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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Os médicos cubanos no “Sem Fronteiras” da Globo News

Por Sturt Silva

O programa "Sem Fronteiras" da Globo News tentou abordar a vinda dos médicos cubanos ao Brasil além das posições ideológicas e corporativistas que dominaram a questão durante os últimos dias.

Algumas questões cabem respostas:

a) Questão humanitária - a vinda dos médicos não seria devido às questões humanitárias e sim econômicas. O programa usa a afirmação de um médico de Niterói, no caso sua experiência com as vacinas cubanas, para mostrar que o relacionamento, na área de saúde, entre Cuba e o mundo é comercial, destruindo assim, o argumento que a vinda dos médicos seria devido ao internacionalismo cubano. O entrevistado ainda compara a posição “dura” de Fidel Castro naquela oportunidade, dizendo que a metodologia deve continuar atualmente, com a posição das multinacionais.
 
Seria injusto e “burro” se o estado cubano fosse apenas solidário nesta questão, não? Apesar de que Cuba é muito solidária. O que ficou fora do ar, e cabe levantar, é que as multinacionais são duras por que tem como objetivo final o lucro, já o estado cubano, talvez seja “duro” por que tem uma demanda social muito grande. Mesmo assim, como Jorge Pontual vai colocar mais adiante, o internacionalismo cubano está presente em países pobres. Cuba presta serviços gratuitos ao Haiti e aos países da África. No Haiti ainda teria 700 profissionais trabalhando de maneira solidária e internacionalista depois do desempenho dos cubanos pós terremoto. Em relação aos países ricos ou emergentes, como o caso do Brasil, o governo cubano aproveita a oportunidade para diminuir o déficit da balança comercial que por sua vez é resultado das condições naturais e econômicas desfavoráveis que Cuba apresenta ao longo de toda sua história e que é agravado pelo bloqueio mande in EUA.

b) O protagonismo dos médicos cubanos no programa “Mais Médicos” - Segundo os argumentos de Emmanunel Cavalcanti, do Conselho Federal de Medicina (CFM), o programa “Mais médicos” foi feito para colocar dinheiro em Cuba e ajudar o regime a sobreviver. Segundo ele “dos 250 milhões de dólares ao ano, os cubanos ficaria com 200 milhões”.

sábado, 9 de julho de 2011

Unesp de Marília sela acordo com Universidade de Havana

Fonte: O REPÓRTER

SÃO PAULO (O REPÓRTER) - Após um encontro com o professor Guillermo Arias Beató, da Universidade de Havana, de Cuba, representantes da Unesp de Marília fecharam um acordo de cooperação com a instituição. A ação tem como objetivo trocar informações entre o Grupo de Pesquisa em Inclusão Social (GEPIS), da FFC, e a Cátedra Vygotsky - grupo de pesquisa com ênfase em desenvolvimento humano -, da universidade cubana.

"Não é possível implantar a experiência cubana em outro lugar. Não se pode trazer uma cultura e um contexto social de um país e aplicá-lo automaticamente em outro. Respeitando as diferenças, a cultura e o pensamento individual veremos como podemos contribuir para o desenvolvimento do país", afirmou o cubano.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Unesp prepara cooperação técnica em bioenergia com Cuba

Unesp prepara cooperação técnica em bioenergia com Cuba

A Pró-Reitoria de Pesquisa prepara um acordo de cooperação técnica da Universidade com o Instituto Cubano de Pesquisa dos Derivados de Cana-de-Açúcar (ICIDCA) em produção sustentável de bioenergia. O anúncio foi feito ontem (10/05), na Reitoria, em São Paulo, durante o “Fórum Internacional de Pesquisa em Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade”. A parceria abrange diversos aspectos da produção de fontes de energia renováveis. “Buscamos parceiros no desenvolvimento de tecnologias limpas para a produção de energia", salientou a pró-reitora de Pesquisa, Maria José Soares Mendes Giannini. "Nosso foco é trabalhar os resíduos de forma sustentável, unindo especialistas das duas instituições.”