domingo, 29 de setembro de 2013

Em homenagem à visita a Cuba, Madureira lança uniforme no Fut7

Tricolor Suburbano relembra encontro com Che Guevara, que aconteceu em 1963 


Do FutRio

A equipe de Futebol de 7 do Madureira lançou, nesta sexta-feira (27), seu novo uniforme para a sequência da temporada. O time usará uma camisa que relembra a visita da equipe de futebol de campo a Cuba, nos anos 60. Na excursão, ficou famoso o célebre encontro com o argentino Che Guevara, que liderou a Revolução Cubana naquele país, em 1959.

A camisa titular é grená, com números em amarelo, com a imagem do guerrilheiro como uma marca d’água, no canto esquerdo da camisa. Mas a camisa de goleiro é a mais chamativa. Predominantemente azul, ela reproduz a bandeira cubana, também com um desenho de Che como marca d’água. Ainda há na camisa a inscrição “Hasta la victoria, siempre”, frase famosa dita pelo líder revolucionário argentino, em 1965, numa carta de despedida endereçada a Fidel Castro, seu companheiro de revolução. Che Guevara morreu dois anos depois.

A apresentação desta sexta foi na Arena Akxe, na Barra da Tijuca, local em que o Madura manda seus jogos do time de Fut7. A ideia da camisa foi do presidente do Madureira Arena Akxe de Fut7, Carlos Gandola, que teve o apoio do FutRio.net e da WA Sports na sua concepção e confecção. Aliás, a inspiração para a iniciativa partiu de uma matéria do FutRio, sobre os 50 anos da excursão do Madureira a Cuba.

O novo modelo cubano continua sendo socialista

Atualização do modelo econômico suscita críticas e controvérsias. Sem renunciar a seu modelo, a ilha preserva suas conquistas


Com as reformas recentes, Cuba está abandonando o socialismo?

NÃO

Por  Salim Lamrani no Opera Mundi

Desde 2011, Cuba está pondo em marcha a “atualização de seu modelo econômico”. O projeto inicial, elaborado em novembro de 2010, foi submetido a um amplo debate popular (com 8 milhões de participantes) que durou cerca de cinco meses até abril de 2011 e foi adotado durante o VI Congresso do Partido Comunista de Cuba.

Alguns acreditam que se trate de uma volta ao capitalismo, por causa da introdução de alguns mecanismos de mercado na economia nacional. Na realidade, o objetivo dos cubanos é aperfeiçoar seu sistema para preservar suas conquistas sociais, únicas na América Latina e no Terceiro Mundo. Para isso, devem superar dois grandes desafios: os recursos naturais, muito limitados, e as sanções que os Estados Unidos impõem desde 1960, que constituem o principal obstáculo ao desenvolvimento nacional. A isso convém somar as falhas próprias do sistema, como a burocracia ou a corrupção. O presidente Raúl Castro foi claro a esse respeito: “A batalha econômica constitui hoje, mais que nunca, a principal tarefa e o centro do trabalho ideológico dos quadros, porque dela depende a sustentabilidade e a preservação do nosso sistema social”.

O novo modelo econômico introduz mecanismos de mercado, mas segue baseado na “planificação socialista” em todos os níveis e na “empresa estatal socialista como forma principal da economia nacional”. Não obstante, o país se abre aos investimentos estrangeiros — para atrair os capitais indispensáveis para o desenvolvimento da nação —, mediante empresas mistas, nas quais o Estado cubano sempre dispõe de uma maioria de ao menos 51%. Este modelo atualizado de gestão econômica promove também as cooperativas, as pequenas propriedades agrícolas, os usufrutuários e os trabalhadores independentes em todos os setores produtivos, com a finalidade de reduzir o papel do Estado nos campos estratégicos.

Leia mais:50 verdades sobre a Revolução Cubana

Onde está a blindagem dos médicos cubanos?


Por Dario de Negreiros no Viomundo

Belém - 18 de setembro de 2013 - Algumas notícias deixam especialmente preocupado um repórter que viaja para longe. “Assessor interrompe entrevista de médica cubana em Tocantins”, diz uma matéria do portal Terra, com vídeo e tudo. “Ministério ‘blinda’ médicos estrangeiros em São Paulo”, conta o Estadão. “Isso não é normal. Qual o medo? Qual o receio?”, questiona-me um amigo paulista, médico, pelo chat do Facebook. Eu, do Pará, começo a imaginar as desculpas que terei de dar ao meu editor quando voltar de viagem com meia dúzia de declarações dos tais dos cubanos, todas elas colhidas – por sorte, creio – na confusão de um desembarque na Base Aérea de Belém.

No domingo, dia em que vi o vídeo do Terra, haveria um evento no hotel onde estão hospedados todos os cubanos que vieram ao Pará. Lá, oficialmente, participam de uma “semana de acolhimento”. Na prática, como se sabe, o governo federal ganha tempo enquanto tenta resolver o imbróglio jurídico que envolve os seus registros nos CRMs (Conselhos Regionais de Medicina). “O secretário de saúde estará lá. Amanhã vai ser quente!”, diz, ao celular, um repórter paraense. É tudo o que eu não quero: jornais, televisões, autoridades locais à solta e os cubanos, imagino, blindados.

Em vez de ir ao evento “quente”, ligo para a assessora da secretaria de saúde do Pará: “Me perdi para chegar a Mosqueiro [ilha fluvial, nos arredores de Belém, onde fica o hotel]. Posso ir amanhã?”. Ser o único jornalista no local, andando livremente pelo hotel, conversar com os médicos longe das câmeras e das autoridades, parece-me uma boa estratégia.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Cuba: uma revolução em curso, uma educação em debate


A educação em Cuba, por Milton Pinheiro da UNEB e do PCB.

Há 40 anos: a primeira viagem de Fidel ao Vietnã (+ fotos)

Fidel levanta bandeira do Vietnã em zonas libertadas do sul.

Por Juan Marrero no Cuba Debate - Tradução: PCB

Já haviam assinado os acordos de Paris que abriam o caminho para a paz no Vietnã. O dia 12 de setembro de 1973, há 40 anos, Fidel Castro encabeçava uma delegação do Partido e do governo de Cuba que chegava a Hanói, a capital da República Democrática do Vietnã. Não o fez diretamente desde Havana, antes esteve em Trinidad y Tobago, Guiné (Conakry), Argel, Bagdá e Nova Deli.

Como repórter do diário Granma, tive o privilégio de dar cobertura a toda a viagem, ainda que eu tenha ficado com uma insatisfação de quatro décadas que ainda não se apagou: ser excluído do pequeno grupo de jornalistas cubanos que, junto a Fidel, ultrapassaram o Paralelo 17 e, no sul do Vietnã, se reuniram com os combatentes do Exército de Libertação Nacional. As razões disso serão explicadas mais adiante.

Aquela histórica viagem começou em Puerto España, Trinidad y Tobago. Ali, em um pequeno hotel próximo ao aeroporto, Fidel teve um encontro com os primeiros-ministros de Trinidad y Tobago (Eric Williams), da Jamaica (Michael Manley), da Guiana (Forbes Burnham) e de Barbados (Errol Barrow). Fidel lhes agradeceu a atitude de valentia que haviam tido, meses antes, de estabelecer relações com Cuba, ou seja, ao assumir uma posição comum em desobediência á política que havia sido imposta pelos Estados Unidos para a maioria dos países da região caribenha.

Recordo algo importante daquele encontro. Fidel lhes falou da necessidade que tinham os países da América Latina e do Caribe de se integrarem e cooperarem entre eles. E dizia algo que então era só um sonho: “Devemos ter uma organização regional que defenda nossos interesses sem os Estados Unidos”. Não tiveram que esperar demasiado. Neste século XXI isso se materializou com a criação da Comunidade Econômica Latino-americana e Caribenha (CELAC).

No mesmo avião da Cubana de Aviação, viajaram para a Guiné (Conakry) Fidel, Manley e Burnham, e foram recebidos pelo líder africano Sekou Touré. E, no mesmo avião, esses quatro mandatários chegaram a Argel no dia 6 de setembro para participar da IV Cúpula do Movimento de Países Não Alinhados (NOAL). Esse encontro, do qual participaram 70 países, se caracterizou em uma primeira etapa por uma torrente de oratória retórica, anticomunista e direitista de vários Chefes de Estado e governo, buscando golpear mortalmente os princípios anticolonialistas, anti-imperialistas, progressistas e democráticos do movimento que começou a se gestar em Bandung.

Seus discursos na tribuna e a sabedoria política do presidente da Argélia, Houari Boumediene, de Fidel Castro, de Indira Gandhi, da Índia, do arcebispo Makarios, do Chipre, e de outros dirigentes impediram que essa cúpula terminasse em um fracasso. A tendência anticomunista foi derrotada e os direitistas saíram desmoralizados e as forças progressistas fortalecidas. Entre seus acordos mais importantes, estava o rechaço a criminosa agressão estadunidense e o apoio a heroica luta de resistência do povo do Vietnã.

Durante a cúpula, vários países anunciaram seu reconhecimento ao Governo Provisório do Vietnã do Sul. Outro acordo foi o respaldo ao ameaçado governo popular de Salvador Allende, do Chile, cujo chanceler Clodomiro Almeida o representou na cúpula de Argel.

Fidel na IV Conferência da Cúpula do Movimento de Países Não Alinhados. Argel, 7 de setembro de 1973.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

“O médico que se forma em Cuba possui compromisso social”

Pr Kelly Ramos na Folha de Irati

Delfinus Nunes de Almeida, filho de produtores rurais de Teixeira Soares, saiu do Brasil para conseguir estudar Medicina


O sonho de se tornar médico no Brasil é algo cada vez mais difícil de tornar realidade. Os vestibulares muito concorridos acabam deixando de fora um grande contingente de estudantes, principalmente aqueles que integram o sistema público de educação. Delfinus Nunes de Almeida, mesmo sendo de família simples, de produtores rurais de Teixeira Soares, conquistou o seu diploma. Porém, bem longe do seu país. Ele é formado pela Escola Latinoamericana de Medicina (ELAM), em Cuba.

Nunes, como prefere ser chamado, foi para Cuba em 2000 e permaneceu lá até 2007. Ele faz parte da segunda turma de médicos formados pela ELAM, que foi fundada por Fidel Castro no final da década de 90, depois que o furacão Mitch atingiu a América Central e o Caribe. O objetivo de criar a ELAM foi formar médicos para trabalhar em países chamados subdesenvolvidos, seguindo o sonho do revolucionário Ernesto Che Guevara.

Segundo Nunes, para entrar nessa escola de Medicina em Cuba era necessário ser integrante de um partido político de esquerda ou participar de algum movimento social. O seu pai é um dos fundadores do Movimento Sem Terra (MST) - assentado há anos na área rural de Teixeira Soares. Ele conta que desde muito novo era militante do MST, o que acabou lhe dando a oportunidade de se tornar médico.

Cuba e estado do Amapá farão acordos na saúde, educação e esporte


Segundo o site G1 três acordos na área da saúde, educação e esporte serão assinados entre o estado do Amapá e governo de Cuba, ainda este ano.

Na educação será implantada o programa 'Sim, eu posso', para erradicar o analfabetismo no estado. Na saúde, o acordo prevê importar um medicamento que diminui as chances de amputação de pés de pessoas com diabetes, além de cooperação técnica na gestão da saúde e auxílio na implantação do curso de Medicina na Universidade Estadual do Amapá (Ueap). Em relação ao esporte, o acordo estabelece intercâmbios técnicos em modalidades com potencial no estado.

Segundo o governador os acordos estão em fase de negociação , mais o certo é que "compraremos os medicamentos aos diabéticos e pagaremos a equipe técnica de cubanos" afirmou ao G1.

sábado, 21 de setembro de 2013

Reflexão de Fidel Castro: "lembranças inesquecíveis"

Lembrar os antecedentes e os monstruosos crimes cometidos contra os países com menos desenvolvimento econômico e científico, ajudará a todos os povos a lutar por sua própria sobrevivência.

Há apenas três dias nos visitou um alto dirigente do Partido Comunista do Vietnã. Antes de partir me transmitiu a vontade de que eu elaborasse algumas lembranças de minha visita ao território libertado do Vietnã em sua heroica luta contra as tropas ianques no sul desse país.

Na verdade não é muito o tempo de que disponho quando grande parte do mundo se empenha em procurar uma resposta às notícias de que uma guerra, com o emprego de mortíferas armas, está a ponto de estourar em um canto crítico do nosso globalizado planeta.

Contudo, lembrar os antecedentes e os monstruosos crimes cometidos contra os países com menos desenvolvimento econômico e científico, ajudará a todos os povos a lutar por sua própria sobrevivência.

Palmeiras e equipes cubanas de futebol revivem sonho de Guevara

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo (PCdoB-SP) vê os primeiros resultados do intercâmbio que o Brasil e Cuba acordaram durante a última visita do ministro ao país, que é um expoente mundial nos esportes olímpicos. O que começou a vigorar está no campo de futebol, com o apoio do Palmeiras, que receberá o primeiro grupo de técnicos e jogadores cubanos, revivendo uma antiga parceria da ilha comunista com o Brasil, iniciada pelo lendário guerrilheiro Che Guevara 

Desde a vitória da Revolução Comunista em Cuba, Che Guevara sonhava em realizar convênios entre Cuba e Brasil no campo do futebol.
“Firmamos um convênio com a Federação Cubana de Futebol para facilitar o acesso do país a treinamento e preparação de equipes técnicas e jogadores no Brasil não apenas via entidades e federações, mas também via clubes”, explicou Aldo Rebelo, que presenteou René Perez Hernandez, do Comissionado Nacional do Futebol, com uma camisa do Palmeiras durante sua visita à pátria de Fidel Castro.

Segundo texto publicado, nesta terça-feira (17), no site especializado Gazeta Esportiva, o clube, presidido por Paulo Nobre, estuda detalhes burocráticos e logísticos do período de estágio dos boleiros cubanos. Além de cumprir as formalidades técnicas do acordo firmado pelo Ministério do Esporte, falta definir a parte prática do projeto, como a quantidade de treinadores e jogadores a serem recebidos e o período exato da estadia, entre outros aspectos.

“Apostando em modalidades como boxe, atletismo e judô, Cuba chegou a rivalizar com as principais potências olímpicas no auge do governo de Fidel Castro, mas nunca conseguiu destaque no futebol, embora tenha sido a primeira nação do Caribe a disputar uma Copa do Mundo. Um combinado formado por jogadores que jamais haviam deixado a ilha jogou como convidado na França em 1938 e alcançou as quartas de final”, acrescentam os repórteres Bruno Ceccon e Luiz Ricardo Fini.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Sem Terra formados em Cuba aplicam a prevenção e promoção da saúde no campo


Por José Coutinho Júnior da Página do MST

A estrutura de saúde pública brasileira tem diversos problemas: falta de investimentos, falta de médicos, infraestrutura precária. Outro problema é o tipo de tratamento realizado por muitos profissionais, que desumanizam o paciente e não levam em conta sua realidade de vida.

A Página do MST conversou com Luciana Brandão, Marcos Tiaraju e João Antônio, médicos do movimento formados em Cuba, que contam suas experiências de como realizam um trabalho de prevenção e promoção da saúde, além de atender de forma humana os pacientes.

Luciana nasceu no Pará e se formou na primeira turma de médicos do MST em Cuba, em 2005. Em 2006 voltou ao Brasil e fez uma especialização de dois anos em saúde da família no município de Sobral.

“Chegamos de Cuba sem ter noção de como era o processo de fazer medicina no Brasil, e tínhamos muita bagagem da teoria e prática cubana para aplicar no nosso país, mas tínhamos muito que aprender aqui também”.

Médicos cubanos e brasileiros formados no exterior são recepcionados com festa em Sergipe

Um total de 21 médicos trabalharão nos municípios que aderiram ao programa Mais Médicos. Desses, 10 são cubanos e 11 brasileiros formados no exterior


Por Edjane Oliveira do Brasil de Fato

Em clima de festa. Foi desta maneira que os sergipanos deram as boas-vindas aos médicos estrangeiros e brasileiros formados no exterior que vão participar do programa Mais Médicos em Sergipe.

O segundo grupo de profissionais que irão atuar no estado chegou no domingo (15), em uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB), ao aeroporto de Aracaju.

Os profissionais de Cuba, intercambistas e brasileiros formados no exterior foram recebidos por integrantes de movimentos sociais, de centrais sindicais, como Central dos Trabalhadoras e Trabalhadores do Brasil (CTB) e Central Única dos Trabalhadores (CUT), além de sergipanos comuns que quiseram levar o seu abraço e mostrar a felicidade de receber esses profissionais que irão atuar em regiões que necessitam desse atendimento.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Morre o cineasta cubano Daniel Díaz Torres

Fonte: Agência EFE

O cineasta cubano Daniel Díaz Torres, diretor da tragicomédia "O filme de Ana", lançada em 2012 e que estreou no Brasil na semana passada durante o Cine Ceará, morreu nesta segunda-feira aos 64 anos em Havana, em decorrência de um câncer, informou a imprensa local.

A doença impediu Torres de participar da 23ª edição do festival de cinema ibero-americano realizado em Fortaleza e o filme foi apresentado ao público brasileiro pelo ator cubano Tomás Cao.

Na noite de premiação do Cine Ceará realizada no último sábado, a atriz de Laura de La Uz ganhou o prêmio de melhor atriz justamente por seu trabalho em "O filme de Ana".

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Movimento pela libertação dos 5 do Rio de Janeiro: "Libertem os 5 Cubanos"

No interior do Brasil médicos cubanos são recebidos com festas


Os municípios que receberão profissionais cubanos a partir do dia 23 já preparam as recepções de boas-vindas àqueles que, em alguns casos, serão os únicos médicos locais após muitos anos.

Em Passira (PE), a prefeitura já planejava para este fim de semana um almoço ou jantar para recebê-los. Mas a recepção teve que ser adiada depois que o Ministério da Saúde adiou em uma semana a estreia dos cubanos nos municípios.

Enquanto isso, a secretária local da Saúde vai às rádios informar sobre o atraso. Em Santa Maria do Cambucá (PE), a dúvida é em relação ao idioma dos médicos. Essa questão, porém, não preocupa mais a técnica de enfermagem Girleide Medeiros, que trabalha no posto onde o médico atenderá. Ela disse que já teve contato com uma médica cubana tempos atrás. "Ela não falava brasileiro [sic]. Tinha coisa que era meio enrolada, mas dava para entender. O que não dava, ela fazia um gestinho, e a gente se entendia." 

Médicos cubanos chegam a Minas Gerais e são recebidos com festa pelos mineiros


Um grupo de médicos e médicas cubanas chegaram em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, neste último domingo (15). Na sua grande maioria mulheres, estes profissionais trabalharão nas cidades mineiras que os solicitaram ao governo federal através do Programa Mais Médicos. 


 

Vejas fotos das chegada dos médicos e médicas de Cuba no facebook do solidário Betinho Duarde.

Cerca de cem pessoas realizaram uma calorosa recepção aos médicos e médicas. Várias entidades sociais estavam presentes como a União da Juventude Socialista, a União Estadual dos Estudantes, a União Nacional dos Estudantes, Levante Popular da Juventude, MST e Movimento dos Atingidos por Barragens.

domingo, 15 de setembro de 2013

50 verdades sobre a Revolução Cubana

Símbolo dos desejos de independência da América Latina e do Terceiro Mundo, a Revolução Cubana marcou a história do século XX
Revolução Cubana triunfou em 1º de janeiro de 1959 | Foto: O que é

Por Salim Lamrani no Opera Mundi

1. O triunfo da Revolução Cubana, no dia 1 de janeiro de 1959, é o acontecimento mais relevante da história da América Latina no século XX.

2. As raízes da Revolução Cubana remontam ao século XIX e às guerras de independência.

3. Durante a primeira guerra de independência, de 1868 a 1878, o exército espanhol derrotou os insurgentes cubanos atolados em profundas divisões internas. Os Estados Unidos apoiaram a Espanha, vendendo ao país armas mais modernas e se opôs aos independentistas perseguindo os exilados cubanos que tentavam dar sua contribuição à luta armada. No dia 29 de outubro de 1872, o secretário de Estado Hamilton Fish compartilhou com Daniel Sickles, então embaixador estadunidense em Madrid, seus "desejos de êxito para a Espanha na supressão da rebelião". Washington, contrário à independência de Cuba, desejava tomar posse da ilha.

4. Cuba é efetivamente uma das mais antigas inquietudes da política exterior dos Estados Unidos. Em 1805, Thomas Jefferson observou a importância da ilha, salientando que sua "posse [era] necessária para assegurar a defesa de Luisiana e da Flórida porque [era] a chave do Golfo do México. Para os Estados Unidos, a conquista seria fácil". Em 1823, John Quincy Adams, então Secretário de Estado e futuro presidente dos Estados Unidos fez alusão ao tema da anexação de Cuba e elaborou a teoria da "fruta madura": "Cuba, separada pela força de sua própria conexão desnaturalizada com a Espanha, e incapaz de sobreviver por si própria, terá necessariamente que gravitar ao redor de união norte-americana, e unicamente ao redor dela". Assim, durante o século XIX, os Estados Unidos tentaram 6 vezes comprar Cuba da Espanha.

sábado, 14 de setembro de 2013

Mortalidade de crianças de até 5 anos na América: Cuba entre as menores

Mortalidade de crianças de até 5 anos na América: Haiti tem a maior: 76 mortes por mil. Canadá (5) e Cuba (6), as menores. O Brasil aparece com 14 e os Estados Unidos com 7.

Fonte: Unicef/ONU, via deputado Rosinha no twitter.

 

EUA estende por mais um ano o bloqueio ilegal contra Cuba


O presidente estadunidense, Barack Obama, prorrogou por outro ano as sanções impostas contra Cuba, com um embargo ilegal e imperialista vigente contra o país desde 1960. Desde que assumiu o cargo de presidente dos Estados Unidos, Obama vem estendendo o prazo do embargo a cada ano, apesar das expectativas iniciais sobre a mudança das relações entre o seu país e Cuba.

O memorando dirigido ao secretário de Estado e ao secretário do Tesouro dos Estados Unidos foi difundido pela Casa Branca, ordenando manter o embargo comercial, econômico e financeiro contra a chamada "maior das Antilhas".

Conforme a legislação norte-americana vigente, o presidente norte-americano decidiu prorrogar as sanções contra Cuba, com a Lei de Comércio com o Inimigo, alegando que responde aos interesses nacionais dos Estados Unidos.

“Queremos saúde padrão Cuba”


Por Alexandre Haubrich do Jornalismo B

Em ato na manhã desta sexta-feira militantes do MST, Levante Popular da Juventude, A Marighella e Associação Cultural José Martí cobraram do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers) o registro para os médicos estrangeiros que chegaram ao estado para participarem do programa Mais Médicos. Em frente à sede do Cremers, os manifestantes se depararam com o prédio fechado e os funcionários liberados. Apenas alguns segurança se encontravam no pátio.

“Queremos saúde padrão Cuba”, dizia uma faixa do Levante, lado a lado com bandeiras com os rostos de Che Guevara e Fidel Castro. Outras faixas diziam “Mais médicos, mais saúde, menos privatização” e “Mais médicos, mais terra e mais saúde”. Havia ainda um recado direto ao Conselho: “Cremers, não impeça o povo de ser atendido. Registro já!”.

Veja mais fotos do ato aqui.

Ato político em Porto Alegre lembra os 15 anos da prisão dos cinco antiterroristas cubanos


Por Alexandre Haubrich do Jornalismo B

Na noite de quinta-feira, 12, um ato político organizado pela Associação Cultural José Martí (ACJM) lembrou, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, os quinze anos da prisão dos cinco antiterroristas cubanos presos nos Estados Unidos.  Já tendo passado por todas as instâncias da Justiça estadunidense, quatro dos cinco seguem presos, e apenas uma decisão do presidente Barack Obama pode libertá-los. Por isso, a campanha “Obama, give me five” se espalhou pelo mundo neste 12 de setembro. Laços amarelos em defesa da libertação foram pendurados em diversos lugares, inclusive nas árvores do Parque da Redenção, em Porto Alegre.

O ato político na Assembleia também marcou o lançamento do novo site da ACJM.

Veja mais fotos do evento aqui.

Ato em SP exige libertação e homenageia os 5 Heróis de Cuba

Cartazes expostos durante evento no Memorial da América Latina. (Foto: Théa Rodrigues)
Por  Théa Rodrigues do Vermelho

Na noite desta quinta-feira (12), o Memorial da América Latina foi palco de uma atividade, organizada pelo Consulado Cubano e pelo Movimento Paulista de Solidariedade a Cuba, em homenagem aos cinco antiterroristas presos há 15 anos nos EUA. Além da exibição de vídeos, uma exposição de cartazes chamou a atenção para o fim da injustiça contra Antonio Guerrero, Gerardo Hernández, Ramón Labañino, Fernando e René González – os Heróis da República de Cuba.

Em 1998, “Os Cinco”, que faziam parte da Rede Vespa, um seleto grupo de agentes infiltrados que combatia os atos terroristas das organizações anticastristas da Flórida, foram presos em Miami, acusados de conspiração e espionagem. Todos os anos, desde que foram levados pelo FBI, são realizados atos de apoio em todo o mundo e, no Brasil, não poderia ser diferente.

“Essa é uma campanha internacional que existe desde a prisão deles, há 15 anos, que é bastante tempo para uma pessoa ficar presa longe da sua família e do seu povo. É uma demanda urgente não só dos brasileiros, mas de todos”, disse Ricardo Alemão Abreu, secretário de Relações Internacionais do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), que levou seu apoio à causa.

5 Frases marcantes de Fidel Castro!

Fidel durante o 30º aniversário da Revolução Cubana, 1989 - Foto: AFP
Assista vídeo com seleção de 5 frases do líder da Revolução Cubana, Fidel Castro:

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

“Só me tornei médico graças ao processo revolucionário de Cuba”, diz médico brasileiro


Foto: Bernardo Jardim Ribeiro/Sul21

Por Iuri Müller e Samir Oliveira do Sul 21

O nome de Marcos Tiaraju Correa da Silva foi escolhido de forma coletiva, mediante votação em uma assembleia com quase 10 mil pessoas. O cenário desta decisão era a ocupação do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) na fazenda Annoni, no norte do Rio Grande do Sul, no dia 1° de novembro de 1985.

“Marcos”, porque tratava-se do nascimento da primeira criança em uma ocupação do movimento. “Tiaraju”, em homenagem ao indígena Guarani Sepé Tiaraju, que liderou seu povo em uma guerra contra os colonizadores na América do Sul. Filho da histórica militante Roseli Nunes, Marcos Tiaraju nasceu, como ele mesmo define, “embaixo da lona preta”.

Marcos Tiaraju nasceu sem terra, mas permaneceu anos politicamente afastado desta condição. Muito tempo depois, retomou o contato com MST e passou a militar na organização. Em 2006, foi estudar Medicina em Cuba, retornando ao Brasil em setembro de 2012. Atualmente, trabalha em três postos de saúde da rede municipal de Nova Santa Rita, município de 20 mil habitantes, a 21 quilômetros de Porto Alegre, que possui quatro assentamentos do MST.

Nesta entrevista ao Sul21, Marcos Tiaraju fala sobre o ensino da Medicina em Cuba e o programa Mais Médicos do governo federal brasileiro. Para ele, a iniciativa “vai fazer uma grande diferença para aquelas famílias que não tem acesso a médicos durante os 365 dias do ano”.

Podes começar contando um pouco sobre a tua história. Tu foste a primeira criança a nascer em uma ocupação do MST. Tu nasceste no território que, naquela época, pertencia à fazenda Annoni, é isso?

"O sacrifício foi pela vida", diz herói cubano preso nos EUA

Por Théa Rodrigues do Vermelho

O antiterrorista cubano Ramón Labariño, condenado injustamente a 30 anos de prisão nos Estados Unidos, afirmou para a agência de notícias Prensa Latina que sacrificou tudo em prol da vida. “Isso dá uma enorme força de vontade e coragem contra todas as adversidades e adversários”, disse ele.

"Os Cinco" são agentes de inteligência cubanos, antiterroristas, que estavam nos Estados Unidos para observar e infiltrar grupos cubano-americanos de oposição ao regime de Fidel Castro
Ao responder um questionário, às vésperas do décimo quinto aniversário da prisão dos “Cinco” – como ele e seus companheiros Gerardo Hernández, Antonio Guerrero, René e Fernando González são conhecidos em Cuba – Labariño afirmou ter convicção de estar fazendo o que é correto.

Os Cinco são agentes de inteligência cubanos, condenados em Miami por conspiração para espionar e assassinar, entre outras acusações. Os antiterroristas estavam nos Estados Unidos para observar e infiltrar grupos cubano-americanos de oposição ao regime de Fidel Castro (Alpha 66, os Commandos F4, a Fundação Nacional Cubanoamericana, e Brothers to the Rescue), quando foram presos em 12 de setembro de 1998.

Jornada internacional clama pela liberdade dos Heróis de Cuba


Por Théa Rodrigues do Vermelho 

Há exatos 15 anos, Gerardo Hernández, Antonio Guerrero, Ramón Labañino, Fernando e René González, eram presos nos Estados Unidos, acusados de conspiração e espionagem. “Os Cinco” – como são chamados em Cuba – eram agentes da Rede Vespa, um seleto grupo de infiltrados que combatia os atos terroristas das organizações anticastristas da Flórida. Neste dia 12 de setembro, Cuba lamenta a detenção de seus patriotas e o mundo clama pelo retorno deles à pátria

Os jovens antiterroristas arriscaram a vida para proteger o povo cubano dos constantes sobrevoos de aviões norte-americanos, que jogavam pragas nas lavouras, interferiam na rede de controle do aeroporto de Havana e alimentavam o tráfico de drogas
Os jovens (na época da detenção) arriscaram a vida para proteger o povo cubano, entre outras coisas, dos constantes sobrevoos de aviões norte-americanos, que frequentemente jogavam pragas nas lavouras, interferiam na rede de controle do aeroporto de Havana e alimentavam o tráfico de drogas entre os países.

Brasil e Cuba estão fazendo uma troca sensata de serviços, afirma pesquisador

Brasil torna-se grande parceiro de Cuba | Arte: VioMundo
Por Heloisa Villela no Viomundo

Para quem só entende a lógica capitalista, John Kirk explica: no mundo globalizado, cada país vende aquilo que faz de melhor ou que tem de excedente.

A Colômbia vende muito café, o Chile exporta frutas e Cuba hoje vende ao mundo serviços na área de saúde.

John Kirk é britânico, estudou na Espanha e é radicado no Canadá onde, há três décadas, tornou-se um dos mais respeitados professores de estudos espanhóis e latino americanos. É professor da Universidade Dalhousei.

Ele tem se dedicado a um assunto em particular: Cuba. Especialmente à política externa e ao sistema de saúde do país. Por isso se voltou para o que chama de internacionalismo médico.

Ele visita Cuba desde 1976 e se interessou pelo país porque sempre viajou muito pela América Latina.

Nas viagens, começou a encontrar mais e mais médicos cubanos por toda parte.

Há cinco anos ele escreveu o primeiro livro sobre este intercâmbio médico e está preparando o segundo. Desta vez, vai corrigir dois erros. Vai mudar de editora e de conclusão.

A University Press, da Flórida, empresa que distribui Cuban medical internationalism: origins, evolution and goals (Internacionalismo médico cubano: origens, evolução e metas) cobra mais de US$ 100,00 por cópia.

John Kirk desconfia que o objetivo seja dificultar ao máximo a venda.

Quanto à conclusão, expressa logo na abertura do livro, ele mudou de ideia. Ele achava, anteriormente, que o principal motivo para tanta dedicação de Havana à saúde alheia era uma forma de conquistar votos e apoio nas Nações Unidas.

Hoje, John Kirk está convencido de que o espírito humanitário, a noção de que é um dever ajudar quem precisa estão sedimentados na cultura cubana, além de fazer parte da Constituição do país.

No mundo capitalista globalizado, onde os interesses econômicos determinam as ações governamentais e vale tudo para conseguir novos negócios, até mesmo espionar governos amigos, soa irreal e ingênuo.

Mas Cuba investiu muito no programa, nos últimos 50 anos. E continua investindo.

Só que agora, depois que Raúl Castro assumiu a direção do país, houve uma mudança. Cuba passou a cobrar de quem tem, para continuar oferecendo ajuda a quem não pode pagar. Assim, governos árabes, como o do Qatar, pagam pela experiência dos médicos cubanos, enquanto o Haiti continua recebendo todo o apoio de graça.

Raúl Castro presta homenagem aos heróis cubanos presos nos EUA


O presidente cubano, Raúl Castro, prestigiou na noite desta quarta-feira (12) uma cerimônia de gala em homenagem aos cinco patriotas cubanos presos há 15 anos nos Estados Unidos quando lutavam por frustrar as ações de organizações terroristas e anticastristas contra o país. O evento aconteceu no teatro Karl Marx, em Havana, onde foi apresentado o espetáculo Dou-lhes uma canção com dou o amor. 

A apresentação convocou artistas de diversos gêneros, entre eles Sílvio Rodriguez e a companhia folclórica Banrarrá Rumba. O ballet de Litz Alfonso, o cantor porto-riquenho Dani Rivera e o trovador argentino Victor Heredia fizeram shows carregados de simbologia e mensagens de alento.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Guantánamo pode ser devolvida a Cuba?


Por Elaine Díaz no GlobalVoices

Michael Parmly, ex-representante dos Estados Unidos em Cuba, sugeriu [en] ao presidente Barack Obama que a base militar de Guantánamo seja devolvida às autoridades da ilha.

Foto: Entrada da província de Guantánamo, Cuba. (Ángel Baldrich)

A sugestão, junto a outras recomendações, compõe um relatório de 26 páginas ao qual a agência de notícias Reuters teve acesso e que será publicado no Fletcher Forum of World Affairs [en].

A negociação de um acordo com o presidente cubano Raúl Castro sobre a base naval poderia contribuir para o estabelecimento de uma relação direta com o governo e com os cidadãos cubanos, segundo considera Parmly, que atuou como Chefe de Missão da Seção de Interesses dos Estados Unidos em Havana entre os anos de 2005 e 2008.

A maior parte dos prisioneiros de Guantánamo poderia ser transferida para penitenciárias em solo estadunidense, enquanto que os casos mais problemáticos poderiam permanecer na ilha, sugere Parmly.
Ainda segundo o diplomata, a base naval se trata de uma "anomalia histórica":

"As atuais tensões no Capitólio comprovam que seria uma escalada íngreme, contudo a tese de relatório é de que uma atitude ousada se faz necessária para Guantánamo, semelhante àquela decisão tomada em relação ao Canal do Panamá."

Tradução de João Miguel D. de A. Lima.

Quem atua com visão humanitária e internacionalista não é estrangeiro!


Por Vânia Barbosa no Jornalismo B

É valente, digna e soberana a sociedade que sabe reconhecer seus heróis. E é escrava a sociedade que se dobra ao silêncio ou subestima o verdadeiro heroísmo contribuindo, assim, para empurrar o mundo no sentido inverso à sua humanização.

Em uma sociedade onde o egoísmo, a prepotência e a ambição têm defesa só resta às pessoas seguir na sua tarefa maçante de caminhar pela vida banalizando a morte. Neste sentido a estupidez de muitos médicos no Brasil amedronta, pois é explícita a sua incapacidade de entender o momento histórico ou de serem independentes de consultas à internet e às tecnologias para definir medicações e  decidir um diagnóstico.

Para estes médicos dedicar tempo a um paciente, tocá-lo e ouvi-lo são coisas do passado. Enfrentar a lama, o frio e defender a miséria e arriscar a própria vida para salvar outras são tarefas de médicos utópicos. E a grande mídia também não está interessada em mostrar o que é justo, pois atende aos padrões e privilegia quem polariza para excluir e transformar a medicina em artigo de luxo, em mercadoria e possibilidade de status e ascensão financeira. Tudo isso é uma enorme vergonha e causa descrença para quem vive nesta “aldeia dita civilizada”.

domingo, 8 de setembro de 2013

Bahia expressa solidariedade a Cuba e à Síria

Do Vermelho


A Sessão Especial de Solidariedade a Cuba e à Síria, contra a agressão imperialista dos Estados Unidos à soberania do Estado Sírio, realizada nesta quinta-feira (5), teve a participação de mais de 150 pessoas, em sua maioria representantes de entidades do movimento social.

A sessão foi uma iniciativa parlamentar do deputado estadual, Álvaro Gomes (PCdoB), em parceria com a deputada Luiza Maia (PT) e contou com a participação do presidente estadual do PT, Jonas Paulo, o ex-deputado Vandilson Costa, representando o PCdoB, Ana Guedes representando o Grupo Tortura Nunca Mais e ainda a militância do Centro Brasileiro de Solidariedade e Luta pela Paz (Cebrapaz) e Associação José Martí (ACJM-Bahia) que se fizeram presente à sessão especial.

“Cubanos deveriam ser parabenizados”, diz Lula


Ex-presidente defende iniciativa do governo federal de trazer médicos estrangeiros para trabalhar no País e diz que "não reconhecer a solidariedade" dos cubanos é "faltar ao bom senso"; líder petista também afirma que deveria haver compreensão, pois "nós não estamos querendo substituir brasileiros por nenhum outro médico"

Os médicos brasileiros "deveriam parabenizar os cubanos", na opinião do ex-presidente Lula, que defendeu a iniciativa do governo federal de trazer profissionais estrangeiros para trabalhar em regiões pobres e com déficit de médicos. Para o petista, "não reconhecer a solidariedade dos cubanos" é "faltar ao bom senso".

"Não reconhecer a solidariedade que os cubanos e outros médicos vêm fazendo no Brasil, de suprir a deficiência em regiões onde os médicos brasileiros não estão podendo cobrir é faltar ao bom senso", declarou o cacique petista, que almoçou nesta quinta-feira (5) com deputados estaduais do partido em São Paulo.

O pensamento de José Martí


Entrevista com Carlos Almaguer, professor e poeta cubano.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Parceria entre MST e Cuba forma médicos brasileiros há 15 anos


Encontro entre brasileiros formados em Cuba aconteceu na Fundação Florestan Fernandes (03/09/13).

Judoca cubano rejeita suborno no mundial do RJ: 'não poderia falhar com a Revolução'


O judoca cubano Asley González revelou nesta quarta-feira o valor do suborno que teria recebido no Mundial do Rio de Janeiro. Após a declaração do vice-presidente de Cuba Miguel Díaz-Canel de que teriam tentado comprar o atleta, ele veio a público esclarecer o caso. Segundo González, foi oferecido a ele um valor entre US$ 15 e 20 mil (cerca de R$ 47 mil) para que perdesse propositadamente na final da categoria até 90 kg.

"Mostraram estas cifras para mim em um celular e pediram para que eu perdesse na final, mas meu sonho era ser campeão do mundo e meus princípios não me deixaram nem hesitar em negar", esclareceu o judoca em entrevista os site de esportes de Cuba, Jit.

No último domingo (1º/9), o cubano conquistou o ouro no Mundial do Rio após lutar contra o georgiano Varlam Liparteliani na final. Ele garantiu uma das duas medalhas de ouro de Cuba na competição, que também conquistou um ouro por equipes no feminino.

"Eu não podia falhar com o meu treinador Justo Noda, com o meu povo e com a revolução que sempre nos ensinou a ter honra e dignidade antes de tudo", completou.

O acontecimento veio à tona após declaração do vice-presidente de Cuba Miguel Díaz-Canel declarar em coletiva de imprensa no retorno dos atletas ao país após o Mundial que González teria sido alvo de uma tentativa de suborno. Na ocasião, porém, ele ainda não divulgou o valor do suborno nem para qual luta era. O autor do aliciamento, porém, não foi divulgado.

Cuba ficou em terceiro lugar no Mundial, com três medalhas: duas de ouro e uma de bronze. O primeiro colocado foi o Japão, com quatro ouros, uma prata e quatro bronzes e, em segundo lugar ficou a França, com dois ouros, duas pratas e quatro bronzes.

Não é por dinheiro

50 verdades sobre a morte de dois contra-revolucionários cubanos

María Payá, filha de Osvaldo Payá | Foto: Efe

Por Salim Lamrani no Opera Mundi
 
1. Em julho de 2012, Angel Carromero, cidadão espanhol, vice-secretário geral da organização Novas Gerações (movimento juvenil do conservador Partido Popular (PP) espanhol) e assessor da Câmera Municipal de Madrid, e o cidadão sueco Jens Aron Modig, líder da Liga da Juventude Democrática Cristã (KDU), vinculada à direita sueca, viajaram a Cuba com vistos de turistas.

2. A missão que seus respectivos partidos políticos lhes deu consistia em buscar e financiar alguns membros da dissidência interna e elaborar planos de ações contra o governo cubano.

3. O Código Penal sanciona severamente este tipo de atividade, ilegal em Cuba como na maioria dos países do mundo.

4. Oswaldo Payá , líder do Movimento Cristão de Liberação (MCL), recebeu deles 4.000 dólares, de acordo com Modig.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Manifestação em São Paulo: "a favor dos médicos cubanos"

Manifestantes protestaram em frente ao Conselho Regional de Medicina de São Paulo

Foto: Thiago Benatti.
Do jornal Causa Operária

Um grupo de cerca de 100 pessoas protestou, nesta terça-feira, dia 3, em favor da presença dos médicos cubanos no Brasil. Os manifestantes se concentraram por volta das 17h na Praça Rooseevelt, no centro de São Paulo.

A manifestação foi convocada pelo Facebook por organizações culturais da periferia da capital paulista, mas contou com a presença de grupos políticos, estudantes da USP e de outras universidades públicas e até pessoas que passaram pelo protesto.

Faixas com os dizeres “A periferia quer mais médicos e menos racismo e intolerância” , “A periferia dá boas vindas aos médicos cubanos”, “A favor de médicos cubanos”, “Contra o racismo e a xenofobia”.

Os manifestantes se dirigiram à sede de do CREMESP (Conselho do Regional de Medicina do Estado de São Paulo) onde estenderam as faixas e gritaram palavras de ordem em apoio à presença dos médicos cubanos. Alguns “poetas da periferia” recitaram poemas em apoio ao médicos.

Este protesto foi realizado em resposta à campanha da direita e da imprensa burguesa contra a presença dos médicos estrangeiros, em especial aos médicos cubanos que foram vaiados em alguns aeroportos no momento da chegada ao Brasil.

Os organizadores disseram que vão realizar outras manifestações ainda este mês.

"Adote Um Médico Cubano" realiza evento em São Paulo nesta sexta-feira


A Campanha Adote Um Médico Cubano convida a todos para que nesta sexta-feira (06/09) às 19h compareçam á Casa da Cidade, localizada na Rua Rodésia, 398-Vila Madalena, em São Paulo-SP, pois se realizará um debate sobre a vinda de médicos cubanos e estrangeiros ao Brasil, parte do Programa Mais Médicos do governo federal.

Estão sendo convidados representantes do Ministério da Saúde, do Consulado de Cuba e da Associação Paulista de Saúde Pública. Contamos com sua presença para discutir as várias questões em torno do tema, dentre elas a cooperação para o desenvolvimento, o programa em evidência e as condições trabalhistas.

Ato público em defesa dos Cinco Cubanos: no Rio de Janeiro, dia 12 de setembro


Cinco cubanos: 15 anos de injustiça

Há 15 anos Cinco antiterroristas cubanos foram sequestrados pelo FBI e mantidos em cárceres privados nos Estados Unidos. Diante da inflexibilidade do governo estadunidense e das irregularidades cometidas pela Justiça daquele País, durante e após os julgamentos foi deflagrada uma campanha internacional para pressionar Barak Obama a libertá-los.


Por Vânia Barbosa no site da ACJM-RS

No próximo dia 12 de setembro a Associação Cultural Rose Martí do Rio Grande do Sul vai realizar um ato para denunciar a prisão dos Cinco antiterroristas cubanos, presos, em setembro de 1998, em território estadunidense pelo FBI, medida considerada em Cuba e pela comunidade internacional como uma das maiores violações e farsas jurídicas da atualidade, inclusive, à própria Constituição norte – americana.

O evento corre às 19h, no Espaço da Convergência Deputado Adão Pretto, térreo da Assembleia Legislativa do RS, centro de Porto Alegre.

Antônio Guerrero, Fernando Gonzalez, Geraldo Hernandez, Ramon Labañino e René González faziam parte da Rede Vespa - um grupo de doze homens e duas mulheres, criada por Cuba no início da década de 1990 -, que foram enviados aos Estados Unidos para monitorar alguns dos 47 grupos terroristas - anticastristas sediados na Flórida e obter informações para evitar novos ataques ao território cubano.

MST se une à Campanha de Libertação dos Cinco Cubanos



Em reunião da Coordenação Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra ficou decidido que o MST passa a integrar a Campanha pela Libertação dos Cinco Cubanos presos nos EUA. 

O Coletivo de Relações Internacionais e o Setor de Educação do MST lançaram a Campanha em Brasília com a primeira atividade partindo dos Sem Terrinha. (fotos). As crianças vão participar, como todo ano acontece, de Jornada nacional onde se discutirá a questão internacionalista dos Cinco Heróis Cubanos. Os materiais já foram elaborados e a jornada Sem Terrinha 2013 será realizada em encontros estaduais e regionais em todo o país com e para as crianças do MST. Serão feitos estudos sobre o tema, as crianças deverão escrever cartas aos presos e suas famílias e também de repúdio aos EUA. Todo o MST estará envolvido com a Campanha dos Cinco. 


quarta-feira, 4 de setembro de 2013

“Os brasileiros podem esperar o melhor dos médicos cubanos”, afirma cônsul


Do MAB

“Os brasileiros podem esperar o melhor dos médicos cubanos que estão chegando. São profissionais extremamente bem preparados, todos com mais de 15 anos de experiência, que já estiveram em missões em outros continentes, como África e Ásia. São profissionais que atuaram em momentos de crise, em locais atingidos por terremotos, por exemplo. E, acima de tudo, são pessoas preparadas para atuar na prevenção, no cuidado com a saúde na atenção básica e para estar muito próximos do cotidiano das comunidades que mais precisam. Digo à população brasileira que pode contar com o carinho e a solidariedade dos médicos cubanos para cuidar de sua saúde”. 

A afirmação é do cônsul de Cuba em São Paulo, Alexander Cañede, referindo-se à chegada dos médicos cubanos para atuar no Programa Mais Médicos do governo federal. Junto com mais de três mil pessoas vindas de todo o Brasil, Cañede participou da abertura do Encontro Nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens, na segunda-feira, 2 de setembro, em Cotia, São Paulo. 

O que teme o CFM - opinião de uma brasileira que cursa medicina em Cuba

Cintia Santos Cunha, é estudante da Universidad de Ciencias Médicas de la Habana (Cuba), fala de seu sonho de estudar medicina, da concepção humanitária da medicina cubana, e da importância que os cursinhos populares tiveram na sua vida.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

'Não há dengue em Cuba', diz médica cubana


Por Najla Passos na Carta Maior

A médica cubana Ceramides Almora Carbonell, 42 anos, ainda falava emocionada da recepção calorosa dos brasileiros, quando a encontrei nos corredores da Fiocruz, em Brasília, onde médicos brasileiros e estrangeiros que irão atuar no Programa Mais Médicos participam de um curso de formação. Ela nasceu em Guane, um pequeno município de 35 mil habitantes na província de Pinar del Rio, famosa pela produção dos charutos cubanos. Aos 5 anos, mudou-se para a capital, onde cursou o estudo básico e médio. Com 17 anos de prática médica e experiências internacionais em Honduras e Bolívia, está divorciada há dois anos e não possui filhos. Decidi iniciar por aí nossa entrevista.

- É mais fácil deixar seu país quando não se tem marido e filhos?, questionei.

Doutor Garcia: como trabalha o médico de família em Cuba

Médico cubano chegando ao Brasil | Foto: Bruno Peres/RBA

Por Najla Passos na Carta Maior

Um ano antes de Brasil, Cuba e a Organização Pan-americana de Saúde (Opas) firmarem o polêmico contrato que permitiu a vinda dos cubanos para atuar no programa Mais Médicos, eles já se preparavam para enfrentar os desafios da saúde pública brasileira. Um dos instrutores do curso de formação que englobou ensino da língua portuguesa e realidade da saúde no Brasil foi o cubano Rodolfo Garcia, 50 anos, conhecedor dos sistemas de saúde dos dois países.

Com 26 anos de prática médica, uma especialização, três mestrados e um doutoramento recém-iniciado, Garcia trabalhou no Brasil de 2002 a 2005 e, agora, está de volta. Em Conceição do Araguaia, no sul do Pará, atuou a frente do Programa de Saúde da Família (PSF). Se orgulha de ter melhorado a qualidade de vida de muitos idosos. “Tenho muitas saudades dos meus velhinhos de lá”, disse à reportagem de Carta Maior, com lágrimas escorrendo pela face. “Me apaixonei pelo povo brasileiro. E por isso voltei”.

Ciente de que em um país continental como o Brasil os desafios da saúde pública são muito maiores do que na pequena ilha onde vive, ele aponta como a experiência cubana poderá ajudar, disseca o funcionamento do sistema de saúde baseado em prevenção, lista as doenças transmissíveis já erradicadas da ilha e explica porque, em Cuba, os pacientes não morrem na fila de espera por um leito. Ele também fala sobre suas expectativas quanto ao Mais Médicos. “Com a vontade política que estou vendo agora, vai no caminho certo”.

Em que circunstâncias você veio trabalhar no Brasil, na década passada?

Um festival de horrores: sim a Donadon, não aos Médicos Cubanos


Editorial do jornal Correio da Cidadania, por Plínio Arruda Sampaio 

Estamos vivendo um verdadeiro festival de horrores.

De um lado, um grupo de médicos brasileiros hostilizou seus colegas cubanos, que o governo contratou para prestar serviços em regiões desprezadas pelos nossos médicos, quando da chegada daqueles profissionais em Brasília.

Essa ignominiosa hostilidade revela um corporativismo inaceitável e esdrúxulo. Se os médicos cubanos irão clinicar em regiões pelas quais os brasileiros não se interessam, em que isto pode representar uma concorrência que os prejudica?

Ignominiosa também é a crítica que políticos e certos órgãos de imprensa vêm fazendo ao governo, por ter negociado com o Estado de Cuba a vinda desses médicos. O motivo de tal crítica é puramente ideológico. Em razão do seu anticomunismo ferrenho, não admitem que o povo possa ser efetivamente beneficiado com essa medida.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Formados em Cuba lideram no Revalida

Médicos formados em Cuba foram os mais aprovados no Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos (Revalida) em 2011 e 2012. Dos 65 que conseguiram revalidar o diploma em 2011, 13 estudaram na Escola Latino-Americana de Cuba (Elam), assim como 15 dos 77 aprovados em 2012. Os dados são do Ministério da Educação (MEC) e foram obtidos via Lei de Acesso à Informação.

A escola oferece curso de Medicina para estudantes de 113 países, incluindo brasileiros saídos de movimentos populares.

Fonte: Bárbara Ferreira Santos - O Estado de S. Paulo

Os médicos cubanos no “Sem Fronteiras” da Globo News

Por Sturt Silva

O programa "Sem Fronteiras" da Globo News tentou abordar a vinda dos médicos cubanos ao Brasil além das posições ideológicas e corporativistas que dominaram a questão durante os últimos dias.

Algumas questões cabem respostas:

a) Questão humanitária - a vinda dos médicos não seria devido às questões humanitárias e sim econômicas. O programa usa a afirmação de um médico de Niterói, no caso sua experiência com as vacinas cubanas, para mostrar que o relacionamento, na área de saúde, entre Cuba e o mundo é comercial, destruindo assim, o argumento que a vinda dos médicos seria devido ao internacionalismo cubano. O entrevistado ainda compara a posição “dura” de Fidel Castro naquela oportunidade, dizendo que a metodologia deve continuar atualmente, com a posição das multinacionais.
 
Seria injusto e “burro” se o estado cubano fosse apenas solidário nesta questão, não? Apesar de que Cuba é muito solidária. O que ficou fora do ar, e cabe levantar, é que as multinacionais são duras por que tem como objetivo final o lucro, já o estado cubano, talvez seja “duro” por que tem uma demanda social muito grande. Mesmo assim, como Jorge Pontual vai colocar mais adiante, o internacionalismo cubano está presente em países pobres. Cuba presta serviços gratuitos ao Haiti e aos países da África. No Haiti ainda teria 700 profissionais trabalhando de maneira solidária e internacionalista depois do desempenho dos cubanos pós terremoto. Em relação aos países ricos ou emergentes, como o caso do Brasil, o governo cubano aproveita a oportunidade para diminuir o déficit da balança comercial que por sua vez é resultado das condições naturais e econômicas desfavoráveis que Cuba apresenta ao longo de toda sua história e que é agravado pelo bloqueio mande in EUA.

b) O protagonismo dos médicos cubanos no programa “Mais Médicos” - Segundo os argumentos de Emmanunel Cavalcanti, do Conselho Federal de Medicina (CFM), o programa “Mais médicos” foi feito para colocar dinheiro em Cuba e ajudar o regime a sobreviver. Segundo ele “dos 250 milhões de dólares ao ano, os cubanos ficaria com 200 milhões”.

domingo, 1 de setembro de 2013

Mais de 37.000 cubanos e 10.000 estrangeiros estudam medicina em Cuba

fonte: afp
 
Mais de 37.000 cubanos e 10.000 estrangeiros iniciaram ou completaram seus estudos de medicina em Cuba, enquanto outros 40.000 seguiram carreiras e cursos técnicos na área da saúde, informou nesta sexta-feira o jornal oficial Granma.

"Apenas em Medicina, nos seis anos que demandam seus estudos, a matrícula de alunos chegou a 47.676, dos quais 37.302 são cubanos e 10.374 jovens procedentes de outros países", indica o jornal.

Há mais de 13 anos, Cuba concede diplomas a estudantes estrangeiros que ingressam no curso de medicina na ilha, fundamentalmente na Escola Latinoamericana de Medicina (ELAN).

Cuba: Declaração sobre a Síria

Fonte: PravdaCuba: Declaração. 18810.jpeg

Tornam-se alarmadores os recentes pronunciamentos do governo dos Estados Unidos e vários dos seus aliados da OTAN que exortam a uma ação militar na Síria, desconhecendo os esforços que realizam alguns Estados para atingir uma solução política ao conflito que desangra essa nação árabe.


É necessário lembrarmos que aqueles que mais advogam hoje por uma ação militar contra a Síria são os mesmos que lançaram cruentas guerras sem a permissão do Conselho de Segurança das Nações Unidas, sob a mentira deliberada da existência de armas de extermínio em massa ou sob o pretexto da proteção de civis, que ocasionaram quantiosas mortes de pessoas inocentes, incluídas crianças, às que qualificam de "danos colaterais".

Faz-se um apelo a atacar a Síria, precisamente quando seu governo autorizou a entrada da Missão de Investigação das Nações Unidas sobre o pretenso uso de armas químicas nesse país e esta já começou seu trabalho no campo.