| Fidel Castro durante a Segunda Declaração de Havana | Foto: Prensa Latina |
Por Sturt Silva
No dia 4 de fevereiro de 1962, mais de 1 milhão de cubanos se reuniram na Praça da Revolução na capital do país e aprovaram a Segunda Declaração de Havana após pronunciamento de Fidel Castro.
A Declaração foi uma resposta à expulsão de Cuba da Organização dos Estados Americanos (OEA) durante a reunião da OEA em Punta del Este, Uruguai, em 31 de janeiro daquele mesmo ano, devido à pressão de Washington, que estava tentando isolar a nascente Revolução.
O texto expressava a vontade inabalável de autodeterminação do povo cubano e seu objetivo de construir o socialismo, apesar das agressões dos EUA.
Foi aprovada quase dois anos depois da Primeira Declaração de Havana, grande reação pioneira da Revolução contra ações imperialistas e anterior da declaração do caráter socialista, ocorrida em 16 de abril de 1961.
No dia anterior, em 3 de fevereiro de 1962, o Presidente dos Estados Unidos - John F. Kennedy - assinou a Ordem Executiva 3447, que formalizou o bloqueio contra à ilha revolucionária.
"Segunda Declaração de Havana"





