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domingo, 28 de março de 2021

Cuba contra Covid-19: 5 vacinas e taxa de letalidade de apenas 0,59%


Do site do PT 

“Muitos e diversos têm sido os desafios e lições aprendidas no enfrentamento à Covid-19, que em 2020, rompeu o mundo.” As palavras do ministro da Saúde Pública de Cuba, Dr. Jose Angel Portal Miranda, abriu a conferência virtual Cuba pela Vida, realizada pelo Foro de São Paulo (FSP) na quinta-feira (25).

A campanha defende a paz, a cooperação e a solidariedade como eixos para superar os efeitos trazidos pela  pandemia e para o  desenvolvimento dos nossos países, além de expor o excelente desempenho que tem tido Cuba no  combate à pandemia.

Durante o evento, Miranda compartilhou as estratégias de combate ao coronavírus, as experiências, a prevenção e a antecipação de riscos colocadas em prática na maior ilha caribenha, que possui um sistema de gestão baseado na ciência e na inovação aliadas ao fortalecimento do sistema de saúde. “Salvar vidas é a essência que, há mais de 60 anos, define nossa Revolução”, enfatizou o ministro.

Atualmente, Cuba conta com 11.127 consultórios comunitários, 449 policlínicas, 150 hospitais, 479.623 trabalhadores na saúde e, por cada mil habitantes, há nove médicos disponíveis.

Apesar de a América Latina ser a região mais afetada pela pandemia da Covid-19, com um total de 23.605.223 de casos, Cuba, com população de 11,3 milhões de habitantes, tem 35 mortes por cada milhão de habitantes e taxa de apenas 0,59% de letalidade.

No Brasil — hoje o país mais afetado pela pandemia, com cerca de 12,3 milhões de casos confirmados e mais de 300 mil mortos —, a taxa de letalidade está em 2,5% e foram registradas 1.444 mortes por cada milhão de habitantes, segundo dados do Ministério da Saúde.

Prêmio Nobel

domingo, 1 de novembro de 2020

"Nobel da Paz para os médicos cubanos é um reconhecimento de justiça"


Prêmio Nobel da Paz para os médicos cubanos é um reconhecimento de justiça para uma Nação que investe na saúde de seu povo e na solidariedade internacional, afirma médico Renato Lemos.

Assista entrevista com Lemos, médico de família e formado em medicina em Cuba:


Entrevista realizada em outubro de 2020.

sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Assista: Por que defendemos o prêmio Nobel da Paz para os médicos cubanos?


Entrevista da Revista Diálogos do Sul com Pedro Monzón, Cônsul de Cuba no Brasil. O diplomata cubano fala de vários temas sobre seu país. Além da campanha para o Nobel da Paz para aos médicos cubanos, abordou a pandemia da Covid-19 em Cuba, o bloqueio econômico dos EUA, os 5 heróis cubanos e o  sistema econômico e regime político cubanos.

A entrevista foi realizada em julho de 2020. 

Assista: 

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quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Está na hora de um Nobel da Paz para os médicos cubanos!

Carta de indicação para o prêmio Nobel da Paz enviada, em janeiro deste ano, ao Comitê Nobel Norueguês em favor do Programa Internacionalista Médicos Cubanos
Médicos cubanos em Sierra Leoa combatendo o Ebola. Por Periódico Invasor/Ciego de Ávila
Endossamos de todo coração esta demanda!

DALHOUSIE
UNIVERSITY

Inspiring Minds
Faculty of Arts and
Social Sciences

The Norwegian Nobel Committee Henrik Ibsens gate 51,
0255 Oslo, Norway

19 de janeiro de 2015

Prezados membros do Comitê Nobel Norueguês

Meu nome é John Kirk. Sou professor de Estudos Latino-americanos na Universidade de Dalhousie em Halifax, província de Nova Escócia, Canadá, e escrevo para indicar o Programa Internacionalista Médicos Cubanos para o Prêmio Nobel da Paz.

No outono de 2014, o Oeste da África estava devastado pelo ebola, e a Organização Mundial de Saúde apelou por assistência médica de urgência numa luta (literalmente) de vida ou morte. O primeiro país a responder foi Cuba. Cerca de 15 mil trabalhadores da saúde se apresentaram como voluntários. No momento em que escrevo, há 256 especialistas cubanos em três países participando desta luta e mais 100 outros cubanos deverão somar-se àqueles primeiros voluntários. Trata-se do maior contingente de médicos, apesar do fato de Cuba ser apenas uma ilha relativamente pequena. Em janeiro de 2014, Ban Ki-moon, secretário-geral das Nações Unidas, resumiu essa contribuição em poucas palavras: “Eles são sempre os primeiros a chegar e os últimos a partir – e eles sempre permanecem depois das crises. Cuba tem muito a ensinar ao mundo inteiro”.

Cuba tem uma pequena população (11,2 milhões de habitantes) e um dos melhores sistemas de saúde do mundo, com estatísticas que rivalizam com aquelas de muitos países desenvolvidos. Mais importante ainda: Cuba tem uma impressionante história de internacionalismo médico – e sua contribuição no Oeste da África é apenas o capítulo mais recente de uma história que remonta a 1960, quando médicos cubanos responderam ao apelo por ajuda após o terremoto no Chile. Desde então, 325 mil profissionais cubanos da saúde prestaram assistência em 158 países e muitos deles participaram de duas ou três missões.