sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Campanha no Twitter contínua: #DerechodeCuba.


Fonte: PRENSA LATINA  
  
Havana, 24 de Fevereiro -  Prensa Latina

 A campanha no Twitter com a etiqueta #DerechosdeCuba terá hoje sua segunda jornada consecutiva, nos 117 anos da última tentativa de independência contra o colonialismo espanhol, em 1895.

  A parada para mostrar solidariedade à nação caribenha continuará nesta sexta-feira às 10:00 (hora local, 15:00 GMT) depois de sua estreia exitosa ontem, que converteu a entrada em uma das mais populares da rede de mini-blogs em vários países.

Numerosos internautas aproveitaram para denunciar a hostilidade contra Cuba e o silêncio da mídia diante desses ataques. Espera-se que nesta sexta-feira ocorra o mesmo no Twitter, uma ferramenta que tem quase 200 milhões de seguidores.

Apenas 17 minutos após ter sido iniciado o "tuitazo", #DerechosdeCuba se convertia na Espanha em Trending Topic, a convenção utilizada para reconhecer a popularidade nessa rede social, de acordo com o site www.cubadebate.cu.

As ferramentas de medição, que avaliam a quantidade de entradas realizadas na rede sobre um tema determinado, marcaram desde a hora fixada para a iniciativa um aumento que chegou até quatro mil menções, segundo acrescentou a página digital cubana.

Desde a Espanha, a Venezuela, o Brasil, a Argentina e o México apoiou-se Havana contra as recentes provocações, que incluíram um encontro na residência de um diplomata estadunidense com representantes de grupos contra-revolucionários.

"Não à Base de Guantánamo, Não ao bloqueio, Não ao terror mediático, Liberdade para os Cinco" e "#DerechosdeCuba pela revolução do povo cubano, que siga adiante!!", são exemplos dos tweets publicados.

A reativação do apelo nesta sexta-feira coincide com o início da Guerra Necessária, no dia 24 de fevereiro de 1895, como foi denominada por seu organizador, o Herói Nacional José Martí, que morreu em combate logo após chegar ao território cubano, no dia 19 de maio daquele ano.

Os Cinco, como são conhecidos internacionalmente os antiterroristas cubanos Gerardo Hernández, Antonio Guerrero, Ramón Labañino, Fernando González e René González, foram capturados há mais de 13 anos nos Estados Unidos e submetidos a um julgamento cheio de irregularidades, durante o qual foram violadas garantias processuais.

Como resultado, eles foram condenados a injustas penas que vão desde 15 anos de prisão até mais de duas prisões perpétuas, por terem advertido seu país sobre atos violentos tramados por organizações anticubanas de Miami.

ocs/ro/cc
Modificado el ( viernes, 24 de febrero de 2012 )

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