domingo, 15 de outubro de 2017

50 anos da imortalidade de Che Guevara: veja como foi o ato em Recife

Mesa do evento: Sonia Alvarado, Edival Cajá, Carlos Tablata e Laura Pujol | Foto: Consulado de Cuba/Nordeste
Por Sturt Silva

Aconteceu no último dia 11 (quarta-feira), em Recife, ato cultural e político em homenagem ao revolucionário Ernesto Guevara

Realizado no auditório do Sindicato dos Trabalhadores de Pernambuco, o evento contou com duas palestras sobre Che Guevara: "O pensamento econômico de Che", ministrada pelo economista cubano, Carlos Tablata, e "O legado ideológico de Che", exposta por Laura Pujol, Cônsul de Cuba para a região nordeste. As atividades foram acompanhadas por recitações de poesia e interpretações musicais ressaltando a figura do médico guerrilheiro.

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Bloqueio a Cuba

Edival Nunes Cajá, presidente do Centro Cultural, e Sonia Alvarado, Cônsul Geral da Venezuela em Recife, aproveitaram a oportunidade para denunciar o fortalecimento do bloqueio dos EUA contra Cuba.

sábado, 14 de outubro de 2017

Ato na Paraíba homenageia os 50 anos de imortalidade de Che Guevara

No dia 9 de outubro completou-se 50 anos do assassinato de Che Guevara| Foto: Consulado de Cuba/Nordeste
Por Claudine Lopes no Jornal A Verdade

Ocorreu no último dia 09/10, o debate “O pensamento político de Che Guevara”, na sede do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Limpeza Urbana da Paraíba (SINDLIMP-PB), em João Pessoa. O debate se iniciou com uma saudação das companheiras Paula Frassinete, presidente da Associação Cultural José Martí, e de Maria Eloiza, da União da Juventude Rebelião (UJR). A palestra teve como debatedores o professor de Economia da UFPB, Iêdo Leite Fontes, e o companheiro Rafael Freire, da Unidade Popular (UP). A atividade homenageou o comandante Ernesto Che Guevara, assassinado há 50 anos pelo Exército Boliviano a mando da CIA/EUA.

“O pensamento político, econômico e ideológico de Che é fundamental para a esquerda brasileira, como também, para todos aqueles que lutam por um mundo sem capitalismo, sem imperialismo, um mundo sem exploração”, afirmou Rafael Freire.

Durante o debate, vários militantes e admiradores de Ernesto Che Guevara falaram da sua importância na atual conjuntura política de conservadorismo, retrocessos e fascismo em que o Brasil e mundo se encontram.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Che Guevara homenageado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro

Também foi entregue a medalha Tiradentes à Associação Cultural José Martí | Foto: Paulo Ramos
Por Sturt Silva

O deputado Paulo Ramos (Partido Socialismo e Liberdade) homenageou na última segunda-feira (09-10), no plenário da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), o médico e revolucionário Ernesto Che Guevara pelos 50 anos de sua morte. 

No mesmo evento também fez a entrega das medalhas Tiradentes, honraria concedida a personalidades que tenham serviços prestados ao estado do Rio de Janeiro, ao Brasil ou à humanidade, para a Associação Cultural José Martí, entidade cultural de solidariedade a Cuba e aos povos oprimidos, e para o Coronel Kardec Leme, militar vítima da ditadura brasileira (64-85).
Veja mais fotos  aqui.

Médicos cubanos estão revolucionando o sistema de saúde da América Latina

Afirmação foi feita pelo diretor de "Agentes da Vida", documentário recém-lançado sobre o programa Mais Médicos 
Nélida Hernández Carmona, Cônsul de Cuba, em entrevista à TeleSUR
Por Sturt Silva

Foi realizado no último dia 9, no auditório do Centro de Estudos de Mídia Alternativa Barão de Itararé, em São Paulo, ato de solidariedade a Cuba.

O evento que foi presidido por Altamiro Borges, presidente do centro de estudos, começou com a exibição de "Agentes da vida", documentário sobre o programa Mais Médicos. Logo em seguida ocorreu debate sobre o filme e o "Mais Médicos" com o ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o diretor de "Agentes da Vida", Tarcísio Tadeu, a Cônsul de Cuba em São Paulo, Nélida Hernández Carmona e o médico brasileiro graduado em Cuba, Nelson Pimenta.

Padilha falou sobre a criação do "Mais Médicos", seus objetivos, suas conquistas e sua realidade atual com os cortes na área da saúde que vem promovendo o governo Temer.

No dia que completou 50 anos do assassinato de Che Guevara, Nélida fez uma pequena homenagem ao médico revolucionário em sua fala. Disse que Che tornou-se símbolo de luta por liberdade, soberania e independência dos povos oprimidos e que foi mais do que um homem de ação, mas também um marxista com ideias e pensamentos profundos.

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Diretor do documentário, Tarcísio disse que o Mais Médicos (e outros programas sociais) está em risco e que o governo Temer só não acaba com ele por causa do apoio e do reconhecimento popular. Ele ressaltou a importância dos cubanos no programa, dizendo que os médicos cubanos, que já fizeram uma revolução em Cuba, estão fazendo uma revolução no sistema de saúde da América Latina.
Tarcísio Tadeu, diretor de "Agente da Vida", em entrevista à TVT

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Realizado em Curitiba ato pelo fim do bloqueio dos EUA contra Cuba

Ato também recordou os 50 anos da morte de Che Guevara | Foto: Consulado de Cuba/SP
Por Sturt Silva

No último dia 6 de outubro, a Associação de cubanos residentes no Paraná e movimentos solidários com Cuba realizaram um ato denunciado o bloqueio estadunidense contra Cuba.

Com a participação de Nélida Hernández Carmona, Cônsul Geral de Cuba para as regiões Sul e Sudeste,  foi exibido o documentário "Bloqueio: a guerra contra Cuba", audiovisual que aborda os efeitos dessa política estadunidense em Cuba. Fortalecido com Trump, o bloqueio impede o desenvolvimento econômico na ilha socialista e impõem imensas dificuldades ao povo cubano, reforçando assim a necessidade da solidariedade internacional com Cuba no momento atual.

Assista:
Bloqueio: a guerra contra Cuba [documentário]
Bloqueio: a guerra contra Cuba [minidocumentário]

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

50 canções para Che Guevara

No dia em que se completam 50 anos da morte do Che, o Soy Loco Por Ti preparou uma seleção de canções em sua homenagem
Che Guevara 
Do Brasil de Fato 

Nove de outubro de 1967. Há exatos 50 anos Ernesto “Che” Guevara era executado numa pequena escola no povoado de La Higuera, na Bolívia. Morria o homem, nascia o mito. 

A força de sua figura e sua brusca morte causaram comoção nos círculos militantes da época e influenciaram nas gerações seguintes, gerando uma riquíssima obra poética e musical em sua homenagem, que reforça a imagem de herói do argentino-cubano. 

Para a data de hoje, o programa de rádio Soy Loco Por Ti preparou para o Brasil de Fato uma seleção de 50 canções em homenagem ao Che, que você pode ouvir a seguir (clique na foto de Che):

Uma das mais conhecidas é a canção “Hasta Siempre, Comandante”, composta pelo músico cubano Carlos Puebla, um dos principais cantores da Revolução. “Aquí se queda la clara, la entrañable transparencia, de tu querida presencia, Comandante Che Guevara”, quem não conhece? Além disso, Puebla compôs “Un Nombre”. 

Silvio Rodriguez, talvez o maior gênio da música cubana do período pós-revolucionário, também compôs várias canções inspiradas em Che Guevara, como relata num discurso ao receber o título de doutor honoris causa na Argentina. 

Mas Silvio adota um estilo distinto ao de Puebla. Ao discurso direto e panfletário deste, Rodriguez impõe seu estilo repleto de metáforas, como em “La era está pariendo un corazón”, sucesso na voz de Omara Portuondo. 
Cuba homenageia Che no 50º aniversário de sua morte
Conheça a Rádio Rebelde, emissora criada por Che e Fidel contra a ditadura de Batista

Che Guevara vive e resiste!

CHE VIVE e RESISTE!

Che Guevara | Efe
Por Taylan Santana Santos 

“Não está morto quem peleia”, assim diz um famoso ditado gaúcho. Há 50 anos da morte física do revolucionário Ernesto Guevara de La Serna, o ato político de lembrar-se desse sujeito histórico nos remete ao fato de que embora tenha sido capturado e covardemente fuzilado, Che Guevara segue como um expoente vivo da luta revolucionária contra a exploração do homem pelo homem na humanidade. 

Nascido em 14 de junho de 1928 na Argentina, filho de uma família classe média e dona de terras, Che em sua juventude se desraigou do seio familiar para cruzar a América Latina em viagens cruciais para a sua formação humana. Essas aventuras motivaram o rompimento dos seus laços nacionalistas, lançando-se enquanto um revolucionário internacionalista dos povos oprimidos. Graduado em medicina, Che Guevara optou em exercer seu oficio a serviço dos mais pobres, inserido em comunidades populares na Guatemala, Costa Rica e México. Tais experiências foram fundamentais para a consolidação de sua consciência revolucionária, assim como o seu engajamento na luta política ao lado dos explorados latino-americanos.

Em defesa de uma radical transformação da sociedade, o projeto político de Che perpassava pela derrubada dos donos do poder em prol da emancipação do proletariado- trabalhadores urbanos e camponeses, que compõem a base social da pirâmide capitalista. Seu caminho por essa Revolução tem Cuba como primeiro cenário de vitória. Após conhecer no México os irmãos cubanos Fidel e Raúl Castro, Che ingressa na guerrilha revolucionária de Cuba em nome da Revolução popular. Naquele contexto, Cuba era uma síntese exemplar do imperialismo dos EUA no mundo: um território “colonizado”, governado por uma ditadura burguesa de Fulgencio Batista, serviçal da política norte-americana. A destituição desse governo representaria, portanto, a libertação de Cuba em favor da autonomia e soberania popular do povo cubano.

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Nesta segunda (09/10), completa-se meio século da morte de Che, um dos ícones da Revolução Cubana; ato aconteceu em Santa Clara
Multidão em homenagem a Che em Santa Clara | Efe
Do Opera Mundi

Com honras de herói, Cuba rendeu tributo neste domingo (08/10) à figura e legado de Ernesto Che Guevara [veja vídeo no final desta matéria], tido como um "gigante moral" que deve ajudar a guiar novas gerações perante novas ameaças do imperialismo, pelo 50° aniversário de sua morte em combate na Bolívia. Che morreu nas mãos das forças de segurança bolivianas em 9 de outubro de 1967.

"Jovens de todo planeta encontrarão na sua vontade de aço, sua fé na humanidade, sentido da honra e dignidade, audácia e austeridade, a inspiração para construir um mundo melhor", afirmou o primeiro vice-presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, no discurso do ato de homenagem, realizado ontem na cidade de Santa Clara, frente ao mausoléu que abriga os restos do guerrilheiro.

O presidente cubano e companheiro de luta em Sierra Maestra, Raúl Castro - que não fez nenhum discurso -, acompanhado de altos cargos no país e vestido de uniforme militar, depositou uma rosa branca sobre o mausoléu que abriga os restos do revolucionário argentino há 20 anos.

Esse mausoléu, inaugurado em outubro de 1997, quando chegaram a Cuba os restos mortais de Che 30 anos após sua execução em decorrência de sua capturado pela CIA na Bolívia, se transformou em local de peregrinação de militantes da esquerda de todo o mundo e foi visitado por 4,7 milhões de pessoas.

1997: restos mortais de Che Guevara chegam em Sana Clara:


Canel lembrou de Che "como um ser humano íntegro", "modelo de homem altruísta" e "excepcional revolucionário" durante o ato em Santa Clara, cidade libertada pela coluna liderada por Ernesto Guevara durante a luta insurgente contra o regime de Fulgêncio Batista em dezembro de 1958. 

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Ato em Santa Clara | Darío Gabriel Sánchez/ Cubadebate