terça-feira, 12 de junho de 2018

Vamos pra Cuba: Vem aí a caravana dos 60 anos da Revolução!

Fidel Castro discursando em Havana após vitória da Revolução de 1959
Do Amig@s de Cuba 

Devido as comemorações dos 60 da Revolução Cubana, um grupo de brasileiros está organizando uma caravana a Cuba para o ano novo.

Além da comemoração, a caravana tem também como objetivos: solidarizar com o povo cubano, denunciar o bloqueio estadunidense e exigir o fim da ocupação em Guantánamo. Também se espera diversão, conhecer as belezas naturais da ilha, sua culinária, sua arte, seu modo de vida, as conquistas socialistas e confraternizar-se com o povo cubano e com os outros membros da caravana.

A programação inicial inclui passar o Réveillon em Santiago de Cuba, onde tradicionalmente se comemora a vitória da Revolução, e visitar as cidades de Santa Clara, Holguín, Camaguey, Varadero, Havana, entre outras. 

Convidamos todos os amigos e amigas de Cuba a se unirem a esta caravana de luta e alegria! 

Período:

A ideia inicial é viajar nas seguintes datas:

Saída do Brasil: 28/12/18;
Chegada a Cuba: 29/12/18; 
Volta ao Brasil: 12/01/19; 
Chegada ao Brasil: 13/01/19.

Investimento:

10 X R$ 600,00 (nove mensalidades, a serem pagas até o dia 5 de cada mês, a começar em abril + uma extra, a ser paga com a parcela do 13º em julho). Esse valor já inclui: passagens aéreas e toda a parte terrestre (traslados, transportes e hospedagens em hotéis com café da manhã, organizados pela Amistur). 

Esta Caravana está sendo organizada por um grupo de pessoas amigas e solidárias a Cuba. 

Coordenação Nacional:

Bahia: Ivone Souza, Inês Freire, Nair Prazeres e Leozinho Henriques;
Brasília: Lúcio Flávio e Thamar Dias; 
Região Sul: Irene Prazeres; 
São Paulo: Adelir da Veiga.

Proposta de programa - Caravana 60 anos da Revolução Cubana

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Cuba registra menor taxa de mortalidade infantil da história do país nos primeiros 5 meses de 2018

Cuba é o melhor lugar para uma criança nascer na América Latina | Foto: Ladyrene Pérez/ Cubadebate
Do Opera Mundi

Cuba registrou nos primeiros cinco meses deste ano a menor taxa de mortalidade infantil da história do país, anunciou o ministro cubano de Saúde Pública Roberto Morales. A taxa foi de 3,9 por cada mil nascidos vivos.

Segundo Morales, o novo recorde evidencia a consolidação do programa materno infantil e destacou os esforços do governo na atenção primária, junto às mães, em casa, e em unidades intensivas pediátricas. A informação foi divulgada pela agência Prensa Latina na quarta-feira (06/06).

A meta para 2018 é manter a taxa de mortalidade infantil inferior ao mínimo histórico, registrado no ano passado, de 4 mortos para cada mil nascidos vivos.

Em 2017, segundo o Departamento de Registros Médicos e Estatísticas de Saúde, ocorreram 114.980 nascimentos (1.892 a menos do que n ano anterior) e houve 465 mortes de crianças menores de um ano.Os números do ano passado já colocavam a ilha entre os países com os menores números na área, se igualando a nações desenvolvidas. Em 2017, o Canadá teve uma taxa maior que a cubana, e os totais registrados no país caribenho equivaliam aos da Dinamarca, do Reino Unido e da Suíça.

Segundo a ONU, Cuba é o melhor lugar para uma criança nascer na América Latina, dada a maior proporção de sobrevivência dentre os nascidos. Completam a lista Antígua e Barbuda, Uruguai, Chile, Costa Rica e Argentina. Haiti e República Dominicana, de acordo com o órgão, são os piores lugares. 

terça-feira, 5 de junho de 2018

Sob o comando de Raúl Castro, Cuba reformará sua constituição

Parlamento cubano | Foto: Irene Pérez/Cuba Debate
Raúl Castro, primeiro-secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, foi eleito, no último sábado (02/06) pela Assembleia Nacional do Poder Popular (parlamento) presidente de uma Comissão Parlamentar, composta por 33 deputados, que vai reformar a constituição do país. 

Como parte do processo, uma ampla consulta popular será realizada, e após a análise pela Assembleia, a Reforma será submetida a um referendo para a decisão final do povo. 

Presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel reafirmou que se mantêm inalterados os princípios da justiça social e do sistema socialista, e do Partido como a vanguarda da sociedade cubana. 

"Como afirmado pelo primeiro-secretário do Partido Comunista de Cuba, a atual constituição aprovada por referendo em 1976 e parcialmente renovada precisa de uma atualização de acordo com os novos tempos", disse Díaz-Canel.

O presidente acrescentou que a Comissão encarregada de atualizar a Carta Magna cubana é composta pelas mais diversas representações da Assembleia Nacional. 


Veja todos os membros da Comissão de Reforma Constitucional:

sábado, 2 de junho de 2018

Falece Roger Ranzani, diretor da José Martí de Santos e amigo de Cuba

Homenagem da ACJM/Santos a Ranzani: "um minuto de silêncio e uma vida inteira de lutas"
Expressamos nosso profundo pesar pelo falecimento do companheiro Roger Ranzani, incansável militante comunista e do movimento brasileiro de solidariedade a Cuba, sendo diretor da Associação Cultural José Martí de Santos/SP.

Roger tinha apenas 31 anos e foi vítima de uma acidente de motocicleta.

O velório será iniciado hoje (2) às 23h30 na Associação Cultural José Martí - Rua Joaquim Távora, 217 - Vila Mathias - Santos-SP. O enterro será às 15h30 de amanhã no cemitério do Saboó, também em Santos.

Aos familiares e amigos as nossas mais sentidas condolências!

Roger Ranzani, presente!
Até a vitória sempre!

Blog Solidários a Cuba.

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Morre o terrorista Luis Posada Carriles, responsável por vários atentados contra Cuba

Possada carriles, o cubano que trabalhou para a CIA
 contra seu próprio povo | Foto:Norelys Morales  
Por André Ortega na Revista Opera 

Foi anunciada no último dia 23 a morte de Luis Posada Carriles, terrorista confesso que trabalhou para a Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos contra a Revolução Cubana. Posada morreu livre em Miami, Flórida, aos 90 anos de idade. O cubano vivia em uma casa para veteranos de guerra dos Estados Unidos.

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos fez uma declaração oficial em 2007 chamando-o de “mentor assumido de complôs e ataques terroristas”. O diretor do National Security Archive também descreveu Posada como “um dos terroristas mais perigosos da história recente”. O cubano foi condenado por crimes relacionados a terrorismo em Cuba, Venezuela e Panamá. É responsável por dezenas de atentados a bomba e tentativas contra a vida de Fidel Castro.

É um dos militantes contrarrevolucionários mais famosos e infame pelo atentado contra o voo 455 da companhia Cubana de Aviación, em 6 de Outubro de 1976, que matou todos os 73 passageiros a bordo. Dentre as vitimas estavam todos os 15 membros da equipe olímpica de esgrima de Cuba, que haviam acabado de ganhar medalhas de ouro no campeonato caribenho e centro-americano.

O cubano vivia em Caracas, Venezuela, onde dirigia uma agência privada de detetives e liderava círculos contrarrevolucionários. Investigadores de Cuba, da Venezuela e dos Estados Unidos identificar os executores que eram dois empregados venezuelanos de Posada Carriles. O cubano, envolvido em uma declaração de exilados de Miami que anunciava uma nova campanha terrorista contra o governo revolucionário, foi considerado culpado nas cortes civis venezuelanas. Posteriormente, arquivos desclassificados da CIA e do FBI mostrava que ambas agências dos Estados Unidos reconheciam Posada Carriles como o responsável pelos atentados, mantendo agentes no círculo dos terroristas e que participaram da reunião pertinente ao atentado.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Com Maduro reeleito, venezuelanos defendem legado de Chávez, diz presidente de Cuba

Díaz-Canel, Maduro e Raúl Castro em encontro da ALBA, realizado em Havana, ano passado | Foto: Reuters
Em carta aberta dirigida a Maduro, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, manifestou suas "mais fraternas felicitações por sua contundente vitória nas eleições presidenciais”.

O cubano também escreveu que “o povo bolivariano e chavista demonstrou mais uma vez sua determinação de defender o legado de Chávez que tão dignamente representa”.
Já o ex-presidente do país, Raúl Castro, atual número 1 do Partido Comunista Cubano, também se dirigiu ao vencedor do pleito venezuelano, afirmando que, "com orgulho revolucionário, te envio em nome do Partido Comunista de Cuba e em meu próprio as mais calorosas felicitações por sua transcendental vitória eleitoral".

domingo, 20 de maio de 2018

Em defesa da Revolução Cubana, por Lula livre: leia declaração final da Brigada 1º de Maio

Primeiro de Maio em Havana| Foto: Irene Pérez/Cubadebate 
Por Sturt Silva

Com a presença de 265 brigadistas de 31 países, entre eles o Brasil que enviou 19 representantes, se realizou em Cuba, entre o final de abril e início de maio, a XIII Brigada Internacional Primeiro de Maio

Além de  Havana, os participantes da brigada visitaram as províncias de Artemisa, Villa Clara e Camagüey. Entre as atividades oficiais do evento se destacaram a participação no desfile do Dia do Trabalhador, realizado no dia 1º de Maio na Praça da Revolução, em Havana, e no Encontro Internacional de Solidariedade, ocorrido no Palácio das Convenções, um dia depois.

Assista: brigadistas no 1º de maio cubano

Além de defender a Revolução Cubana como exemplo para os povos, de reafirmar apoio à continuação do processo revolucionário sob o comando de Díaz-Canel, solidarizar com o ex-presidente Lula (Brasil), com a Revolução Bolivariana, com as causas dos povos palestino, saaraui e porto-riquenho, entre outros, a declaração final da brigada (leia abaixo) também fez um chamado para a realização de atividades para a divulgação das verdades da Revolução e em defesa de Cuba.

Leia a declaração da delegação brasileira no Encontro de Solidariedade:

Declaração Final da XIII Brigada Internacional Primeiro de Maio – 2018

Convocados pelos nobres ideias de amizade e solidariedade e motivados pelo multitudinário desfile pelo Dia do Trabalhador na Praça da Revolução José Martí, em que participaram 660.000 mil pessoas em Havana (e arredores) e 7 milhões em todo país, no ano 60 da revolução, os 265 brigadistas de 31 países, participaram da XIII Brigada Internacional Primeiro de Maio.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Díaz-Canel presidente de Cuba reflete a força da democracia socialista cubana

Novo presidente em evento sobre cultura digital, realizado ano passado| Foto: Radio Reloj

As contínuas pressões políticas e, acima de tudo, as operações de ‘intensidade limitada’ da CIA e do Departamento de Estado dos EUA, realizadas em quase todos os países da América Latina, estão deteriorando a situação política e a estabilidade de muitos países latino-americanos, de forma que a conjuntura política e a econômica do continente são cada vez mais complexas.

Durante a Cúpula das Américas (Cumbre das Américas), realizada em Lima, evidenciou-se que os Estados Unidos estão tentando desintegrar tudo o que os governos progressistas criaram nos últimos anos, das reformas sociais aos projetos de cooperação regional (Mercosul, Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) e União de Nações Sul Americanas (Unasul).

Um contexto que, por analogia histórica, volta a propor a presença e o papel político de Cuba com a função de defensor extremo da soberania e da independência de todos os países latino-americanos. Por esta razão, a eleição de Miguel Diaz-Canel, como presidente da República de Cuba, foi de extrema importância por duas razões. A primeira, pelo processo revolucionário socialista e martíano - que o imperialismo norte-americano gostaria de extinguir - continuará promovendo a evolução econômica e a dinâmica política da Revolução iniciada em 1959. De fato, se trata de um processo revolucionário que, respeitando a lógica do socialismo, ampliou o conceito de democracia popular, vivendo todas as fases da evolução histórica, nas quais tem havido contínuos ensaios para melhor sistematizar o planejamento do bem público e dos elementos programáticos”.

A segunda, porque o governo, o Estado e o povo de Cuba começaram a viver a terceira fase de uma Revolução, que è única no tempo e cada vez mais moderna.