quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Sem registros de erros médicos dos profissionais cubanos no Brasil

Médico cubano Sael Castelo Cabalero no sertão de Sergipe com a parteira e líder comunitária dona Josefa da Guia. Juntos, mudaram a realidade local | Foto: Araquém Alcântara 
Por Sturt Silva

Segundo a coluna "Expresso", da revista Época, o Ministério da Saúde do Brasil "afirma que, em cinco anos de atuação dos médicos cubanos em solo brasileiro, não houve registros de erros médicos nem foram feitas denúncias nesse sentido". 

Cuba anunciou, no último dia 14, deixar o programa Mais Médicos, depois de ameaças do novo presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. Atualmente mais de 8 mil médicos cubanos estão atendendo no país.


Segundo o Ministério da Saúde de Cuba, durante cinco anos cerca de 20 mil médicos cubanos fizeram mais de 113 milhões de atendimentos em 3.600 cidades.  O trabalho dos médicos cubanos em locais de extrema pobreza, como nas favelas do Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, nos 34 Distritos Especiais Indígenas, especialmente na Amazônia, foi amplamente reconhecido pelos governos federal, estaduais e municipais e pelo povo brasileiro, que concedeu 95% de aceitação, segundo um estudo encomendado pelo Ministério da Saúde à Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

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