino-americana, “que sempre se levantaram pelos oprimidos”.

Diante de aproximadamente 2 mil pessoas, Saath afirmou que a "América Latina não se levanta pelos interesses econômicos, nem pela agenda pautada pela União Europeia ou pela ONU, mas sim por sua convicção e carinho aos valores de liberdade e justiça”.

sábado, 9 de agosto de 2014

Em comunicado, ALBA repudia nova subversão dos EUA contra Cuba


Em um comunicado emitido nesta semana a Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América (Alba) repudiou mais um plano subversivo financiado pela Agência para o Desenvolvimento Internacional dos EUA (Usaid) contra Cuba. Segundo revelou uma agência de notícias, o objetivo era converter jovens cubanos em agentes para organizar ações desestabilizadoras. Leia a seguir a nota da Alba na íntegra:

“Os países da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América-Tratado de Livre Comércio dos Povos (Alba-TCP) têm conhecido com indignação sobre as recentes revelações da agência de imprensa estadunidense Associated Press (AP) acerca de outro plano subversivo financiado pela Agência para o Desenvolvimento Internacional dos EUA (Usaid). O plano tinha como objetivo converter jovens cubanos em ‘agentes políticos’ e organizar suas ações contra o governo da Ilha, utilizando jovens latino-americanos recrutados desde 2009 para esse fim.

Este projeto imoral, cuja autoria e execução o governo dos Estados Unidos reconheceu de maneira cínica, ratifica o caráter hostil e intervencionista da política norte-americana contra Cuba, e seu propósito de criar situações de desestabilização que levem ao derrubamento da ordem política, econômica e social deste irmão país.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Os 5 antiterroristas cubanos recebem prêmio Nelson Mandela


Um grupo de estadunidenses, composto por 25 membros do Centro de Estudose Cubanos e do Museu de Arte Montclair, realizou, no dia 30 de julho, um encontro com os heróis René González e Fernando González; Mirta Rodríguez, mãe de Antonio Guerrero; Adriana Pérez, esposa de Gerardo Hernández e Ali Labañino, filha de Ramon, representando os cinco. Olga Salanueva, esposa de René, também participou..

O objetivo do encontro foi a entrega do prêmio Nelson Mandela, enviado por Geller Foundation, Filadélfia, para os Cinco. Essa foi a primeira vez que a Fundação concedeu o prêmio. A entrega foi realizada através do Centro de Estudos Cubanos e sua Diretora, Olga Salanueva, foi  escolhida para fazer a entrega.

O grupo se sentiu muito honrado em conhecer pessoalmente os dois heróis cubanos e seus familiares.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Camila Vallejo envia carta a Obama pedindo liberdade aos Cinco de Cuba

A jovem deputada chilena Camila Vallejo enviou uma carta ao presidente norte-americano, Barack Obama, pedindo o indulto aos três antiterroristas cubanos que permanecem presos nos Estados Unidos. Gerardo Hernández, Ramón Labañino e Antonio Guerrero, formam parte do grupo de agentes da inteligência de Cuba, que foram presos há 15 anos em Miami, e ficaram conhecidos como os Cinco. 


Do Vermelho 

“Quero me somar ao clamor expressado por uma grande quantidade de seres humanos no planeta, como artistas, intelectuais, parlamentares, advogados e pessoas de boa vontade, que esperam do senhor uma decisão de elementar justiça”, escreveu Camila.

Ela afirmou que Hernández, Labariño e Guerrero encontram-se “injustamente detidos em cadeias dos EUA, somente por proteger Cuba de atos terroristas planejados no território estadunidense”. A deputada fez referência ao trabalho desempenhado pelos ex-agentes infiltrados, que combatiam as ações subversivas das organizações anticastristas da Flórida.

Camila (centro, à direita) em visita a Cuba; ao lado de Fidel Castro

América Latina e Caribe reiteram apoio a Cuba em Assembleia da OEA

A América Latina e o Caribe reafirmam nesta quinta-feira (5) seu apoio a Cuba durante a 44ª Assembleia da Organização do Estados Americanos (OEA) e isolaram os Estados Unidos em sua tentativa de impedir que o país governado por Raúl Castro compareça à próxima Cúpula das Américas.

Representantes latino-americanos defendem Cuba na OEA.

Representantes latino-americanos defendem Cuba na OEA. Um desfile quase interminável de intervenções dos representantes dos Estados da região repudiou as propostas da delegação estadunidenese para evitar ou impor condições para que a ilha de Cuba esteja presente no evento de abril do próximo ano.

Depois de ler rapidamente suas objeções, a representante permanente de Washington na OEA, Carmen Lomellín, só apoiada timidamente pelo Canadá, teve que suportar a reação contrária da grande maioria das missões presentes.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Valorização da obra e pensamento de Fidel Castro na Argentina


Com a mesa redonda "Fidel e a emancipação Nuestroamericana" continua hoje em Buenos Aires os eventos dedicados a analisar e destacar a obra e pensamento do líder histórico da revolução cubana, iniciados ontem.

O fórum será realizado no Centro Cultural da Cooperação (CCC) com as dissertações do pesquisador e politólogo Atilio Borón, o historiador Francisco Martínez e o embaixador cubano, Jorge Lamadrid. A mesa redonda é parte da programação de "A Semana de Fidel" na Argentina, que incluiu a abertura da exposição fotográfica "Fidel: 83 Motivos" e na que está prevista a apresentação do livro "Fidel, una historia, cinco miradas" (Fidel, uma história, cinco olhares), que compila fotos de cinco artistas a partir dessa mostra.

Os conferencistas do CCC debaterão sobre o pensamento do líder revolucionário cubano e suas contribuições decisivas ao despertar da consciência revolucionária de Nossa América.

Argentina - "A Semana de Fidel"


Com a inauguração de uma exposição de fotografias começou ontem (22), em Buenos Aires a "A Semana de Fidel", que inclui além da apresentação de um livro, uma dissertação sobre a obra e o pensamento do líder histórico da revolução cubana.

A abertura da exibição sob o título "Fidel: 83 Motivos" aconteceu no Centro Cultural da Cooperação (CCC) e contou com a presença de Alex Castro, um dos fotógrafos cujas imagens estão sendo exibidas junto às de Osvaldo Salas, Liborio Noval, Roberto Salas e Pablo Caballero.

As imagens percorrem de forma inédita uma larga parte da vida de Fidel Castro, ou seja, da História de Cuba, da América Latina, dos séculos 20 e 21, e incluem as lutas independentistas do século 19 na figura de José Martí.

terça-feira, 4 de março de 2014

5 de Março - Twittaço pelos 5 Cubanos


5 de Março Twittaço pelos CINCO 

QUARTA-FEIRA- 5 DE MARÇO: ENVIE MENSAGENS PARA A CONTA DE OBAMA NO TWITTER: @BarackObama

#ObamaLiberalos5Ya! 
#ObamaFreetheFiveNow! 
#ObamaGivemeFive 
#ObamaGestoHumanitarioxlos5


OU COMUNIQUE-SE COM A CASA BRANCA E VENHA SOMAR-SE AO PEDIDO MUNDIAL PELA LIBERDADE DOS CINCO

               FORMAS DE SE COMUNICAR COM A CASA BRANCA:
Telefone: 202-456-1111 (Se não respondem, deixe uma mensagem na secretária eletrônica)
Se a chamada é originada desde fora dos EUA, marque o Código Internacional + 1 202.456.1111
Fax: +1- 202 456-2461
Correio postal:
Presidente Barack Obama
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Washington, DC, 20500
  
Para conhecer sobre o caso dos  5 Cubanos visite: www.thecuban5.org
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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

"Liberdade para os 5 presos cubanos nos EUA" - Animação dos Sem Terrinha do MST

Corta de animación producido por los Sin Tierrita del MST-Brasil, sobre los Cinco Cubanos

   

Curta de animação em massinha produzida pelos Sem Terrinha do MST-Brasil, contando a história dos Cinco Cubanos presos nos EUA. (Legendas em Espanhol).

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Líderes latinos comparecem na Marcha das Tochas, em Havana

O evento comemorou o 161º aniversário do herói cubano José Martí


A Marcha das Tochas, tradicional evento que acontece em Havana pela comemoração do aniversário de José Martí, levou mais de 10 mil pessoas às ruas da capital nesta terça-feira (28) e contou com a participação dos líderes presentes no II encontro da Cúpula da América Latina e do Caribe (CELAC). 

Nicolas Maduro (Venezuela), Evo Morales (Bolívia), Daniel Ortega (Nicaraguá), José Mujica (Uruguai) Michel Martelly (Haití), Donald Romatar (Guiana), Portia Simpson (Jamaica), Baldwin Spencer (Antigua e Barbuda) e Ralph Gonçalves (São Vicente e Granadinas) se juntaram a Raul Castro e os jovens nas ruas. 

A marcha começou após a fala de Yosvani Montano, presidente da Federação dos Estudantes Universitário (FEU), que defendeu a revolução com todos e para o bem de todos. Também foi lembrada a ideia de “Pátria Grande” que Martí sempre foi adepto para a América Latina. 

A marcha acontece desde 28 de janeiro de 1953, data que comemora o aniversário do herói cubano José Martí. Neste ano, ele completaria 161 anos. Escritor e Jornalista, Martí foi o criador do Partido Revolucionário Cubano (PRC), líderes da independência de Cuba em relação a Espanha, e seus ideias influenciaram a revolução de Fidel Castro em 1959.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

"À frente da Celac, Cuba lutou por caribenhos e contra pobreza"


Do Vermelho 

“Durante a presidência da Celac [Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos], em todas as suas atividades, Cuba orientou ao menos um elemento para a luta contra a pobreza, a fome e a desigualdade”, afirmou o vice-ministro de Relações Exteriores de Cuba Abelardo Moreno em entrevista à televisão nacional cubana.

De acordo com Moreno, Cuba atuou com grande responsabilidade à frente da presidência pró-tempore do bloco, que exerce desde janeiro de 2013 e se propôs a trabalhar pela incorporação plena dos estados do Caribe à Celac.

O resultado disso, apontou, foi o envio de várias propostas dos países do Caribe de temas para serem debatidos no 2ª Cúpula da Celac, que será realizada em Havana nos dias 28 e 29 de janeiro, “fato inédito”, acrescentou.

“Devemos reconhecer que estes países têm uma situação especial, são mais vulneráveis às crises econômicas mundiais e a elementos como a mudança climática, por tanto, exigem um tratamento diferenciado”, defendeu.

Com informações da Prensa Latina.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Há 40 anos: a primeira viagem de Fidel ao Vietnã (+ fotos)

Fidel levanta bandeira do Vietnã em zonas libertadas do sul.

Por Juan Marrero no Cuba Debate - Tradução: PCB

Já haviam assinado os acordos de Paris que abriam o caminho para a paz no Vietnã. O dia 12 de setembro de 1973, há 40 anos, Fidel Castro encabeçava uma delegação do Partido e do governo de Cuba que chegava a Hanói, a capital da República Democrática do Vietnã. Não o fez diretamente desde Havana, antes esteve em Trinidad y Tobago, Guiné (Conakry), Argel, Bagdá e Nova Deli.

Como repórter do diário Granma, tive o privilégio de dar cobertura a toda a viagem, ainda que eu tenha ficado com uma insatisfação de quatro décadas que ainda não se apagou: ser excluído do pequeno grupo de jornalistas cubanos que, junto a Fidel, ultrapassaram o Paralelo 17 e, no sul do Vietnã, se reuniram com os combatentes do Exército de Libertação Nacional. As razões disso serão explicadas mais adiante.

Aquela histórica viagem começou em Puerto España, Trinidad y Tobago. Ali, em um pequeno hotel próximo ao aeroporto, Fidel teve um encontro com os primeiros-ministros de Trinidad y Tobago (Eric Williams), da Jamaica (Michael Manley), da Guiana (Forbes Burnham) e de Barbados (Errol Barrow). Fidel lhes agradeceu a atitude de valentia que haviam tido, meses antes, de estabelecer relações com Cuba, ou seja, ao assumir uma posição comum em desobediência á política que havia sido imposta pelos Estados Unidos para a maioria dos países da região caribenha.

Recordo algo importante daquele encontro. Fidel lhes falou da necessidade que tinham os países da América Latina e do Caribe de se integrarem e cooperarem entre eles. E dizia algo que então era só um sonho: “Devemos ter uma organização regional que defenda nossos interesses sem os Estados Unidos”. Não tiveram que esperar demasiado. Neste século XXI isso se materializou com a criação da Comunidade Econômica Latino-americana e Caribenha (CELAC).

No mesmo avião da Cubana de Aviação, viajaram para a Guiné (Conakry) Fidel, Manley e Burnham, e foram recebidos pelo líder africano Sekou Touré. E, no mesmo avião, esses quatro mandatários chegaram a Argel no dia 6 de setembro para participar da IV Cúpula do Movimento de Países Não Alinhados (NOAL). Esse encontro, do qual participaram 70 países, se caracterizou em uma primeira etapa por uma torrente de oratória retórica, anticomunista e direitista de vários Chefes de Estado e governo, buscando golpear mortalmente os princípios anticolonialistas, anti-imperialistas, progressistas e democráticos do movimento que começou a se gestar em Bandung.

Seus discursos na tribuna e a sabedoria política do presidente da Argélia, Houari Boumediene, de Fidel Castro, de Indira Gandhi, da Índia, do arcebispo Makarios, do Chipre, e de outros dirigentes impediram que essa cúpula terminasse em um fracasso. A tendência anticomunista foi derrotada e os direitistas saíram desmoralizados e as forças progressistas fortalecidas. Entre seus acordos mais importantes, estava o rechaço a criminosa agressão estadunidense e o apoio a heroica luta de resistência do povo do Vietnã.

Durante a cúpula, vários países anunciaram seu reconhecimento ao Governo Provisório do Vietnã do Sul. Outro acordo foi o respaldo ao ameaçado governo popular de Salvador Allende, do Chile, cujo chanceler Clodomiro Almeida o representou na cúpula de Argel.

Fidel na IV Conferência da Cúpula do Movimento de Países Não Alinhados. Argel, 7 de setembro de 1973.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Jornada internacional clama pela liberdade dos Heróis de Cuba


Por Théa Rodrigues do Vermelho 

Há exatos 15 anos, Gerardo Hernández, Antonio Guerrero, Ramón Labañino, Fernando e René González, eram presos nos Estados Unidos, acusados de conspiração e espionagem. “Os Cinco” – como são chamados em Cuba – eram agentes da Rede Vespa, um seleto grupo de infiltrados que combatia os atos terroristas das organizações anticastristas da Flórida. Neste dia 12 de setembro, Cuba lamenta a detenção de seus patriotas e o mundo clama pelo retorno deles à pátria

Os jovens antiterroristas arriscaram a vida para proteger o povo cubano dos constantes sobrevoos de aviões norte-americanos, que jogavam pragas nas lavouras, interferiam na rede de controle do aeroporto de Havana e alimentavam o tráfico de drogas
Os jovens (na época da detenção) arriscaram a vida para proteger o povo cubano, entre outras coisas, dos constantes sobrevoos de aviões norte-americanos, que frequentemente jogavam pragas nas lavouras, interferiam na rede de controle do aeroporto de Havana e alimentavam o tráfico de drogas entre os países.