Por Altamiro Borges em seu blog
Na longa entrevista ao Estadão, no sábado, ela chegou a
dizer que se considera uma “diplomata do povo” – num egocentrismo risível. “Nenhuma
chancelaria me nomeou, nenhum palácio de governo me reconhece como
representante de nada, mas eu sinto que devo ajudar a estreitar os vínculos
entre uma nação e outra. Sou uma representante da diplomacia popular”, afirmou
a blogueira, que é colunista do jornal da famiglia Mesquita e colaboradora da
máfia do Instituto Millenium, mas é quase uma desconhecida em Cuba.
Já na entrevista à Folha, ela se apresentou como heroína da
democracia. “Fiz do meu caso um emblema. Se o pensamento [do governo] foi ‘deixe-a
sair para ver se ela se cala’, foi uma má jogada política. É uma propaganda
perigosa, porque vou me comportar como uma pessoa livre, dizer o que penso e
ser uma embaixadora do desejo de liberdade de cubanos no mundo”. Ambas as
entrevistas evitaram perguntas delicadas à blogueira – como sobre a sua recente
nomeação para o cargo de diretora regional da nefasta Associação Interamericana
de Prensa (SIP), com um salário de US$ 6 mil.
Para saber quem é Yoani Sánchez cliqui aqui.
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