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segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Fim do bloqueio a Cuba: Moção assinada por deputados da Bahia será apresentada na ONU

ACJM-BA e CEBRAPAZ em protesto contra o bloqueio
Leia na íntegra a Moção pelo fim do bloqueio econômico, financeiro e comercial a Cuba, assinada por 60 dos 63 deputados da Assembleia Legislativa da Bahia, que será encaminhada à Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), no dia 27 de setembro, quando será votado, mais uma vez, o fim do bloqueio a Cuba.

A Assembleia Legislativa da Bahia, que representa os anseios e desejos democráticos do povo baiano por desenvolvimento, justiça social e econômica, soberania e liberdade, manifesta sua solidariedade e apoio à justa causa do povo cubano pelo fim do bloqueio econômico, financeiro e comercial ainda imposto pelo Governo dos Estados Unidos da América, ao tempo em que abraça a campanha internacional pelo fim do bloqueio, tendo em vista que no dia 27 de outubro teremos uma reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) na qual vai se votar, mais uma vez, o fim do bloqueio a esse país irmão. 

Em dezembro de 2014, o mundo acompanhou com atenção o restabelecimento das relações diplomáticas entre os governos de Cuba e dos Estados Unidos, rompidas desde 1962. A ruptura de relações e o bloqueio econômico foram medidas adotadas com a intenção de asfixiar o governo revolucionário cubano que se instalava em 1959. Na época, todos os países latino-americanos, com exceção do México, seguiram a mesma linha de rompimento e cessar das compras e venda de produtos com Cuba, por orientação norte-americana. Nesses 53 anos de bloqueio, a Ilha Caribenha registrou perda superior a $116 bilhões. Há de registrar, inclusive, que não existe norma no direito internacional que justifique o bloqueio em tempo de paz. Por isso, Cuba é alvo da guerra econômica instituída pelos Estados Unidos desde a década de 60 com o único objetivo de asfixiar e inviabilizar o modelo alternativo de organização socioeconômica ao capitalismo. O bloqueio só seria admissível entre países beligerantes, o que, cabe registrar, não é o caso das duas nações.

Por décadas a fio, aliás, Cuba sofreu com tentativas de invasão (1961), ações de terrorismo, tentativas de atentados, sanções econômicas e, mesmo assim, resistiu e, pouco a pouco, foi recuperando terreno político, diplomático e comercial na América Latina, a ponto de ser uma das principais nações articuladoras do projeto da CELAC na região. Passado meio século, Cuba e Estados Unidos voltam a se relacionar sob a base do respeito entre nações soberanas e iguais, além do retorno dos cinco cubanos há anos presos nos EUA, contudo, as relações econômicas, entre os países continuam cessadas.

Pelo fim do bloqueio criminoso dos EUA a Cuba

Amigos de Cuba: "Não ao bloqueio a Cuba"
Por Carmen Diniz no Brasil de Fato

Em 1° de Maio deste ano, os diversos Comitês pela Liberdade dos Cinco Cubanos espalhados pelo mundo, após a libertação, se transformaram em Comitês de Solidariedade a Cuba, exigindo o fim do bloqueio. O próprio Comitê Internacional passou a ter o nome de Comitê Internacional pela Paz, Justiça e Dignidade dos Povos.

Esse comitê tem por princípio - além do seu enunciado - a luta pelo fim do bloqueio genocida imposto pelos EUA a Cuba, a devolução do território de Guantánamo ocupado ilegalmente, o fim das atividades subversivas e terroristas que o governo estadunidense financia em solo cubano, a indenização ao povo cubano pelos danos econômicos e humanos causados pelo bloqueio, a permissão de voos regulares para os cidadãos estadunidenses a Cuba, o fim das transmissões de Rádio e TV Martí para território cubano com a finalidade de destruir a revolução cubana.

Assista: Bloqueio: a guerra contra Cuba

Com essa demanda, o foco da luta contra o imperialismo estadunidense passou a ser exigir o fim do bloqueio. A partir de 17 de dezembro de 2014, quando os presidentes Barack Obama e Raul Castro decidiram regularizar suas relações diplomáticas, o fim do bloqueio passou a ser condição principal para que se normalizem as relações entre os dois países.

Segundo avaliação de autoridades cubanas, essa reivindicação será um processo lento e complexo, diferentemente do que os meios de comunicação querem fazer crer. Atualmente esta prerrogativa pertence ao Congresso norte-americano, não mais ao presidente e, por isso, nosso trabalho consiste em divulgar a questão de forma clara ao maior número possível de pessoas. Com esse objetivo foi realizado o “Ato pelo Fim do Bloqueio”, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, na última quarta-feira (16).

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Lançada a Frente Parlamentar em Solidariedade ao Povo Cubano no Rio Grande do Sul

Frente Parlamentar em reunião e apresentação da carta na quarta-feira.
Por Juarez Junior/Agência ALRS
Do site da ALRS

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul instalou, no início da tarde da última quarta-feira (26), a Frente Parlamentar em Solidariedade ao Povo Cubano, que será presidida pelo deputado Juliano Roso (PCdoB). Em seu pronunciamento, Roso destacou a história e as contribuições de Cuba, especialmente nas áreas de saúde e educação, e disse que a principal luta da frente será pela derrubada do bloqueio econômico feito ao país. “A partir das relações de amizade que se restabeleceram com a abertura das embaixadas dos Estados Unidos em Cuba, nós devemos nos centrar nessa questão”, disse. O requerimento de criação da frente foi subscrito por 25 parlamentares.

Conforme Roso, a solidariedade ao povo cubano é uma necessidade civilizatória daqueles que defendem a liberdade e o direito à autodeterminação dos povos. “Cuba, embora um pequena ilha, através de seu povo, nos fornece importantes ensinamentos de como resistir ao modelo capitalista mundial”, afirmou. “Traz a esperança dos povos na luta pelo socialismo”. Segundo ele, são inúmeros os legados do povo cubano, tais como a erradicação do analfabetismo e a excelência em saúde. “Cuba é a primeira nação a eliminar a transmissão de HIV de mãe para filho”, lembrou o parlamentar.

O deputado Valdeci Oliveira (PT) parabenizou a iniciativa do deputado Juliano Roso, que dá continuidade, conforme registrou, ao trabalho do ex-deputado Raul Carrion (PCdoB). Presente à cerimônia, Carrion lembrou o movimento pela libertação dos cinco cubanos presos nos Estados Unidos por acusação de espionagem. Um deles foi solto em 2011 e os demais em 2014. Uma simulação do julgamento por que passaram em 2011, nos Estados Unidos, foi realizada em Porto Alegre envolvendo juristas gaúchos, a Defensoria Pública, a Promotoria e o Executivo estadual. “É chegada a hora de um julgamento sobre o bloqueio”, sugeriu Carrion.

domingo, 23 de agosto de 2015

A hipocrisia das boas intenções estadunidenses com Cuba

Por Ilka Oliva Corado no Diário Liberdade

De um país como os Estados Unidos, o qual tem uma política externa de exterminação para todo o país que não se submeta à perfídia do saqueio e ao despotismo e que propaga guerras inventadas para invadir e devastar, não se pode acreditar em nada em matéria de Direitos Humanos e justiça. As suas aproximações com Cuba não podem ter boas intenções com a existência de Guantánamo e o bloqueio. Que classe de dupla moral é essa? Bom... Será que os EUA sabem o que é a integridade?

A sua hipocrisia é latente, é um regime que procura constantemente a extração da vida de todos os povos que procuram crescer independentes. Não se pode esquecer as invasões que realizaram em mais de 70 países, deixando pelo caminho tortura, saqueio, violações, genocídios, desaparecimentos forçados, miséria e marcas inesquecíveis no tecido social que jamais voltará a ser o mesmo.

A hipocrisia das boas intenções sobre as quais faz alarde ultimamente quando fala de Cuba é desmascarada com o genocídio palestino que realiza Israel com o apoio absoluto que os EUA lhes brinda. É delatada com os infinitos golpes fracassados que tentou realizar na América do Sul, na América do Sul socialista que emerge, se levanta, se reconstrói com todo afinco, consciência, identidade, memória histórica e justiça.

Como é possível acreditar em um país que diz querer se aproximar de Cuba, mas que tem Porto Rico encadeado?

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Herói cubano: "Nós cubanos não nos afastamos nem um milímetro de nossos princípios"

Em entrevista exclusiva ao Brasil de Fato, Gerardo Hernández, um dos “cinco heróis cubanos”, fala sobre terrorismo, a relação entre Cuba e os EUA e o embargo econômico: "não perdoaram Cuba por ter feito a primeira revolução na América".

Em Porto Alegre, Geraldo visitou o Memorial Luis Carlos Prestes. Por Guilherme Santos/ Sul 21
Por Catiana de Medeiros e Vivian Fernandes, do Brasil de Fato

Há um mês, os Estados Unidos anunciou a retirada de Cuba da lista de países que consideram terroristas. A medida foi tratada um avanço no sentido do restabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países, rompidas em 1961, dois anos após a Revolução Cubana. Apesar disso, tal medida não põe fim ao embargo econômico que os norte-americanos impõem sobre a nação cubana.

Passos de aproximação entre os dois países já haviam sido dados pouco tempo antes. Um dos mais marcantes foi a libertação de todos os “cinco heróis cubanos”, como são chamados em Cuba. Gerardo Hernández é um deles, sendo posto em liberdade em dezembro do ano passado.

Gerardo esteve preso por 16 anos em um presídio norte-americano. Ele e outros quatro companheiros - Antônio Guerrero, Fernando González, Ramón Labañino e René González - foram presos na Flórida (EUA), em 1998. A saga dos cinco é relatada no livro Os Últimos Soldados da Guerra Fria, do brasileiro Fernando Morais.

terça-feira, 9 de junho de 2015

Carta da 22ª Convenção de Solidariedade a Cuba: ao povo e ao governo do Brasil e de Cuba

Pernambuco sediou, nos dias 04, 05 e 06 de junho, a 22ª Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba, com a presença de 480 delegados vindos de 18 estados, representando 54 organizações. 

Comissão executiva da XXII Convenção
Abaixo, segue a íntegra da Carta do Recife.

Nas hospitaleiras cidades de Recife e Olinda, Estado de Pernambuco, terra de tantas revoluções libertárias, de heróis patrióticos e internacionalistas, como José Inácio de Abreu e Lima, Miguel Arraes, David Capistrano e Gregório Bezerra, no dia 6 de junho de 2015, os 480 delegados e convidados à 22ª Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba celebramos, junto a Gerardo Hernández Nordelo, uma das mais importantes vitórias do movimento de solidariedade internacional com a Causa dos Cinco: estes voltaram à Pátria, ao seio do povo que defenderam de forma digna e heroica, e, de onde seguem, com mais força e convicções, defendendo o Socialismo que cubanas e cubanos assumiram, por esmagadora maioria, como opção histórica de desenvolvimento social, democracia e justiça para todos.

O regresso dos Cinco demonstrou o valor insubstituível da solidariedade na defesa das causas justas dos nossos povos e confirmou a utilidade dos esforços como o que realizamos hoje.

Somos protagonistas de uma das maiores Convenções de Solidariedade celebradas até hoje no Brasil, com recorde de delegados (480), de organizações de solidariedade representadas (54), de estados com delegações presentes (18) e de movimentos sociais e partidos amigos de Cuba. Fato que nos orgulha e estimula.

Constatamos, com satisfação, que a expansão do movimento de solidariedade a Cuba, durante os últimos anos, foi muito mais que quantitativa, foi qualitativa: se evidenciou uma crescente diversidade das forças sociais interessadas em promover as relações de amizade e solidariedade mútua entre nossos respectivos povos; fica cada vez mais claro que, desde as organizações de solidariedade, podem-se gestar iniciativas que favoreçam o crescimento das relações bilaterais, inclusive em nível de Governo; e se tornaram mais objetivas as relações plurais cultivadas por nossos dois povos nos últimos anos.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Nota da Embaixada de Cuba no Brasil sobre a XXII Convenção de Solidariedade a Cuba

Embaixadora Marielena Ruiz Capote durante a XXII Convenção. Por Conasol

Com a participação de mais de 475 delegados, representantes dos estados do país e do Distrito Federal de 53 associações de solidariedade, partidos, sindicatos e movimentos sociais, e com a presença de quatro convidados, foi celebrado no estado de Pernambuco a XXII Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba, que teve como premissa a comemoração da volta dos Cinco Heróis e o fim do bloqueio a Cuba. O evento contou com a presença especial de Gerardo Hernández Nordelo, Herói da República de Cuba.

Durante o evento, a embaixadora de Cuba na nação sul-americana, Marielena Ruiz Capote, reconheceu o Movimento Brasileiro de Solidariedade a Cuba pelo incansável trabalho desenvolvido durante mais de 50 anos, a favor das causas justas do povo cubano.

Os debates incluíram uma recordação das principais iniciativas desenvolvidas nos últimos dois anos pelas diversas organizações, assim como uma reflexão sobre os novos rumos do trabalho de solidariedade. Em sua declaração final, os participantes pediram o fim do criminoso e desumano bloqueio econômico, comercial e financeiro que os Estados Unidos mantêm contra Cuba há mais de cinco décadas, assim como a devolução a Cuba do território ilegalmente ocupado pela Base Naval em Guantánamo.

Leia mais:

sábado, 6 de junho de 2015

Solidariedade a Cuba: Encontro em Pernambuco reafirma a luta pelo fim do bloqueio dos EUA

Palestra: O bloqueio dos EUA contra Cuba, acabou? Por Conasol

Começou nesta quinta-feira (4) a 22a Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba, em Pernambuco. A inauguração do evento ficou a cargo da exposição de fotografias de Roberto Chile - que capturou os momentos mais singelos na história de luta do comandante Fidel Castro - e de uma mesa amplamente representativa das entidades envolvidas na realização, com a participação da embaixadora de Cuba no Brasil, Marielena Ruiz Capote.

A exposição de Chile, que está cobrindo o evento e também deu algumas palavras, foi instalada na prefeitura de Olinda. A mesa inaugural aconteceu na mesma cidade histórica, com as falas da embaixadora Mairelena Ruiz, do prefeito Renildo Calheiros, o vice-prefeito de Recife, Luciano Siqueira, a presidenta do Conselho Mundial da Paz (CMP) Socorro Gomes, o vice-presidente do PCdoB, Valter Sorrentino, de Edival Nunes Cajá, coordenador do Comitê Organizador da Convenção, de Teresa Leitão, do PT, do secretário de Articulação Política do Governo de Pernambuco, Achieta Patriota, do reitor da UFPE Anísio Brasileiro, de Jaime Amorim, diretor do MST (PE), de Roberto Cesar Hamilto, diretor para América Latina e Caribe do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (Icap), o jornalista Roberto Arrais e Expedito Solaney, da CUT.

A embaixadora Marielena Ruiz destacou o firme papel da solidariedade brasileira nas vitórias logradas recentemente pelo povo cubano, como foi o caso da libertação e retorno a Cuba dos cinco herois antiterroristas, presos há mais e 15 anos nos EUA. No sábado (6), um dos cinco cubanos, Gerardom participará da convenção, momento também ansiados pelas centenas de participantes que empenharam-se firmemente na campanha pela libertação dos patriotas.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba - Recife/2015 - programação completa

Faça a inscrição para a Convenção aqui. [Atualizado às 8 horas de 26/05/15.]


Confira a programação da XXII Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba:

Atração / Atividade
Data / Local / Horário
Primeiro dia – Quinta

Inauguração de exposição fotográfica “Fidel es Fidel”.
Palavras de Roberto Hamilton Diretor de América Latina y Caribe do ICAP
04.06.15 / Prefeitura de Olinda / 16:00h
Solenidade de abertura
Palavras de Marielena Ruiz Capote, Embaixadora de Cuba
04.06.15 / Auditório da AESO - Olinda / 18:00h
Bloco carnavalesco da Convenção
04.06.15 / na rua em frente à Prefeitura / 20:00h
Segundo dia – Sexta

Inauguração de exposição de pinturas Bien Venidos! do pintor pernambucano Helder Beserra.
05.06.15 / Auditório da FCAP / 9h00
Palestra “O bloqueio Financeiro, Económico e Comercial dos Estados Unidos contra Cuba. Acabou?” Marilena Ruiz Capote, Embaixadora de Cuba
05.06.15 / Auditório da FCAP / 09h15
Debate sobre o tema acima
05.06.15 / Auditório da FCAP / 09h45
Cuba Solidaria Bate papo sobre a cooperação médica Internacional de Cuba. Cristina Luna, chefeda Brigada Médica Cubana en Brasil

05.06.15 / Auditório da FCAP / 10h00
Debate sobre o tema acima
05.06.15 / Auditório da FCAP / 10h30
Coffe
15 min
Palestra A atualização do modelo socialista cubano. Mudanças em Cuba? Qual finalidade?
José Luis Rodríguez, Economista Cubano

05.06.15 / Auditório da FCAP / 10h45
Debate sobre o tema acima
05.06.15 / Auditório da FCAP / 11h45
Encerramento da manhã - Show cultural (Marron Brasileiro com o show: “Simplesmente chico na voz de um brasileiro”)
12h30
Painel com as principais ações do movimento de solidariedade do Brasil com Cuba, nos últimos 2 anos e projeções do futuro com a participações das entidades de solidariedade dos diferentes Estados
05.06.15 / Auditório da FCAP / 14h30
Troca de experiências sobre a necessidade de organização de brigadas e o fortalecimento das ações de intercâmbio com Cuba.
05.06.15 / Auditório da FCAP / 15h30
Discussão da próxima sede da convenção de solidariedade
05.06.15 / Auditório da FCAP / 16:30h
Terceiro dia – Sábado

Abertura e formação da mesa
06.06.15 / Auditório da FCAP / 09h00
Painel “Mídia, Internet, Redes Sociais, um novo espaço de solidariedade com Cuba” Altamiro Borges Jornalista, presidente do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, Rafael Freire jornalista do jornal A Verdade, Presidente do Sindicato dos Jornalistas da Paraíba e Diretor da FENAJ, Roberto Arrais, jornalista responsável do jornal O Poder Popular, Valter Pomar, Jornalista.
06.06.15 / Auditório da FCAP / 09h15
Debate sobre o tema acima
06.06.15 / Auditório da FCAP / 09h45
“Fechamento de Guantánamo— Devolução para Cuba” Painel sobre o fechamento da base militar de Guantánamo conduzido por Maria do Socorro Gomes Coelho – Presidente CEBRAPAZ
06.06.15 / Auditório da FCAP / 10h15
Debate sobre o tema acima
06.06.15 / Auditório da FCAP / 10h45
Discussão da próxima sede da convenção de solidariedade e Aprovação da Declaração de Recife
12h
Encerramento manhã
12h30
Painel Cuba, a juventude e o socialismo.Conduzido por Ricardo Guardia Lugo. Presidente OCLAE
06.06.15 / Auditório da FCAP / 14h15
Debate sobre o tema acima
06.06.15 / Auditório da FCAP / 14h45
Coffe
06.06.15 / Auditório da FCAP / 15:00h
Palestra A libertação dos cinco heróis cubanos e o movimento internacional de solidariedade com Cuba; mesma luta, novos desafios.
Roberto Cesar Hamilton, Diretor para América Latina e Caribe do ICAP
06.06.15 / Auditório da FCAP / 15h15
Show artístico de encerramento com Nonô Germano, Claudionor Germano, Guazapa, Liv Moraes e a atração Cubana Alexey Martinez.
06.06.15 / Estacionamento da FCAP / 17:00h em diante.
Noite Cubana (Show com Salsamerica, Sonora de Cuba e Dj NK Cumbia)
21h / Calidus Recepções – Av. Rio Branco, 66, Recife Antigo.

Veja chamada:

Pernambuco vai receber encontro de solidariedade a Cuba; veja como vai ser



No mês de junho, Pernambuco recebe as atividades da 22ª Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba. O encontro acontecerá entre os dias 4 e 6 de junho no auditório da Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco (FCAP) da Universidade Federal de Pernambuco (UPE), com vasta programação cultural e de debates.  

A abertura do evento contará com a inauguração da exposição fotográfica Fidel es Fidel, do cinegrafista e fotógrafo Roberto Chile, que acompanhou o líder cubano de 1984 até 2006. As imagens serão expostas na sala de reuniões da Prefeitura de Olinda. 

Leia mais:

O primeiro dia de atividades também contará com a saída de um bloco carnavalesco que promete fazer uma grande festa intercultural na Praça Monsenhor Fabrício, em frente à prefeitura.

Veja chamada:



quarta-feira, 20 de maio de 2015

"Pela 1ª vez na História, Cuba está sentada de frente para os EUA como nação livre"

Fim do bloqueio a Cuba ainda não aconteceu, diz cônsul no Brasil
Cônsul-geral de Cuba no Nordeste durante a convenção baiana

Por Erikson Walla no Vermelho 

Salvador sediou, na última sexta-feira (15/5), a III Convenção Estadual de Solidariedade a Cuba. Um dos motes da atividade, que estava impresso nos cartazes espalhados pelo auditório da Biblioteca Pública dos Barris, onde aconteceram as discussões, foi o fim do bloqueio econômico imposto à Ilha. Uma pergunta foi inevitável aos presentes: Mas o fim do bloqueio não já aconteceu, com o acordo feito com os Estados Unidos, recentemente?

Ainda não. Pelo menos é o que garante a cônsul-geral de Cuba no Nordeste do Brasil, Laura Pujol, uma das principais convidadas do evento. Segundo Laura, a retomada de relações não é um processo simples e muitas questões ainda precisam ser resolvidas para que a relação entre os dois países seja normalizada. No entanto, a cônsul está otimista com a possibilidade de um real reatamento e prevê ganhos significativos para o povo cubano, principalmente no que se refere ao desenvolvimento econômico.

“Pela primeira vez na História, Cuba está sentada de frente para os Estados Unidos como nação livre, independente e soberana, em igualdade de condições”, afirmou, orgulhosa, a cubana, ao defender que o acordo é uma conquista de Cuba e não um sinal de que os Estados Unidos cederam. Ela sabe que o objetivo dos norte-americanos é acabar com a revolução cubana, mas disse que o seu povo não desconhece isso e que tem condições de conviver com divergências.

A pequena entrevista de três perguntas feitas a Laura Pujol para o Vermelho aconteceu pouco antes da Convenção, enquanto aguardávamos o início da atividade. Confira.

domingo, 3 de maio de 2015

Encontro de solidariedade a Cuba pede fim do bloqueio imperialista

Encontro de solidários a Cuba. Por Anabel Días/Granma
Do Vermelho 

A presidenta do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (Icap), Kenia Serrano, chamou neste sábado (2) a multiplicar os esforços na luta pelo fim do bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos à ilha caribenha.

Ao fazer uso da palavra durante o Encontro Internacional de Solidariedade a Cuba, que se realiza no Palácio das Convenções, em Havana, Kenia Serrano explicou que o regresso dos cinco antiterroristas a sua pátria não pode desmobilizar as forças amigas da nação antilhana.

A causa dos Cinco - como são chamados Renê González, Fernando González, Antonio Guerrero, Antonio Labañino e Gerardo Hernández – concentrou a maior parte da energia dos movimentos de solidariedade com nosso país, explicou Kenia no ato do primeiro vice-presidente cubano, Miguel Díaz-Canel.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Milhões nas ruas de Cuba no Dia Internacional do Trabalhador [com vídeos]

Trabalhadores cubanos unidos na construção do Socialismo. Por Ricardo Hevia/Granma

Do Comitê Carioca de Solidariedade a Cuba, direito de Havana

O desfile do 1° de Maio, celebrado na Plaza de la Revolución, contou com representação e apoio de todos os sindicatos de todas as categorias profissionais de Cuba. Encerrado com a participação dos jovens trabalhadores do país, foi a eles dedicado, por seu protagonismo na tarefa de manter e atualizar o socialismo cubano. 
Maduro, ao lado de Raúl Castro, presente no 1º de Maio cubano.
Por  Ismael Francisco/CubaDebate
A data também foi marcada, nesse 2015, pelo apoio massivo ao povo venezuelano, contando inclusive com a presença do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. A comemoração foi especialmente majestosa já que, pela primeira vez, em 16 anos, TODOS OS CINCO CUBANOS que permaneceram injustamente presos em cárceres estadunidenses, durante todo esse período, abriram o desfile! 
Os Cinco na Praça da Revolução. Por Ismael Francisco/CubaDebate
Junto aos Cinco, participaram da abertura os trabalhadores da área da saúde, que se destacam atualmente por sua participação no combate ao ebola, no continente africano – e, de forma mais geral, por sua missão internacionalista estabelecida desde o início da Revolução. Nos dias de hoje, os médicos cubanos estão presentes em mais de 60 países ao redor do mundo. 

Milhões nas ruas de Havana. Por Ricardo Hevia/Granma

quinta-feira, 9 de abril de 2015

quarta-feira, 25 de março de 2015

Bloqueio estadunidense contra Cuba continua inalterado, afirma Granma



Do Vermelho 

Um comentário publicado, nesta quarta-feira (25), no diário Granma assinala que a anunciada decisão do Departamento do Tesouro, que elimina da lista de "Nacionais Especialmente Designados" 60 companhias e pessoas, foi recebida "com exagerado alarde" em meios internacionais de imprensa. 

“O bloqueio imposto pelos Estados Unidos a Cuba mantém-se intacto, segue afetando mais de onze milhões de cubanos e milhares de empresas e instituições de nosso país”, destaca a nota publicada no órgão oficial do Partido Comunista de Cuba. 

Segundo o anúncio divulgado, nesta terça-feira (25), em Washington, o Departamento do Tesouro decidiu excluir dessa lista 45 entidades cubanas ou vinculadas com Cuba, entre elas 28 empresas, 11 embarcações e 6 pessoas, em sua maioria relacionadas com a indústria do turismo. 

terça-feira, 24 de março de 2015

EUA eliminam empresas, indivíduos e barcos de Cuba de "lista terrorista"

Retirada das sanções não significa, no entanto, que Cuba saiu da relação de "Estados patrocinadores do terrorismo" elaborada pelo Departamento de Estado


Do Opera Mundi

O governo dos Estados Unidos retirou nesta terça-feira (24/03) as sanções contra 45 companhias, indivíduos e embarcações de Cuba por o que Washington chamava de “apoio ao terrorismo ou ao narcotráfico”, em um novo passo para suavizar as restrições à economia cubana, segundo o processo de aproximação bilateral. Foram eliminados da lista seis indivíduos, 28 entidades e 11 embarcações. 

A retirada das sanções não significa, no entanto, que Cuba saiu da relação de "Estados patrocinadores do terrorismo" elaborada pelo Departamento de Estado, medida que o governo cubano reivindica e que os Estados Unidos ainda estão avaliando. A inclusão de Cuba nesta relação é um dos argumentos que Washington utiliza para recrudescer a política de sanções econômicas e de perseguição internacional dos ativos da ilha e é parte do bloqueio econômico imposto ao país há mais de meio século.

Várias das empresas têm relação com a indústria turística de Cuba, como a Caribbean Happy Lines e a agência de viagens Guama; ou com atividades pesqueiras e navais, como a Abastecedora Naval e Industrial e as Pescados e Mariscos do Panamá. Mais de 30 dos 45 indivíduos, entidades e navios retirados da lista são registrados em território panamenho, mesmo procedendo de Cuba.

terça-feira, 10 de março de 2015

Cuba em clima de eleições; nas últimas eleições municipais participaram 92% do eleitorado

Em Cuba há um interessante exercício cidadão que deixa a escolha dos candidatos aos próprios eleitores, incentivando o alto índice de comparecimento às eleições. Em 2012 [últimas eleições para os delegados das Assembleias Municipais do Poder Popular], participaram 92% dos eleitores.


Por Clarissa Pont e Eduardo Seidl na RBA

Os integrantes das mais de 1,3 mil circunscrições eleitorais de Havana preparam-se desde o início de fevereiro para o processo de escolha dos candidatos a delegados das Assembleias do Poder Popular, programado para o fim do mês. Esses encontros são a base das discussões que propõem representantes de cada comunidade nos órgãos de governo. Ou seja, é aí, em cada bairro, que começa o processo eleitoral cubano.

Em Cuba há um interessante exercício cidadão que deixa a escolha dos candidatos aos próprios eleitores, incentivando o alto índice de comparecimento às eleições. Em 2012, participaram do pleito 92% dos eleitores, segundo a Comissão Nacional Eleitoral. Qualquer cidadão maior de 16 anos pode enumerar candidatos em sua circunscrição eleitoral que automaticamente são inscritos no Registro Eleitoral, sem custos ou burocracia.

Cuba hoje possui 8 milhões de eleitores em uma população de 11,1 milhões de habitantes. O clima pré-eleitoral já se mostra presente em Havana e o pleito que definirá os cargos municipais ocorre em 19 de abril. Mesmo sem voto obrigatório, as famílias se mobilizam para o período e simpatizantes fazem campanha, porta a porta, para que vizinhos participem das eleições. "Voto por Cuba – Para seguir andando – Elecciones parciales 2015" diz o selo que chama a população a participar do processo eleitoral.

Leia mais:

terça-feira, 3 de março de 2015

Fim do bloqueio a Cuba: o papel de Obama e do Congresso estadunidense

Existem apenas quatro aspectos em que o presidente não pode agir, eles exigem ação do Congresso dos EUA para a remoção ou modificação por estarem regulamentadas pelas leis dos EUA. Fora deles, Obama pode usar suas prerrogativas de executivo para modificar a implementação da política de bloqueio contra Cuba.

Painel em Havana: 8 horas de bloqueio  equivale aos materiais para reformar 40 Círculos Infantis

Por Ariadna Hitchman e Gretter Guzman no Granma  - Tradução: Olavo Queiroz/Síntese Cubana

Embora somente o Congresso dos EUA tenha o poder de ordenar o fim do bloqueio contra Cuba, este ato pode ser precedido pela remoção da grande maioria de restrições através de ações executivas do presidente.

Com a assinatura da Lei para a Liberdade e Solidariedade Democrática Cubanas (conhecido como a Lei Helms-Burton) pelo presidente William (Bill) Clinton em 12 de março de 1996, foi transformado em lei o bloqueio contra Cuba e o emaranhado de ordens executivas que o sustentam . Assim, as prerrogativas do presidente de conduzir a política externa em relação a Cuba foram transferidas para o Congresso quando falamos sobre o fim do bloqueio contra o nosso país. No entanto, enquanto a mesma lei preservou os amplos poderes do presidente para, através da emissão de licença, autorizar transações regulamentadas pelo Código Federal de Regulamentos dos EUA.

Existem apenas quatro aspectos em que o presidente não pode agir, eles exigem ação do Congresso dos EUA para a remoção ou modificação. A primeira é a proibição de subsidiárias norte-americanas em terceiros países comercializar mercadorias com Cuba, contida na Lei para a Democracia Cubana de 1992 (mais conhecida como a Lei Torricelli). A segunda é a impossibilidade de realizar transações com propriedades norte-americanas que foram nacionalizadas pelo nosso país, o que é proibido pela lei Helms-Burton. Duas outras proibições foram incluídas na Lei de Reforma das Sanções Comerciais e Ampliação das Exportações de 2000 que impede os cidadãos americanos de viajar a Cuba para fins turísticos e exige que nosso país pague em dinheiro com antecedência as compras de produtos agrícolas nos Estados Unidos.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Cuba: uma outra sociedade, uma sociedade socialista!

Cardona durante evento em Campinas

O cubano Ramon Cardona, secretário da Federação Sindical Mundial (FSM) na América Latina e Caribe, e integrante da Central de Trabalhadores de Cuba (CTC), veio ao Brasil a convite da Intersindical - Central Sindical da Classe Trabalhadora.

Aproveitando a visita, ele se dispôs a conversar sobre Cuba, país que tem uma história importantíssima nas conjunturas política e econômica mundial. O encontro foi no Sindicato dos Químicos Unificados de Campinas (SP). 

Sobre Cuba e EUA Cardona fez questão de frisar que o bloqueio é um genocídio, não existe nenhum outro no mundo que durou 53 anos. A vontade de negociar dos norte-americanos é bem-vinda. Mas o que se está fazendo é mudando a tática, mas mantendo a estratégia. 

Assista ao vídeo e entenda melhor uma outra sociedade, uma sociedade socialista:


sábado, 21 de fevereiro de 2015

Bloqueio dos EUA impede Cuba de receber 102 mil dólares por título no basebol

Foto: Ricardo López Hevia - Granma/Cubadebate
Segundo o jornalista Luis Augusto Símon, Cuba ficou sem o prêmio em dinheiro em que tinha direito pelo título da Liga do Caribe de basebol

A Liga do Caribe é um campeonato que tem o patrocínio da Major League Baseball que segue as determinações do Departamento de Controle dos Bens Estrangeiros dos EUA, que diz que nenhum cubano residente em Cuba e nem organismos estatais cubanos podem receber pagamentos em dólares por qualquer tipo de transação. Gourriel, Cepeda e Despaigne, cubanos eleitos para o Jogo das Estrelas, também não receberam os prêmios. 

E, para piorar, as autoridades do basebol estadunidense criaram medidas que facilitam a “deserção” de jogadores cubanos. “Não é mais preciso que peçam permissão oficial ao governo dos Estados Unidos para firmar contrato com as franquias da MLB. E os jogadores que assinarem contrato precisam declarar que não são mais cidadãos cubanos”, informa Símon no "Cuba sem Barreiras".