RECORDAM NA EMBAIXADA DE CUBA O 35.º ANIVERSÁRIO DO ATENTADO TERRORISTA À SUA SEDE EM LISBOA
Fonte: ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA JOSÉ MARTÍ
Ante cubanos residentes de várias gerações, os representantes de organizações do movimento de solidariedade com Cuba, o colectivo da Embaixada e o coordenador da Brigada Médica Cubana que presta serviços em Portugal, o Embaixador recordou os acontecimentos daquele 22 de abril de 1976, em que perderam a vida Adriana Corcho e Efrén Monteagudo, que, expressou, se junta à larga lista dos criminosos actos cometidos contra o seu país, organizados e perpetrados pela contra-revolução cubana com sede e apoio dos Estados Unidos da América (EEUU).
Continuou expressando o alto diplomático que, enquanto o maior terrorista do hemisfério ocidental, Luis Posada Carrilles, que tem estado por trás da maioria desses actos, incluindo a explosão de um avião da companhia “Cubana de Aviación” em 6 de outubro desse mesmo ano de 1976 em Barbados, passeia-se livremente pelas ruas de Miami, cinco cubanos cumprem injustas e prolongadas condenações em prisões dos Estados Unidos, precisamente por lutarem contra o terrorismo e detectarem a tempo os planos criminosos de quem actua impunemente contra Cuba naquele país.
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